quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Proposta 2012-19 - Uberaba - todas as turmas (entrega - 06-09-2012)


Leia atentamente os textos abaixo.

Texto 1 

Uma epidemia que mata 100 por dia

A causa não é fome, guerra, vírus ou bactéria. Uma vida se perde a cada 15 minutos em acidentes de trânsito no Brasil. Olhe seu relógio e pense: “100 brasileiros morrem a cada 24 horas em ferragens, no asfalto e na calçada”. Por ano, são 36 mil – no cálculo mais conservador. Esses são os mortos. Sem contar os amputados e paraplégicos. Motoristas, passageiros, pedestres, ciclistas, motociclistas. Eu sei, você sabe. E quem dirige carros potentes, alcoolizado e a 150 quilômetros por hora também sabe.
Desastres recentes, no Estado de São Paulo, envolveram gente de muita grana e na idade mais perigosa segundo as estatísticas da violência sobre rodas: entre 20 e 30 anos.
A nutricionista Gabriella Guerrero Pereira, de 28 anos, perdeu o controle do Land Rover blindado e atropelou na calçada o administrador Vítor Gurman, de 24, na Rua Natingui, na Vila Madalena, bairro com bares e restaurantes lotados à noite. Gabriella deu entrevista, chorou, disse que assumiu a direção do carro “robusto mas instável” porque o namorado estava bêbado. “A rua é muito estreita para a proporção do carro. O acidente aconteceu”, disse ela. Gabriella não fez exame de bafômetro “porque o PM não pediu”. O PM desmentiu. Disse que ela se recusou. Vítor morreu dias depois do atropelamento.
(...)
O administrador João Luís Raiza Filho, de 30 anos, perdeu o controle de seu Chevrolet Camaro, subiu no canteiro de uma praça em São Bernardo do Campo, bateu em árvores e derrubou um muro. Como estava nu da cintura para baixo, um PM precisou emprestar a ele uma cueca para sair do carro. No banco ao lado do motorista, havia uma garrafa vazia de uísque. Raiza Filho já foi personagem de “Nossa Antena”. Em outubro de 2007, o playboy, então com 27 anos, destruiu sua Ferrari na véspera do GP de Fórmula 1 em São Paulo. Bateu sob um viaduto. Deu cabeçada na boca de um cinegrafista. Teve de pagar R$ 3 mil pela agressão. Há quatro anos, esta coluna dizia o seguinte: “Numa sociedade em que nossos atos têm consequência, esse rapaz seria condenado a prestar serviços à comunidade. Se seu castigo for apenas trocar uma Ferrari por um Mercedes, nada mudará em sua vida”. E não mudou mesmo. Errei na marca do novo carro.
Raiza Filho não matou ninguém ainda. Mas é evidente que ele e milhões de motoristas são um perigo real para si e para a sociedade. Pilotam estimulados por álcool, deprimidos por drogas ou excitados pela sensação de onipotência. Ainda há os que simplesmente não sabem dirigir e não poderiam ter carteira de habilitação. Temos ao volante um exército de homicidas e suicidas em potencial. O trânsito brasileiro mata 2,5 vezes mais que nos Estados Unidos e 3,7 vezes mais que na Europa, segundo um estudo divulgado em dezembro de 2009.
“Não é possível que haja no Brasil muitos problemas mais graves do que 100 mortos em acidentes a cada dia.” A declaração é do diretor-geral de trânsito na Espanha, Pere Navarro Olivella, de 59 anos. A Espanha reduziu em 57% as mortes nas estradas. Não basta educar, é preciso vigiar e punir. As campanhas devem ser duras, segundo ele: “Ridicularizar infratores reincidentes, mostrar deficientes e crianças acidentadas na TV”. Acidente de trânsito “não é maldição divina e deve ser combatido como doença grave”, disse Olivella. Chega de culpar o destino e Deus.

Ruth de Aquino. Época.  Ed. 690. 08/08/2011.

Texto 2



Texto 3




Proposta A – Enem

Em função da leitura dos textos motivadores e dos conhecimentos assimilados ao longo de sua formação, faça uma dissertação argumentativa que responda à seguinte pergunta: como humanizar o trânsito no Brasil?

Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Observações:
• Seu texto deve ser escrito à tinta, na folha de redação.
• Desenvolva seu texto em prosa: não redija narração, nem poema.
• O texto com até 7 (sete) linhas escritas será considerado em branco.
• O texto deve ter, no máximo, 30 linhas.

Proposta B – Fuvest

Com base nas ideias e sugestões presentes nas imagens e no texto aqui reunidos, redija uma dissertação argumentativa, em prosa, sobre o seguinte tema:

Trânsito como índice de cidadania.

Instruções:
- Lembre-se de que a situação de produção de seu texto requer o uso da norma padrão da língua portuguesa.
- A redação deverá ter entre 20 e 30 linhas.
- Dê um título a sua redação.

Proposta C – Outros gêneros textuais - Notícia

Faça uma notícia que tenha como tema um acidente de trânsito de consequências imprevisíveis e incomuns produzido por um jovem embriagado. Crie nomes e ocupações para os envolvidos.

Instruções:
- Seu texto deve ter título.
- Seu texto deve ter no mínimo 20 e no máximo 30 linhas.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Atualidades - 2012 - EM e PV - Lista 19

Caras e caros,

Eis mais uma lista, peço desculpas pela demora, mas tive contratempos computacionais que ainda persistem em parte que me atrapalharam muito na última semana. Sobre a lista desta semana, está variada e com muitos textos muito interessantes mesmo para o Enem com destaque especial para o 5 que trata da evolução da música popular brasileira. No mais, boa semana a todos e que nossos computadores e nossos acumuladores de dados (HDs, pen drives, etc.) não nos deixem, porque será o fim dos tempos (sic).

http://opera10.blogspot.com.br/search?q=2%C2%AA+lista+de+indica%C3%A7%C3%B5es+semana+2011


Abraços e boa leitura,

Professor Estéfani Martins
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quarta-feira, 22 de agosto de 2012

McDonald’s assume diferença entre fotos de campanha e produtos nas lojas - Empresas - iG

Para sair da Matrix!!!

McDonald’s assume diferença entre fotos de campanha e produtos nas lojas - Empresas - iG:

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Proposta 2012-18 - Uberaba - todas as turmas (entrega - 30-08-2012)


Leia com atenção os textos abaixo.

Texto 1. 

O estudante Antonio dos Santos Veiga, o Tuca, de 20 anos, não sabe explicar como os versos lhe vieram à cabeça. Mas a música, composta em menos de cinco minutos, durante uma caminhada pelas ruas da Vila Madalena, em São Paulo, virou hino informal de uma das maiores torcidas do Brasil. O grito “Aqui tem um bando de louco, louco por ti Corinthians” marcou o apoio dos torcedores ao time em um momento difícil – o rebaixamento para a segunda divisão no Campeonato Brasileiro de 2007.
            Tuca contou com a ajuda de um colega para divulgar o hino. Cantavam no ônibus, na volta dos jogos, ou na fila para comprar ingresso para as partidas. Até que conseguiram convencer a torcida organizada a puxar o grito. A primeira vez foi em março de 2007, no estádio do Pacaembu, durante o intervalo de Corinthians e Pirambu, clube sergipano. “No começo, éramos eu e meu amigo gritando. Quando o time voltou do intervalo, o estádio inteiro estava cantando”, afirma o estudante. [...]
            O neurocientista americano Daniel Levitin, que trabalhou para grandes estrelas da música pop, lança uma teoria polêmica em seu livro mais recente, The World in Six Songs (O Mundo em Seis Canções), publicado em agosto nos Estados Unidos e ainda sem edição brasileira. Ele afirma que seis tipos de música influenciaram a evolução humana: de amizade; de alegria; de conforto; religiosa; de amor e de conhecimento. “O poder da música foi capaz de mudar culturas”, disse a Época. Canções como as de conforto, que dão apoio em momentos difíceis, e de alegria, que ajudam a motivar, são duas das categorias. “Foram as seis maneiras que nossos ancestrais usaram para se comunicar que moldaram a natureza humana”, diz. [...] Levitin sustenta que todas as canções, não importa em que categoria se encaixem, ajudaram o cérebro a exercitar habilidades imprescindíveis à sobrevivência de nossos antepassados. Ao transformar um sentimento ou informação em música, entra em ação a capacidade de abstração e de imaginação. E a melodia entretém o cérebro em um jogo de adivinhação (algo como “que nota vem depois dessa?”). Quando acertamos, nos sentimos recompensados. Por isso, ouvir música é tão bom. Essa brincadeira de adivinhação teria ajudado a desenvolver a capacidade de antever cenários e conferido uma vantagem evolutiva aos humanos com tal aptidão. “Nós não gostamos de música porque ela é bonita”, escreve Levitin. “Nós a achamos bonita porque os primeiros humanos que fizeram bom uso dela foram os mais bem-sucedidos em sobrevivência e reprodução”.
(Época, 05.08.2008.)

