terça-feira, 2 de maio de 2017

Redação - Lista com dez temas subjetivos (Uniube, Fuvest. Vunesp, Famema, Famerp, UFU, etc.)

Observações importantes: 
- estas propostas têm o objetivo principal de atender à demanda de alunos e internautas por assuntos mais complexos e mesmo subjetivos para motivar a criação de seus textos.
- há também propostas voltadas para o Enem, ainda que, pela complexidade dos temas, penso é improvável que a maioria deles seja aproveitada na segunda aplicação do Enem em dezembro.


Proposta 2017Sub1

Texto 01.
“Quem é que quer flores depois de morto?” (J. D. Salinger)

Texto 02.
“O cadáver é que é o produto final. Nós somos apenas a matéria prima.” (Millôr Fernandes, escritor brasileiro)

Texto 03.
No Ano Passado

Já repararam como é bom dizer "o ano passado"? É como quem já tivesse atravessado um rio, deixando tudo na outra margem...Tudo sim, tudo mesmo! Porque, embora nesse "tudo" se incluam algumas ilusões, a alma está leve, livre, numa extraordinária sensação de alívio, como só se poderiam sentir as almas desencarnadas. Mas no ano passado, como eu ia dizendo, ou mais precisamente, no último dia do ano passado deparei com um despacho da Associeted Press em que, depois de anunciado como se comemoraria nos diversos países da Europa a chegada do Ano Novo, informava-se o seguinte, que bem merece um parágrafo à parte:
"Na Itália, quando soarem os sinos à meia-noite, todo mundo atirará pelas janelas as panelas velhas e os vasos rachados".
Ótimo! O meu ímpeto, modesto, mas sincero, foi atirar-me eu próprio pela janela, tendo apenas no bolso, à guisa de explicação para as autoridades, um recorte do referido despacho. Mas seria levar muito longe uma simples metáfora, aliás praticamente irrealizável, porque resido num andar térreo. E, por outro lado, metáforas a gente não faz para a Polícia, que só quer saber de coisas concretas. Metáforas são para aproveitar em versos...
Atirei-me, pois, metaforicamente, pela janela do tricentésimo-sexagésimo-quinto andar do ano passado.
Morri? Não. Ressuscitei. Que isto da passagem de um ano para outro é um corriqueiro fenômeno de morte e ressurreição - morte do ano velho e sua ressurreição como ano novo, morte da nossa vida velha para uma vida nova. (Mário Quintana)

Texto 04.
“Quem não tem medo da vida também não tem medo da morte.” (Arthur Schopenhauer)

Texto 05.
"Tenho duas armas para lutar contra o desespero, a tristeza e até a morte: o riso a cavalo e o galope do sonho. É com isso que enfrento essa dura e fascinante tarefa de viver." (Ariano Suassuna)

Texto 06.
“Peter Singer é um exemplo de intelectual engajado, pois mantém uma sólida produção acadêmica e um intenso ativismo social. Isto tem lhe rendido inúmeros reconhecimentos e problemas. Mas uma de suas maiores polêmicas, talvez, tenha sido a reflexão sobre a morte, que inicia na possibilidade da adequação da prática de infanticídio. No livro Ética Prática, Singer analisa o tema ao refletir sobre o desenvolvimento do embrião, do feto e do recém-nascido, defendendo que a questão não está em ter nascido ou não, mas sim em ter ou não consciência de si.
Questionando fortemente a santidade da vida humana como base do seu raciocínio, Singer afirma, também, que a aceitação do critério de morte encefálica é uma ruptura com a perspectiva de santidade da vida humana, pois neste caso um ser humano deixa de ser reconhecido como uma pessoa.
Já sobre o tema da eutanásia, Singer diferencia o procedimento voluntário, do involuntário e do não voluntário, defendendo a eutanásia voluntária como exercício da autonomia pessoal, que visa a reduzir um sofrimento intolerável.
Para introduzir a reflexão, talvez seja interessante resgatar uma importante questão linguística apontada por Giorgio Agamben, que permaneceu esquecida por muito tempo. O conceito de Vida, do grego, pode ser associado a duas palavras: Zoé e Bios. Zoé era utilizada para caracterizar a vida biológica em si, o estar vivo. Bios, por outro lado, caracterizava a vida política, a relação entre as pessoas, o estar no mundo. Sendo assim, no caso do critério encefálico, o estabelecimento da morte de uma pessoa se associa a Bios e não a Zoé.
A necessidade de ter o adequado entendimento sobre esta diferença entre a vida e o viver, na perspectiva da ética e da bioética, surgiu com a realização de procedimentos como a reanimação cardiorrespiratória, a fecundação in vitro e os novos métodos diagnósticos.
A pergunta que surgiu quando dos primeiros procedimentos de reanimação era sobre o status do paciente antes e depois da sua realização. O paciente era reanimado porque tinha sofrido uma parada cardiorrespiratória, considerada morte, mas era reanimado justamente por este mesmo motivo. O papa Pio XII chegou a se manifestar a este respeito, afirmando que "a caracterização da morte é um ato médico". Não é a vida que cessa, mas sim o viver.”

