terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Redação - Proposta 2016V6 - Inteligência coletiva (UFU, Enem e demais vestibulares.)

Leia com atenção os textos abaixo:

Texto 01.

Texto 02.
“O conceito da inteligência coletiva foi criado a partir de alguns debates realizados por Pierre Lévy relacionados às tecnologias da inteligência. Caracteriza-se pela nova forma de pensamento sustentável através de conexões sociais que se tornam viáveis pela utilização das redes abertas de computação da internet.
As tecnologias da inteligência são representadas especialmente pelas linguagens, os sistemas de signos, recursos lógicos e pelos instrumentos dos quais nos servimos. Todo nosso funcionamento intelectual é induzido por essas representações. Segundo o filósofo e sociólogo criador do conceito de inteligência coletiva Pierre Lévy, os seres humanos são incapazes de pensar só e sem o auxílio de qualquer ferramenta.
A inteligência coletiva seria uma forma de o homem pensar e compartir seus conhecimentos com outras pessoas, utilizando recursos mecânicos como, por exemplo, a internet. Nela os próprios usuários é que geram o conteúdo através da interatividade com o website.”

Texto 03.
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Texto 04.
“Na era digital, informações não faltam. Abundam! Mas quem tem tempo de ler tanta coisa? Ou pior: Quem tem tempo de pensar sobre tanta coisa, estabelecer relações entre todas essas informações e aprender, de fato, alguma coisa com elas?
A pergunta vale tanto para quem passa o dia no Facebook lendo notícias dos amigos quanto para um cientista que passa o dia ligado em sites de ciência e lendo artigos científicos nas páginas de revistas especializadas, sejam elas digitais ou de papel. Temos muito mais acesso a informações hoje, sem dúvida. Não é preciso nem correr atrás delas; querendo ou não, elas chegam até você. Basta ligar o computador ou o celular. Mas será que estamos melhor informados do que antigamente?
Segundo uma enquete que é realizada desde 1977 por pesquisadores do Centro de Estudos da Informação e Comunicação, da Universidade do Tennessee em Knoxville, a capacidade dos cientistas de ler trabalhos científicos pode ter chegado ao limite. O levantamento mais recente, realizado com 800 entrevistados, indica que, em 2012, cientistas liam uma média de 22 artigos científicos (papers) por mês; cerca de 264 por ano. Um resultado estatisticamente igual ao da enquete anterior, de 2005. Foi a primeira vez que o número de artigos lidos por semana não aumentou desde que a pesquisa começou a ser realizada, 36 anos atrás, o que levou a pesquisadora Carol Tenopir a deduzir que “as pessoas provavelmente chegaram ao limite do tempo que têm disponível para ler artigos”.
O tempo gasto na leitura de cada artigo, que vinha caindo significativamente ao longo dos anos, também parece ter se estabilizado, na faixa dos 30 minutos, segundo as enquetes de 2005 e 2012.
As informações são de um reportagem publicada no site da Nature, no início deste mês. O artigo científico ainda não foi publicado (deverá sair na revista Learned Publishing), as conclusões estatísticas do trabalho já tiveram de ser revistas (segundo uma nota de rodapé na matéria da Nature) e a representatividade da enquete talvez seja questionável. Ainda assim, os resultados soam bastante compatíveis com o cenário atual da disseminação de notícias e informações em geral, incluindo informações científicas.
O volume de informações disponível para qualquer pessoa aumentou exponencialmente nos últimos anos, com o crescimento da internet e a disseminação das redes sociais, smartphones, tablets e outros dispositivos tecnológicos portáteis de acesso à rede, que fazem chover informações na nossa mão a hora que quisermos. Por outro lado, o ano continua a ter 12 meses; os meses continuam a ter 4 semanas; as semanas continuam a ter 7 dias; e os dias continuam a ter apenas 24 horas cada. Informações não faltam. Mas tempo, falta.”

Texto 05.
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Fonte: internet.

Texto 06.
“Onde está a vida que perdemos vivendo?
Onde está a sabedoria que perdemos no conhecimento?
Onde está o conhecimento que perdemos na informação?”
(T.S. Eliot, poeta em “A rocha”, 1934)

Situação 2016V6-A - Dissertação (USP, Unesp, Uniube, etc.)
Faça uma dissertação a respeito das seguintes perguntas:

Inteligência coletiva: desde quando? Qual o futuro dela?

Instruções:
1. Lembre-se de que a situação de produção de seu texto requer o uso da norma padrão da língua portuguesa.
2. A redação deverá ter entre 25 e 30 linhas.
3. Dê um título a sua redação.

Situação 2016V6-B – Outros gêneros textuais – crônica (Unicamp, UEL, etc.)
Faça uma crônica sobre as relações entre os seguintes conceitos: informação, conhecimento e inteligência coletiva.

Instruções gerais:
1. Se for o caso do gênero textual em questão, dê um título para sua redação. Esse título deverá deixar claro o aspecto da situação escolhida que você pretende abordar.
3. Se a estrutura do gênero selecionado exigir assinatura, escreva, no lugar da assinatura: José ou Josefa. Em hipótese alguma escreva seu nome, pseudônimo, apelido, etc. na folha de prova.
4. Utilize trechos dos textos motivadores (da situação que você selecionou) e parafraseie-os.
5. Não copie trechos dos textos motivadores ao fazer sua redação.
6. Quanto ao número mínimo e máximo de linhas e de acordo com o vestibular pretendido, informe qual o vestibular que você irá prestar para que possamos adequar a correção às exigências do concurso escolhido.

Situação 2016V6-C - Carta argumentativa (UFU, Unicamp, UEL, etc.)
Escreva uma carta argumentativa para o senhor Herton Escobar, autor do texto 04, com o objetivo de comentar as ideias presentes nesse texto publicado no blogue dele.

Situação 2016V6-D – Artigo de opinião (UFU, Unicamp, UEL, etc.)
Faça um artigo de opinião sobre as seguintes perguntas:

Inteligência coletiva para quê e para quem?

Situação 2016V6-E – Editorial (UFU, Unicamp, UEL, etc.)
Faça um editorial a respeito dos malefícios e dos benefícios da chamada Era da Informação.

Instruções UFU:
1. Após a escolha de uma das situações, assinale sua opção no alto da folha de resposta e, ao redigir seu texto, obedeça às normas do gênero selecionado.
2. Se for o caso, dê um título para sua redação. Esse título deverá deixar claro o aspecto da situação escolhida que você pretende abordar.
3. Se a estrutura do gênero selecionado exigir assinatura, escreva, no lugar da assinatura: JOSÉ OU JOSEFA. Em hipótese alguma escreva seu nome, pseudônimo, apelido, etc. na folha de prova.
4. Utilize trechos dos textos motivadores (da situação que você selecionou) e parafraseie-os.
5. Não copie trechos dos textos motivadores, ao fazer sua redação.
6. Mínimo de 25 e máximo de 30 linhas.
7. ATENÇÃO: se você não seguir as instruções da orientação geral e as relativas ao tema que escolheu, sua redação será penalizada.

Situação 2016V6-F - Dissertação (Enem)
A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “internet e direitos humanos no Brasil”, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Instruções Enem:
1. O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.
2. O texto definitivo deve ser escrito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas.
3. A redação com até 7 (sete) linhas escritas será considerada “insuficiente” e receberá nota zero.
4. A redação que fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo receberá nota zero.
5. A redação que apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos receberá nota zero.

6. A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.