Texto 2. 

O pianista Lang Lang, de 26 anos, foi um dos grandes vencedores da Olimpíada de Pequim. Lang, claro, não participou das competições, mas firmou-se no papel de ícone da nova China. Na cerimônia de abertura, tocou num horrendo piano branco (sugestão do cineasta e diretor do espetáculo, Zhang Yimou, para quem a cor branca simbolizaria o futuro do país). Durante a festa de encerramento, atuou como comentarista para várias emissoras de TV do exterior. Lang destacou-se em meio a 1,3 bilhão de chineses tocando música erudita, um gênero que nos tempos de Mao Tsé-tung era tido como “decadente”. Faz cerca de 120 concertos por ano a um cachê médio de 50 000 dólares (quantia que pode aumentar até cinco vezes, dependendo de quem o contrata). Mora em Nova York, tem uma coleção de carros de luxo e atua como garoto-propaganda de celulares, canetas e carros esporte. Ainda assim, é um orgulho da China comunista. “Estamos em meio a outra revolução cultural. Mas uma revolução cultural do bem”, diz o pianista, em entrevista exclusiva a Veja.
(Veja, 10.08.2008.)

Texto 3. 

Aos cinco e seis anos, Ezequiel não parecia desmentir os meus sonhos da praia da Glória; ao contrário, adivinhavam-se nele todas as vocações possíveis, desde vadio até apóstolo. [...]     
            Gostava de música, não menos que de doce, e eu disse a Capitu que lhe tirasse ao piano o pregão do preto das cocadas de Matacavalos...
– Não me lembra.
– Não diga isso; você não se lembra daquele preto que vendia doce, às tardes...
– Lembra-me de um preto que vendia doce, mas não sei mais da toada.
– Nem das palavras?
– Nem das palavras.
            A leitora, que ainda se lembrará das palavras, dado que me tenha lido com atenção, ficará espantada de tamanho esquecimento, tanto mais que lhe lembrarão ainda as vozes da sua infância e adolescência; haverá olvidado algumas, mas nem tudo fica na cabeça. Assim me replicou Capitu, e não achei tréplica. Fiz, porém, o que ela não esperava; corri aos meus papéis velhos. Em São Paulo, quando estudante, pedi a um professor de música que me transcrevesse a toada do pregão; ele o fez com prazer (bastou-me repetir-lho de memória), e eu guardei o papelinho; fui procurá-lo. Daí a pouco interrompi um romance que ela tocava, com o pedacinho de papel na mão. Expliquei-lho; ela teclou as dezesseis notas.
(Machado de Assis, Dom Casmurro.)


Proposta A – Enem

Em função da leitura dos textos motivadores e dos conhecimentos assimilados ao longo de sua formação, faça uma dissertação argumentativa que responda à seguinte afirmação: o ensino de música nas escolas deve ser encarado como uma disciplina para muito além da sensibilização musical ou mesmo da facilitação do acesso à arte.

Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Observações:
• Seu texto deve ser escrito à tinta, na folha de redação.
• Desenvolva seu texto em prosa: não redija narração, nem poema.
• O texto com até 7 (sete) linhas escritas será considerado em branco.
• O texto deve ter, no máximo, 30 linhas.

Proposta B – Fuvest

Com base nas ideias e sugestões presentes na imagem e no texto aqui reunidos, redija uma dissertação argumentativa, em prosa, sobre o seguinte tema:

A música como meio de inclusão social e cultural.