Situação 2017Sub1-A - Dissertação (USP, UFU, Unesp, Uniube, etc.)
Faça uma dissertação sobre os motivos que possam explicar a dificuldade e mesmo a fobia tão comum na sociedade ocidental em relação à morte, em especial, na brasileira.

Instruções:
1. Lembre-se de que a situação de produção de seu texto requer o uso da norma padrão da língua portuguesa.
2. A redação deverá ter entre 25 e 30 linhas.
3. Dê um título a sua redação.

Situação 2017Sub1-B – Outros gêneros textuais - Relato (UFU, Unicamp, UEL, etc.)
Escreva um relato sobre as experiências de alguém que tenha perdido uma pessoa querida recentemente.

Instruções gerais:
1. Se for o caso do gênero textual em questão, dê um título para sua redação. Esse título deverá deixar claro o aspecto da situação escolhida que você pretende abordar.
3. Se a estrutura do gênero selecionado exigir assinatura, escreva, no lugar da assinatura: José ou Josefa. Em hipótese alguma escreva seu nome, pseudônimo, apelido, etc. na folha de prova.
4. Utilize trechos dos textos motivadores (da situação que você selecionou) e parafraseie-os.
5. Não copie trechos dos textos motivadores ao fazer sua redação.
6. Quanto ao número mínimo e máximo de linhas e de acordo com o vestibular pretendido, informe qual o vestibular que você irá prestar para que possamos adequar a correção às exigências do concurso escolhido.

Situação 2017Sub1-C - Carta argumentativa (UFU, Unicamp, UEL, etc.)
Escreva uma carta argumentativa para um político que julgar pertinente a fim de convencê-lo a defender a sua posição sobre uma possível legalização da eutanásia no Brasil.

Situação 2017Sub1-D – Artigo de opinião (UFU, Unicamp, UEL, etc.)
Faça um artigo de opinião em que você comunique a sua posição sobre a legalização da eutanásia no Brasil.

Instruções UFU:
1. Após a escolha de uma das situações, assinale sua opção no alto da folha de resposta e, ao redigir seu texto, obedeça às normas do gênero selecionado.
2. Se for o caso, dê um título para sua redação. Esse título deverá deixar claro o aspecto da situação escolhida que você pretende abordar.
3. Se a estrutura do gênero selecionado exigir assinatura, escreva, no lugar da assinatura: JOSÉ OU JOSEFA. Em hipótese alguma escreva seu nome, pseudônimo, apelido, etc. na folha de prova.
4. Utilize trechos dos textos motivadores (da situação que você selecionou) e parafraseie-os.
5. Não copie trechos dos textos motivadores, ao fazer sua redação.
6. Mínimo de 25 e máximo de 34 linhas.
7. ATENÇÃO: se você não seguir as instruções da orientação geral e as relativas ao tema que escolheu, sua redação será penalizada.


Situação 2017Sub1-F - Dissertação (Enem)
A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “a humanização da morte”, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Instruções Enem:
1. O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.
2. O texto definitivo deve ser escrito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas.
3. A redação com até 7 (sete) linhas escritas será considerada “insuficiente” e receberá nota zero.
4. A redação que fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo receberá nota zero.
5. A redação que apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos receberá nota zero.

6. A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.


Para ter acesso às outras nove propostas de redação, clique abaixo.  


Proposta 2017Sub2

Leia atentamente os textos abaixo.