Instruções:
- Lembre-se de que a situação de produção de seu texto requer o uso da norma padrão da língua portuguesa.
- A redação deverá ter entre 20 e 30 linhas.
- Dê um título a sua redação.

Proposta C – Outros gêneros textuais - Crônica

Faça uma crônica em que você relate e analise os 5 momentos mais marcantes de sua relação com a música.

Instruções:
- Seu texto deve ter título.
- Seu texto deve ter no mínimo 25 e no máximo 30 linhas.

Proposta 2012-17 - Uberaba - todas as turmas (entrega - 30-08-2012)




Leia atentamente os textos abaixo:

Texto I

TV, internet e conversas com amigos ajudam eleitor de grandes cidades a decidir voto

Rio de Janeiro e Curitiba – A televisão continua como carro-chefe na disputa pelo voto dos eleitores, seja por meio da cobertura dos telejornais e de debates entre os candidatos ou pela propaganda eleitoral gratuita, que é veiculada também pelas emissoras de rádio. O uso de ferramentas da internet, principalmente as redes sociais, vem crescendo, mas existem eleitores que, mesmo morando em grandes cidades, como o Rio de Janeiro e Curitiba, não dispensam a conversa com amigos para formar opinião sobre os candidatos e escolher aquele que terá seu voto.
Eleitores ouvidos pela Agência Brasil sobre como se informam sobre o processo eleitoral manifestaram também desinteresse e decepção com os políticos. O vigilante Marcos Gomes de Oliveira, morador de Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro, por exemplo, diz que sempre desliga a televisão quando começa o horário da propaganda eleitoral gratuita.
Celso de Freitas Rodrigues, de São João do Meriti, também no Rio de Janeiro, porém, procura se informar sempre pelo rádio e pela televisão. “Procuro sempre me espelhar nos candidatos ficha limpa, saber quais as condições [de melhoria] eles pretendem trazer paras as pessoas e o que podem fazer pela minha comunidade, pela região onde eu moro.”
Entre os que não dispensam o papo com os amigos antes de escolher o candidato estão o ajudante de masseiro Luiz Henrique Ferreira e a advogada Fernanda Alemberque, do Rio de Janeiro. Eles ressaltam, porém, que gostam de assistir aos programas eleitorais para analisar as propostas de cada um.
Em Curitiba, a televisão por si só não define a escolha do canditato, conforme relataram alguns eleitores ouvidos pela ABr. O cientista social e funcionário público Rodrigo Kraemer diz que nas eleições para prefeito e vereador geralmente vota na legenda.
A vigilante Dolores Andrade, também moradora na capital paranaense, porém, admite que indicacações de “pessoas conhecidas” têm peso na sua escolha. O aposentado Nelson Rocha de Souza dá preferência aos candidatos “mais coerentes” e diz que, para isso, acompanha o noticiário politico nos jornais, telejornais e assiste aos debates dos candidatos na TV.
A internet é o meio escolhido pelo médico Mário Lobato da Costa para embasar sua escolha. Segundo Costa, as redes sociais permitem obter informações que "não são filtradas ou manipuladas pela grande mídia".
Entre os curitibanos, há muitos eleitores descrentes ou decepcionados com os políticos, como o pipoqueiro José Altamir Frutuoso. “No ano passado, estraguei meu voto: descobri que o meu candidato, depois de eleito, era racista."
O gari Saulo da Silva mostra-se ainda mais descrente: "Político? Só dá ladrão. Eu voto nulo, sempre votei nulo, não adianta escolher." Também desiludida com os candidatos, a auxiliar de cozinha Sueli Cordeiro já decidiu que votará em branco na eleição de 7 de outubro deste ano. Se não votar em branco, Sueli diz que simplesmente não comparecerá à zona eleitoral para escolher seus candidatos a prefeito e a vereador.


Texto II

O poder das redes como ferramenta de mobilização social
Publicado em 23.08.2011, às 17h11
Por Sílvia Gusmão

Durante muito tempo, acreditou-se que o mundo virtual fosse apenas sinônimo de isolamento. Porém, com a proliferação das redes sociais, começou-se a observar que também contribuem para aumentar as possibilidades de compartilhamento e de mobilização das pessoas. É cada vez mais comum o uso de páginas como o Twitter e o Facebook para cobrar transparência do poder público, fazer manifestações políticas, cobrar postura ética das corporações e convocar movimentos sociais.
Um dos exemplos mais fortes dos últimos tempos no que diz respeito à política é a chamada Primavera Árabe. Desde o início deste ano, protestos em países árabes pedem mudanças estruturais na política, na economia e na sociedade. As revoltas foram organizadas, sobretudo, por interações via blogs, microblogs e sites de relacionamento. Isso porque, em países como a Líbia, Síria e Egito, as mídias tradicionais não constituem canais de comunicação legítimos da população. O chamado ciberativismo passa a estabelecer uma nova fronteira para a participação política, pois, a partir de um computador, os indivíduos conseguem mais rapidamente agregar pessoas à causa que defendem.
A solidariedade também pode ser potencializada via internet. Foi o caso das enchentes no Rio de Janeiro ou dos terremotos no Japão, catástrofes que provocaram uma grande mobilização online. Milhões de tweets foram postados na intenção de arrecadar donativos para os necessitados. Outro exemplo da boa utilização das redes sociais é a criação de projetos sociais como a Casa da Cultura Digital, que agrupa ONGs, empresas e indivíduos, com o objetivo de divulgar, ao máximo, dados já tornados públicos pelo governo.
Por fim, podemos citar mobilização de consumidores insatisfeitos pelo Twitter. Se antes as reclamações dos clientes saiam em pequenas notas no jornal, com uma repercussão reduzida, agora, a divulgação de um problema de um consumidor na web pode ter um alcance mundial. Um caso recente que chamou atenção de todo o mundo foi o da loja Zara. A marca do grupo espanhol Inditex foi flagrada obrigando funcionários a trabalharem em condições análogas à escravidão em São Paulo. A hashtag #ZARA rapidamente chegou à primeira posição nos Trend Topics Brasil do Twitter (ranking de assuntos mais comentados), seguida pela #TrabalhoEscravo. Além disso, mensagens incitaram um movimento de boicote à marca.
O fenômeno revela o quanto as mídias sociais se tornaram fundamentais para os consumidores cobrarem serviços, exercerem sua cidadania e demonstrarem indignação. Ponto para a democracia, que ganha uma ajuda de peso.


Proposta A – Enem

Em função da leitura dos textos motivadores e dos conhecimentos assimilados ao longo de sua formação, faça uma dissertação argumentativa que responda à pergunta: quais as formas mais eficazes de mobilização política?

Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Observações:
• Seu texto deve ser escrito à tinta, na folha de redação.
• Desenvolva seu texto em prosa: não redija narração, nem poema.
• O texto com até 7 (sete) linhas escritas será considerado em branco.
• O texto deve ter, no máximo, 30 linhas.

Proposta B – Fuvest

Com base nas ideias dos textos da coletânea, redija uma dissertação argumentativa, em prosa, sobre o seguinte tema:

Mobilização política como condição para o combate efetivo da corrupção.

Instruções:
- Lembre-se de que a situação de produção de seu texto requer o uso da norma padrão da língua portuguesa.
- A redação deverá ter entre 20 e 30 linhas.
- Dê um título a sua redação.

Proposta C – Outros gêneros textuais - Anúncio

Faça um anúncio a ser publicado em uma revista de grande circulação com o objetivo de incentivar as pessoas a voltarem a se filiar a partidos políticos. Você escreverá um texto em nome de uma instituição fictícia que reúne todos os partidos políticos brasileiros, cujo nome deve ser criado por você.

Instruções:
- Seu texto deve ter título.
- Seu texto deve ter no mínimo 15 e no máximo 25 linhas.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Uberlândia - Ensino Médio - 3º Bimestre - matérias para a P3 e P3(rec)


1º ano integral

- Pró-Enem - Um assunto do 1º lote de questões do material do Enem.
- Atualidades - Lista 18.

2º e 3º anos regulares

- ATA - Arte Moderna no século XIX: Impressionismo e Pós-Impressionismo.