Texto 01.
“A ideia de ‘’pós-modernismo’ surgiu pela primeira vez no mundo hispânico, na década de 1930, uma geração antes de seu aparecimento na Inglaterra ou nos EUA. Perry Anderson, conhecido pelos seus estudos dos fenômenos culturais e políticos contemporâneos, em "As Origens da Pós-Modernidade" (1999), conta que foi um amigo de Unamuno e Ortega, Frederico de Onís, que imprimiu o termo pela primeira vez, embora descrevendo um refluxo conservador dentro do próprio modernismo. Mas coube ao filósofo francês Jean-François Lyotard, com a publicação "A Condição Pós-Moderna" (1979), a expansão do uso do conceito.
Em sua origem, pós-modernismo significava a perda da historicidade e o fim da "grande narrativa" - o que no campo estético significou o fim de uma tradição de mudança e ruptura, o apagamento da fronteira entre alta cultura e da cultura de massa e a prática da apropriação e da citação de obras do passado.
A densa obra de Frederic Jameson[1] "Pós-Modernismo" (1991), enumera como ícones desse movimento: na arte, Andy Warhol e a pop art, o fotorrealismo e o neo-expressionismo; na música, John Cage, mas também a síntese dos estilos clássico e "popular" que se vê em compositores como Philip Glass e Terry Riley e, também, o punk rock e a new wave"; no cinema, Godard; na literatura, William Burroughs, Thomas Pynchon e Ishmael Reed, de um lado, "e o nouveau roman francês e sua sucessão", do outro. Na arquitetura, entretanto, seus problemas teóricos são mais consistentemente articulados e as modificações da produção estética são mais visíveis.
Jameson aponta a imbricação entre as teorias do pós-modernismo e as "generalizações sociológicas" que anunciam um tipo novo de sociedade, mais conhecido pela alcunha "sociedade pós-industrial". Ele argumenta que "qualquer ponto de vista a respeito do pós-modernismo na cultura é ao mesmo tempo, necessariamente, uma posição política, implícita ou explícita, com respeito à natureza do capitalismo multinacional em nossos dias".
Vale observar que Perry Anderson, ao ser convidado a fazer a apresentação do livro de Jameson, terminou escrevendo o seu próprio “As origens da pós-modernidade”, constituindo assim uma espécie de ‘introdução’ ao conceito. Nele diz que o modernismo era tomado por imagens de máquinas [as indústrias] enquanto que o pós-modernismo é usualmente tomado por “máquinas de imagens” (p.105) da televisão, do computador, da Internet e do shopping centers. A modernidade era marcada pela excessiva confiança na razão, nas grandes narrativas utópicas de transformação social, e o desejo de aplicação mecânica de teorias abstratas à realidade. Jameson observa que “essas novas máquinas podem se distinguir dos velhos ícones futuristas de duas formas interligadas: todas são fontes de reprodução e não de ‘produção’ e já não são sólidos esculturais no espaço. O gabinete de um computador dificilmente incorpora ou manifesta suas energias específicas da mesma maneira que a forma de uma asa ou de uma chaminé” (citado por Anderson, p.105).”

Texto 02.
“O pós-moderno é muito mais a fadiga crepuscular de uma época que parece extinguir-se ingloriosamente que o hino de júbilo de amanhãs que despontam. À consciência pós-moderna não corresponde uma realidade pós-moderna. Nesse sentido, ela é um simples mal-estar da modernidade, um sonho da modernidade. É literalmente, falsa consciência, porque consciência de uma ruptura que não houve, ao mesmo tempo, é também consciência verdadeira, porque alude, de algum modo, às deformações da modernidade.” (Sérgio Paulo Rouanet, “As origens do Iluminismo”)

Texto 03.
“O mal-estar pós-moderno é visível e trivial, expressado na linguagem do cotidiano do trabalho compulsivo, muitas vezes vendido como se fosse ‘lazer’ ou ‘ócio criativo’, que gera stress, a perversão, a depressão, a obesidade, o tédio.”
“Se a modernidade prometia a felicidade através do progresso da ciência ou de uma revolução, a pós-modernidade promete um nada que pretende ser o solo para tudo.”
(Raymundo de Lima)

Texto 04.
“Tudo se tornou demasiadamente próximo, promíscuo, sem limites, deixando-se penetrar por todos os poros e orifícios.” (Slavoj Zizek)