2º e 3º anos integrais

- ATA - Arte Moderna no século XIX: Impressionismo e Pós-Impressionismo.
- Pró-Enem - Um assunto do 1º lote de questões do material do Enem.
- Atualidades - Lista 18.

domingo, 12 de agosto de 2012

Material de revisão para vestibular UFU - Agosto de 2012 (Redação - segunda fase)

http://cocminas.com.br/medio/alunos

(Clicar em Atualidades, série 3º ano)

Atualidades - 2012 - EM e PV - Lista 18


Caras e caros,

Boa noite, espero que o fim de semana tenha sido produtivo e prazeroso. Nesta semana, foram sugeridos assuntos dos mais variados temas com especial atenção para a adoção de cotas para alunos de escolas públicas nas universidades federais. Aproveito para destacar que, para o Enem, ainda que possa ser interessante a leitura desses assuntos, insisto que também é fundamental fazermos uma retrospectiva de 2011, ano de origem da maioria dos temas do Enem de 2012, em função de questões logísticas e conceituais desse concurso que explora com mais ênfase o ano anterior a sua realização. Em função disso,  indico também a leitura da lista publicada no ano de 2011 neste blogue que você encontra no link abaixo.


Abraços e boa leitura,

Professor Estéfani Martins
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sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Proposta 2012-16 - Uberaba - todas as turmas (entrega - 16-08-2012)


Leia com atenção os textos abaixo:

Texto 1

Sonho do COB em ver Brasil como potência olímpica nos Jogos de 2016 ainda é utopia

Eis que ao começar o dia e navegar pelos diversos portais de internet do Brasil, vejo que um dos assuntos mais comentados em relação aos Jogos Olímpicos de Londres 2012 tem a ver com um entrevero entre os jornalistas Galvão Bueno e Renato Maurício Prado, durante o programa “Conexão Sportv”, na última quarta-feira. Bem, respeitando todas as convicções editoriais de todos estes veículos, sinceramente acho que isso não passa de bobagem. Muito mais importante é analisar as palavras do superintendente do COB, Marcus Vinícius Freire, um dos entrevistados do programa.
O dirigente do COB disse durante o programa que vê o Brasil figurando no top 10 do quadro de medalhas dos Jogos do Rio, em 2016, com algo em torno de 30 medalhas. A aposta da entidade será obter estas medalhas em pelo menos nove modalidades:  vôlei, futebol, basquete, atletismo, judô, natação, vela, hipismo e o taekwondo. Além disso, ele aponta ser necessário fazer um trabalho intenso em outras modalidades que não tem tradição de medalha.
Na teoria, tudo muito bonito. A prática, contudo, mostra uma realidade completamente diferente.
Em primeiro lugar, o que vem sendo demonstrado aqui em Londres mostra que ainda há muito trabalho a ser feito. Mesmo em modalidades consideradas nobres aos olhos do COB, o Brasil tem patinado feio nesta primeira semana dos Jogos, vide os resultados do judô, que largou com duas medalhas e depois colecionou decepções (não estou computando Mayra Aguiar nesta lista). Resultados das seleções femininas de vôlei e basquete, além da natação, têm sido decepcionantes também, com as exceções de praxe (Cesar Cielo e Thiago Pereira).
Outro ponto que o dirigente do COB deveria ter ressaltado em sua entrevista: não se faz uma potência olímpica em quatro anos. Não existe uma política de massificação esportiva, mesmo com tanto dinheiro investido da Lei Agnelo Piva nos últimos ciclos olímpicos. Muito dinheiro mesmo.
O trabalho para 2016 tinha que ser iniciado, no mínimo, em Pequim 2008. Só assim não passaremos vexame em provas como tiro com  arco, tiro esportivo, ciclismo, sem falar em modalidades que nem conseguiram vaga para Londres, como ginástica rítmica e badminton, por exemplo.
Discurso sempre é bonito. Mas é preciso que esteja de acordo com a realidade, para que não se torne apenas um amontoado de palavras vazias.