Texto 05.
“Segundo o francês Jean-François Lyotard, a "condição pós-moderna" caracteriza-se pelo fim das metanarrativas. Os grandes esquemas explicativos teriam caído em descrédito e não haveria mais "garantias", posto que mesmo a ciência já não poderia ser considerada como a fonte da verdade.
Para o crítico marxista norte-americano Fredric Jameson, a Pós-Modernidade é a "lógica cultural do capitalismo tardio", correspondente à terceira fase do capitalismo, conforme o esquema proposto por Ernest Mandel.
Outros autores preferem evitar o termo. O sociólogo polonês Zygmunt Bauman, um dos principais popularizadores do termo Pós-Modernidade no sentido de forma póstuma da modernidade, atualmente prefere usar a expressão "modernidade líquida" - uma realidade ambígua, multiforme, na qual, como na clássica expressão do manifesto comunista, tudo o que é sólido se desmancha no ar.
O filósofo francês Gilles Lipovetsky prefere o termo "hipermodernidade", por considerar não ter havido de fato uma ruptura com os tempos modernos - como o prefixo "pós" dá a entender. Segundo Lipovetsky, os tempos atuais são "modernos", com uma exacerbação de certas características das sociedades modernas, tais como o individualismo, o consumismo, a ética hedonista, a fragmentação do tempo e do espaço.
Já o filósofo alemão Jürgen Habermas relaciona o conceito de Pós-Modernidade a tendências políticas e culturais neoconservadoras, determinadas a combater os ideais iluministas.”

Texto 06.

Texto 07.
“A importância de Bauman está na interpretação da fluidez dos tempos pós-modernos. Bauman é duro neste aspecto, se declara um sociólogo crítico e recusa o rótulo de “pós-modernista”. Para ele, “pós-modernista” é aquele que reproduz a ideologia do pós-modernismo, que se recusa a qualquer tipo de debate, que relativiza a vida ao máximo e que, dentro dessa superrelativização, não consegue estabelecer críticas e nem formar regras para guiar a sociedade. Pós-modernista é aquele que foi construído dentro de uma condição pós-moderna, ele a reproduz e é constituído por ela. É seu arauto, seu representante inconsciente e é este posto que Bauman rejeita e nega fielmente.
A posição do autor é crítica às relações sociais atuais. Se trata de começar com uma categorização nova: modernidade líquida e modernidade sólida. Uma que representa o novo mundo, a pós-modernidade, e o outro que define a modernidade, a sociedade industrial, a sociedade da guerra-fria. Não é difícil de conseguir perceber a relação direta entre a “solidez” das relações da guerra-fria, com dois núcleos de produção dos julgamentos corretos (o capitalista, representado pelos EUA e o comunista, representado pela URSS), com duas opção distintas e antagônicas para serem “escolhidas”, ao contrário do pós-guerra fria, após a queda do Muro de Berlim e com a dissolução de qualquer centro de emissão moral, com a primazia do consumo em detrimento de qualquer ética da parcimônia e etc e etc.
A sociedade líquida é a sociedade das relações fluidas, das relações frágeis, é a sociedade em que a fixidez de uma amizade em que ambas as partes matariam e morreriam pela outra já não existe mais. Não se trata mais de uma sociedade em que os indivíduos sabem o seu destino desde o nascimento, agora estamos imersos em um espaço social onde ~teoricamente~ escolhemos nosso futuro, optamos pelo nosso destino, somos responsáveis pelo nosso fracasso. Não é mais necessário ser asiático para ser um legítimo budista, basta comprar os livros certos e assistir às aulas certas. Ninguém é, e sim está.” (Vinicius Siqueira)

Situação 2017Sub2-A - Dissertação (USP, UFU, Unesp, Uniube, etc.)
Faça uma dissertação sobre quais são as principais dúvidas e dilemas do homem chamado pós-moderno.

Instruções:
1. Lembre-se de que a situação de produção de seu texto requer o uso da norma padrão da língua portuguesa.
2. A redação deverá ter entre 25 e 30 linhas.
3. Dê um título a sua redação.



Situação 2017Sub2-B – Outros gêneros textuais - Diário (UFU, Unicamp, UEL, etc.)
Escreva um texto a ser colocado em um diário a fim de analisar as principais transformações na forma como as pessoas relacionam-se entre a geração dos seus pais e a sua.

Instruções gerais:
1. Se for o caso do gênero textual em questão, dê um título para sua redação. Esse título deverá deixar claro o aspecto da situação escolhida que você pretende abordar.
3. Se a estrutura do gênero selecionado exigir assinatura, escreva, no lugar da assinatura: José ou Josefa. Em hipótese alguma escreva seu nome, pseudônimo, apelido, etc. na folha de prova.
4. Utilize trechos dos textos motivadores (da situação que você selecionou) e parafraseie-os.
5. Não copie trechos dos textos motivadores ao fazer sua redação.
6. Quanto ao número mínimo e máximo de linhas e de acordo com o vestibular pretendido, informe qual o vestibular que você irá prestar para que possamos adequar a correção às exigências do concurso escolhido.