Texto 2

O que é ser potência olímpica

Para nós, brasileiros, parece que ser potência olímpica é conquistar medalhas. Estar bem posicionado no quadro final em uma Olimpíada já é motivo para acharmos que somos fortes. Não, mas isso não é suficiente. Isso é para ser a consequência do que é ser potência olímpica, como os EUA, Grã-Bretanha ou Alemanha.
          Ser potência olímpica vai muito além dos resultados. É ter um trabalho contínuo e bem distribuído em vários esportes. O resultado vem naturalmente. E ao contrário do que o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro diz, estamos muito longe disso. Estamos muito longe de ser uma potência olímpica. Estamos muito longe de ter um trabalho sério em vários esportes. Vivemos ainda de resultados esporádicos e discursos prolongados das confederações e do COI.
Nas Olimpíadas, pude aprender muito sobre a importância de outros esportes. O futebol é e sempre vai ser nossa paixão maior. Mas o vôlei, o basquete, a esgrima, o levantamento de peso, atletismo, ginástica, etc., têm um público. Têm competidores. E precisam ter um envolvimento da nação e de gente séria e comprometida para desenvolvimento. O esporte tem um papel fundamental no processo de formação de um país mais sério e digno.
É por isso que não somos potência olímpica. E quando seremos? Você decide.


Proposta A – Enem

Em função da leitura dos textos motivadores e dos conhecimentos assimilados ao longo de sua formação, faça uma dissertação argumentativa que responda à pergunta: como transformar o Brasil em uma potência olímpica?

Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Observações:
• Seu texto deve ser escrito à tinta, na folha de redação.
• Desenvolva seu texto em prosa: não redija narração, nem poema.
• O texto com até 7 (sete) linhas escritas será considerado em branco.
• O texto deve ter, no máximo, 30 linhas.

Proposta B – Fuvest

Com base nas ideias e sugestões presentes na imagem e no texto aqui reunidos, redija uma dissertação argumentativa, em prosa, sobre o seguinte tema:

O esporte como símbolo de prosperidade de uma nação.

Instruções:
- Lembre-se de que a situação de produção de seu texto requer o uso da norma padrão da língua portuguesa.
- A redação deverá ter entre 20 e 30 linhas.
- Dê um título a sua redação.

Proposta C – Outros gêneros textuais - Conto

Faça um conto em que o tema seja relativo a algum aspecto das relações entre o esporte e um evento político ambientado no Brasil.

Instruções:
- Seu texto deve ter título.
- Seu texto deve ter no mínimo 25 e no máximo 30 linhas.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

ATA - Módulo 7 - 2ano, 3ano e PV - Artes Visuais 6 - Arte Moderna: Dadaísmo, Abstracionismo e Surrealismo


O moderno e as vanguardas estéticas III


ATA - Módulo 6 - 2ano, 3ano e PV - Artes Visuais 5 - Arte Moderna: Expressionismo, Fauvismo, Cubismo e Futurismo


O moderno e as vanguardas estéticas II

Vanguardas Estéticas (ou Europeias)

“Entende-se, com este termo – vanguarda –, um movimento que investe um interesse ideológico na arte, preparando e anunciando deliberadamente uma subversão radical da cultura e até dos costumes sociais, negando em bloco todo o passado e substituindo a pesquisa metódica por uma ousada experimentação estilística e técnica.”
(Giulio Carlo Argan, crítico de arte italiano.)

O conceito de vanguarda, que deriva do francês “avant-gard”, significa o que marcha em frente ou que está adiante do seu próprio tempo, como uma espécie de antevisão, de antecipação do porvir, do futuro. Em sentido estrito, alude à força militar pioneira, pois toma a frente do restante de um exército, para ser aquela que combate primeiro. Numa abordagem mais ampla, vanguarda, porque marco de um processo de ruptura com o anterior, com o antigo e com a tradição, o que, para a maioria, é inconcebível e, por isso, pouco ou nada compreendido por este grupo. Isso contribui para que as ideias e conceitos de vanguarda sejam frequentemente alvo do repúdio, do desdém e da indiferença da maioria das pessoas, ainda que algumas dessas concepções vanguardistas sejam no futuro e paradoxalmente as substitutas – em moldes semelhantes - daqueles mesmos planos ideológicos severa e “precocemente” contestados.