Situação 2017Sub2-C - Carta argumentativa (UFU, Unicamp, UEL, etc.)
Escreva uma carta argumentativa para um dos autores dos aforismos ou textos da coletânea a fim de posicionar-se sobre as ideias defendidas por ele a respeito da atualidade.

Situação 2017Sub2-D – Artigo de opinião (UFU, Unicamp, UEL, etc.)
Redija um artigo de opinião sobre se a Modernidade de fato foi superada pela Pós-Modernidade.

Instruções UFU:
1. Após a escolha de uma das situações, assinale sua opção no alto da folha de resposta e, ao redigir seu texto, obedeça às normas do gênero selecionado.
2. Se for o caso, dê um título para sua redação. Esse título deverá deixar claro o aspecto da situação escolhida que você pretende abordar.
3. Se a estrutura do gênero selecionado exigir assinatura, escreva, no lugar da assinatura: JOSÉ OU JOSEFA. Em hipótese alguma escreva seu nome, pseudônimo, apelido, etc. na folha de prova.
4. Utilize trechos dos textos motivadores (da situação que você selecionou) e parafraseie-os.
5. Não copie trechos dos textos motivadores, ao fazer sua redação.
6. Mínimo de 25 e máximo de 34 linhas.
7. ATENÇÃO: se você não seguir as instruções da orientação geral e as relativas ao tema que escolheu, sua redação será penalizada.

Situação 2017Sub2-F - Dissertação (Enem)
A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “os dilemas do humanidade pós-moderna”, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Instruções Enem:
1. O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.
2. O texto definitivo deve ser escrito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas.
3. A redação com até 7 (sete) linhas escritas será considerada “insuficiente” e receberá nota zero.
4. A redação que fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo receberá nota zero.
5. A redação que apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos receberá nota zero.
6. A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.


Proposta 2017Sub3


Leia atentamente os textos abaixo.

Texto 01.
Honestidade
s.f. Característica ou particularidade de honesto; qualidade de quem demonstra honradez.
Que age de acordo com os princípios da moral vigente.
Atributo do que é decente; qualidade do que possui pureza; particularidade do que não se pode reprimir moralmente; castidade.
(Etm. honesto + (i)dade)

Texto 02.

Texto 03.

Texto 04.

Texto 05.

Situação 2017Sub3-A - Dissertação (USP, UFU, Unesp, Uniube, etc.)
Faça uma dissertação sobre a seguinte pergunta:

No Brasil, para a maioria das pessoas, a honestidade é uma obrigação sempre do outro?

Instruções:
1. Lembre-se de que a situação de produção de seu texto requer o uso da norma padrão da língua portuguesa.
2. A redação deverá ter entre 25 e 30 linhas.

3. Dê um título a sua redação.


Situação 2017Sub3-B – Outros gêneros textuais – Carta aberta (UFU, Unicamp, UEL, etc.)
Faça uma carta aberta aos brasileiros em defesa da honestidade em todos os segmentos e situações sociais.

Instruções gerais:
1. Se for o caso do gênero textual em questão, dê um título para sua redação. Esse título deverá deixar claro o aspecto da situação escolhida que você pretende abordar.
3. Se a estrutura do gênero selecionado exigir assinatura, escreva, no lugar da assinatura: José ou Josefa. Em hipótese alguma escreva seu nome, pseudônimo, apelido, etc. na folha de prova.
4. Utilize trechos dos textos motivadores (da situação que você selecionou) e parafraseie-os.
5. Não copie trechos dos textos motivadores ao fazer sua redação.
6. Quanto ao número mínimo e máximo de linhas e de acordo com o vestibular pretendido, informe qual o vestibular que você irá prestar para que possamos adequar a correção às exigências do concurso escolhido.

Situação 2017Sub3-C - Carta argumentativa (UFU, Unicamp, UEL, etc.)
Escreva uma carta argumentativa para um político de sua preferência a fim de discutir como a desonestidade na política prejudica todos os brasileiros, inclusive a classe política.

Situação 2017Sub3-D – Artigo de opinião (UFU, Unicamp, UEL, etc.)
Redija um artigo de opinião sobre a seguinte afirmação:

Ser honesto está fora de moda.

Instruções UFU:
1. Após a escolha de uma das situações, assinale sua opção no alto da folha de resposta e, ao redigir seu texto, obedeça às normas do gênero selecionado.
2. Se for o caso, dê um título para sua redação. Esse título deverá deixar claro o aspecto da situação escolhida que você pretende abordar.
3. Se a estrutura do gênero selecionado exigir assinatura, escreva, no lugar da assinatura: JOSÉ OU JOSEFA. Em hipótese alguma escreva seu nome, pseudônimo, apelido, etc. na folha de prova.
4. Utilize trechos dos textos motivadores (da situação que você selecionou) e parafraseie-os.
5. Não copie trechos dos textos motivadores, ao fazer sua redação.
6. Mínimo de 25 e máximo de 34 linhas.
7. ATENÇÃO: se você não seguir as instruções da orientação geral e as relativas ao tema que escolheu, sua redação será penalizada.


Situação 2017Sub3-F - Dissertação (Enem)
A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “como tornar a honestidade um valor cultural inegociável no Brasil”, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Instruções Enem:
1. O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.
2. O texto definitivo deve ser escrito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas.
3. A redação com até 7 (sete) linhas escritas será considerada “insuficiente” e receberá nota zero.
4. A redação que fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo receberá nota zero.
5. A redação que apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos receberá nota zero.
6. A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.

Proposta 2017Sub4


Leia atentamente os textos abaixo.

Texto 01.
“A escuridão não pode expulsar a escuridão; só a luz pode fazer isso. O ódio não pode expulsar o ódio; só o amor pode fazer isso.” (Martin Luther King)

Texto 02.
“Doze vozes gritavam, cheias de ódio, e eram todos iguais. Não havia dúvida, agora, quanto ao que sucedera à fisionomia dos porcos. As criaturas de fora olhavam de um porco para um homem, de um homem para um porco e de um porco para um homem outra vez; mas já se tornara impossível distinguir, quem era homem, quem era porco.” (“On The Road”, de Jack Kerouac)

Texto 03.
“Numa época de tecnologia avançada, o maior perigo para as ideias, para a cultura e para o espírito pode mais facilmente vir de um inimigo sorridente que de um adversário que inspira o terror e o ódio.” (Aldous Huxley)

Texto 04.

Texto 05.
“No dia 5 de março o Laboratório de Estudos sobre Imagem e Cibercultura (Labic), da Universidade Federal do Espírito Santo, publicou um mapa de redes de admiradores das Polícias Militares no Facebook. São páginas dedicadas a defender o uso de violência contra o que chamam de “bandidos”, “vagabundos”, “assaltantes”, fazer apologia a linchamentos e ao assassinato, defender policiais, publicar fotos de pessoas “justiçadas” ou mortas violentamente, vender equipamentos bélicos e combater os direitos humanos.
Para centenas de milhares de seguidores dessas páginas, a violência é a única mediadora das relações sociais, a paz só existe se a sociedade se armar e fizer justiça com as próprias mãos, a obediência seria o valor supremo da democracia. Dentro dessa lógica, a relação com os movimentos populares só poderia ser feita através da força policial. Qualquer ato que escape à ordem ou qualquer luta por direitos é lido como um desacato à sociedade disciplinada. Um exemplo: no sábado, dia 8 de março, a página “Faca na Caveira” publicou um texto sobre o Dia Internacional das Mulheres no qual manda as feministas “se foderem”. Em uma hora, recebeu 300 likes. Até a tarde de domingo, 1473 pessoas haviam curtido o texto.
Abaixo o professor Fábio Malini explica como fez a pesquisa e analisa o discurso compartilhado por esses internautas. ‘O que estamos vendo é só a cultura do medo midiático passando a ter os seus próprios veículos’, diz ele.”

Texto 06.
“O tema da baixa qualidade e da alta temperatura dos debates na Internet me mobiliza desde a primeira coluna publicada neste blog, que conclamava a usar o potencial do mundo digital para construir cidadania e não para disseminar o ódio e a intolerância.
Mas está difícil alcançar esse objetivo... que o digam as administradoras de páginas que denunciam o assédio sexual das mulheres, as quais, pelo seu ativismo, acabam sendo elas próprias alvo das agressões que tentam combater.
Um bom exemplo é o das estudantes de ciência política da Universidade de Brasília, que no ano passado criaram a página ‘Fiu Fiu-UnB’ no Facebook. A página recebe relatos de agressão e assédio sexual. Além disso, debate e divulga iniciativas de combate à violência contra as mulheres. Ao longo do ano passado recebeu quase 200 relatos de mulheres que sofreram todo tipo de humilhação e trauma. Seu objetivo é criar uma política na Universidade que permita proteger as mulheres.
O triste e frustrante é que, quanto mais o trabalho da Fiu Fiu-UnB ganha visibilidade, mais as administradoras da página tornam-se vulneráveis a ataques pessoais, ameaças e questionamentos extremamente ofensivos. Elas não são as únicas, infelizmente. A editora da página feministssa.com, Jennifer Thorpe, conta que no ano passado seus dados pessoais foram parar no Twitter e os internautas foram convidados a enviar mensagens dizendo ‘o que gostariam de fazer com ela’”.