ATA - Módulo 5 - 2ano, 3ano e PV - Artes Visuais 4 - Arte Moderna: Impressionismo e Pós-Impressionismo


O moderno e as vanguardas estéticas I

"Os tempos primitivos são líricos, os tempos antigos são épicos, os tempos modernos são dramáticos."
(Victor Hugo)

A aurora da Arte Moderna

            Como se sabe, os processos humanos e sociais não se desenvolvem, sucedem-se ou revezam-se normalmente de forma estanque, precisa e bem delimitada. Isso se intensifica no estudo da Arte, já que é evidente de que na falência ou declínio de um estilo ou movimento gesta-se o subsequente não só por um mecanismo simplista e maniqueísta de oposição e ruptura entre eles, mas por meios mais afeitos ao amálgama, às trocas e aos paradoxos. Assim, deu-se ao longo do século XIX, com algumas contribuições significativas de movimentos como o Romantismo, o Realismo e o Simbolismo, muito dos aspectos contestatórios e inovadores que pautariam grande parte da produção artística desde então. Soma-se a isso o período histórico revolucionário que foram os séculos XIX e XX, em função da velocidade vertiginosa para muitos e necessária para uns poucos vanguardistas das mudanças em todas as esferas da experiência humana como o novo ideário proposto pela Revolução Francesa; uma Revolução Industrial que alterou os rumos não só do produzir, como das relações humanas e sociais; os adventos tecnológicos como a lâmpada elétrica, o rádio, a televisão, o telefone, a fotografia, o cinema, a internet, etc.; o desenvolvimento de ideias deterministas na ciência; a disseminação de ideais feministas, socialistas, comunistas, anarquistas, etc.; a urbanização acelerada; dentre muitos outros acontecimentos e concepções que mudariam não só a forma de ver o mundo, mas também de senti-lo.
            Nesse ínterim, a arte passou à meio de expressão das ideias e sensações mais íntimas dos artistas, até mesmo as inconfessáveis; tratou do feio, do grotesco, do incomum, do assimétrico, etc., de uma forma inédita pela sua intensidade e frequência; tornou-se de forma inequívoca mercadoria, mesmo quando tentava boicotar o sistema capitalista; impôs-se como antecipadora de tendências, atitudes, vontades, etc.; politizou-se a ponto de servir a regimes como aparato de propaganda; flertou com o hermetismo, a inacessibilidade e a plurissignificação; etc. Desse emaranhado de novidades, rupturas, contestações, continuísmos, enfim, desse tempo paradoxal e vertiginoso, nasceram os princípios estéticos e ideológicos que mais tarde com grande esforço teórico e intelectual, por vezes, forçosamente, costuma-se nomear como Arte Moderna.

Bolt demonstra respeito e interrompe entrevista na TV Espanhola para ouvir hino dos EUA | Blog UOL Esporte

Exemplo para além das aparências.

Bolt demonstra respeito e interrompe entrevista na TV Espanhola para ouvir hino dos EUA | Blog UOL Esporte:

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quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Uberlândia - Ensino Médio - 3º Bimestre - matérias para a P1 e P1(rec)

2º e 3º anos regulares

- ATA - Todo o conteúdo de Artes Visuais até o Romantismo.

1º ano integral

- NCA - Abordagem do Enem para o assunto tecnologia e linguagem.
- CineDebate - Pergunta sobre os filmes assistidos no primeiro semestre.
- Atualidades - Lista 17

2º e 3º anos integrais

- ATA - Todo o conteúdo de Artes Visuais até o Romantismo.
- CineDebate - Pergunta sobre os filmes assistidos no primeiro semestre.
- Atualidades - Lista 17

Atualidades - 2012 - EM e PV - Lista 17


Caras e caros,

Boa noite, espero que todos vocês tenham a tido um excelente recesso. Eis a nossa décima sétima coletânea feita com um foco especial nas questões em torno da Olimpíada de Londres 2012 como o os casos de atletas expulsos por atitudes preconceituosas, pelas suspeitas de dopping, pela luta pela hegemonia olímpica entre China e EUA que traduz outro conflito de caráter geopolítico entre essas potências. Em função da importância desses assuntos, os sete textos serão obrigatórios para todas as séries do Ensino Médio.

Abraços e boa leitura,

Professor Estéfani Martins
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