Situação 2017Sub4-A - Dissertação (USP, Unesp, Uniube, etc.)
Faça uma dissertação sobre o quanto o crescimento do ódio demonstrado por meio de redes sociais revela sobre a humanidade.

Instruções:
1. Lembre-se de que a situação de produção de seu texto requer o uso da norma padrão da língua portuguesa.
2. A redação deverá ter entre 25 e 30 linhas.
3. Dê um título a sua redação.


Situação 2017Sub4-B – Outros gêneros textuais - comentário (Unicamp, UEL, etc.)
Escreva um comentário a ser publicado em uma rede social em que você coloque a sua posição a respeito do preconceito e do ódio tão presentes em redes sociais .

Instruções gerais:
1. Se for o caso do gênero textual em questão, dê um título para sua redação. Esse título deverá deixar claro o aspecto da situação escolhida que você pretende abordar.
3. Se a estrutura do gênero selecionado exigir assinatura, escreva, no lugar da assinatura: José ou Josefa. Em hipótese alguma escreva seu nome, pseudônimo, apelido, etc. na folha de prova.
4. Utilize trechos dos textos motivadores (da situação que você selecionou) e parafraseie-os.
5. Não copie trechos dos textos motivadores ao fazer sua redação.
6. Quanto ao número mínimo e máximo de linhas e de acordo com o vestibular pretendido, informe qual o vestibular que você irá prestar para que possamos adequar a correção às exigências do concurso escolhido.

Situação 2017Sub4-C - Carta argumentativa (UFU, Unicamp, UEL, etc.)
Escreva uma carta argumentativa para os responsáveis por uma rede social de sua escolha em que você sugira meios de combate e mesmo erradicação do preconceito e do ódio veiculado nessas comunidades virtuais.

Situação 2017Sub4-D – Artigo de opinião (UFU, Unicamp, UEL, etc.)
Redija um artigo de opinião sobre as razões do crescimento do ódio veiculado por meio da internet.

Instruções UFU:
1. Após a escolha de uma das situações, assinale sua opção no alto da folha de resposta e, ao redigir seu texto, obedeça às normas do gênero selecionado.
2. Se for o caso, dê um título para sua redação. Esse título deverá deixar claro o aspecto da situação escolhida que você pretende abordar.
3. Se a estrutura do gênero selecionado exigir assinatura, escreva, no lugar da assinatura: JOSÉ OU JOSEFA. Em hipótese alguma escreva seu nome, pseudônimo, apelido, etc. na folha de prova.
4. Utilize trechos dos textos motivadores (da situação que você selecionou) e parafraseie-os.
5. Não copie trechos dos textos motivadores, ao fazer sua redação.
6. Mínimo de 25 e máximo de 34 linhas.
7. ATENÇÃO: se você não seguir as instruções da orientação geral e as relativas ao tema que escolheu, sua redação será penalizada.


Situação 2017Sub4-F - Dissertação (Enem)
A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “o anacronismo do ódio e do preconceito veiculados pela internet”, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Instruções Enem:
1. O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.
2. O texto definitivo deve ser escrito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas.
3. A redação com até 7 (sete) linhas escritas será considerada “insuficiente” e receberá nota zero.
4. A redação que fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo receberá nota zero.
5. A redação que apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos receberá nota zero.
6. A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.

Proposta 2017Sub5


Leia atentamente os textos abaixo.

Texto 01.
“De forma mais corriqueira e vultosa para se fazer notar, o preconceito e a elitização cultural parecem estar se arraigando cada vez mais fundo no âmago da juventude brasileira, não se fazendo necessário ampliar a busca para além dos círculos sociais mais diminutos.
É comum despender esforço para se fazer parte de um grupo, estar junto de nossos pares e similares, porém como se determina uma afinidade?
Compartilhar gostos musicais, artísticos, ideologias e opiniões tem sido o caminho mais curto para a harmonia das relações sociais, onde os semelhantes regozijam-se com a companhia alheia que lhe é conveniente e tendem a retaliar o que lhes são estranhos ou antagônicos. Seja na dicotomia simplória de Capitalismo x Socialismo, no embate histórico entre as diferentes correntes literárias ou até mesmo na definição de preferência musical, os grupos contrários se digladiam e reclamam uma superioridade sem retórica lógica, ou seja, fugaz e egocêntrica.
O próprio conceito de superioridade é erroneamente repetido nas conversas de bar, nas redes sociais ou no próprio ambiente acadêmico, dando margem para uma meritocracia cultural que serve apenas de atalho elitizador para a falta de concordância entre os diferentes setores da sociedade, se não, vejamos: é comum ter-se que a MPB com melodia bem trabalhada e com letra politizada é imensamente mais apropriada ao ouvido do que o sertanejo universitário que invoca as baladas de final de semana e a bebedeira desenfreada. Por quê? Se pensarmos que a música - como meio de entretenimento - é capaz de agradar tanto aos fãs de Geraldo Vandré como os de Michel Teló, denegrir uma em função da outra é, por si só, em vão.”

Texto 02.

Texto 03.
Você não tem problemas ao dizer que gosta de música brega? Não sente o patrulhamento?
Vou te contar um prazer secreto, agora explícito, porque eu estou te contando. Eu adoro dizer que gosto disso (música brega). Sinto um preconceito muito grande por parte da imprensa, da crítica, com relação a isso. E gosto de artistas que valorizam essa música. O Caetano faz isso, o próprio Catatau.

Mas é só na imprensa que acontece isso? Você chega a uma reunião com atores e diretores de cinema que Reginaldo Rossi é...
É do c... Reginaldo Rossi é demais. Vou mandar fazer uma camisa com isso (risos). Eu sinto mais preconceito mesmo por parte da imprensa. Quando fui fazer Hamlet, as críticas diziam que a plateia não entendia nada. Isso me dá agonia, essa elitização do gosto. Não gosto de fazer nada cabeça, inacessível, faço para a galera. E isso não significa baratear o meu trabalho. O disco mesmo da banda Sua Mãe vai ser muito criticado.”

Texto 04.
“Na tarde desta segunda-feira (29), Zeca Camargo participou do "Vídeo Show" e falou sobre as críticas que sofreu por conta de uma crônica exibida na Globo News sobre a morte de Cristiano Araújo.
Este foi o retorno de Zeca à atração que deixou em abril, após uma nova reformulação que colocou Otaviano Costa e Mônica Iozzi na apresentação ao vivo.
O jornalista estava ao lado de seus colegas do novo programa "É de Casa" - Patrícia Poeta, Cissa Guimarães, Ana Furtado, Tiago Leifert e André Marques -, que estreia em agosto nas manhãs de sábado.
Então, Zeca afirmou: "Escrevi um comentário na Globo News sobre essa cobertura e acabei sendo mal interpretado por alguns fãs. Gostaria de deixar claro que tenho a maior admiração pelo 'Cristiano Ronaldo', que não está mais com a gente. Gostaria de me desculpar com quem talvez tenha entendido mal esse texto", errando o nome do cantor, a exemplo do que já havia acontecido com Fátima Bernardes.

Entenda
Na noite deste domingo (28), Zeca Camargo fez uma crônica no "Jornal das Dez", da Globo News, falando sobre a comoção e a morte de Cristiano Araújo.
No texto, ele afirmou que a tristeza pela morte do sertanejo é questionável, já que ele era "ao mesmo tempo tão famoso e tão desconhecido". Ao longo do texto, o apresentador comentou que "fãs e pessoas que não faziam ideia de quem era Cristiano Araújo partiram para o abraço coletivo, já que funerais públicos tem algo purificador". Ele citou grandes exemplos como Ayrton Senna, Mamonas Assassinas e Michael Jackson. "Mas Cristiano Araújo?", questionou.
Em determinado momento, Zeca chega a comparar os novos ídolos sertanejos à "modinha" dos livros de colorir para adultos. Ou seja, "são fenômenos que empobrecem a cultura brasileira".
O jornalista finaliza a crônica dizendo que o Brasil "precisa de novos heróis" e de "ídolos de verdade". Ele alega que os "verdadeiros artistas", como Cazuza e Michael Jackson, estes sim merecem ser exaltados e fazem falta no cenário musical.
Zeca Camargo foi duramente criticado por milhares de internautas e artistas da música sertaneja, como Munhoz & Mariano, Henrique & Juliano, Eduardo Costa e Sorocaba.”

Situação 2017Sub5-A - Dissertação (USP, UFU, Unesp, Uniube, etc.)
Faça uma dissertação acerca das razões para, mesmo sendo extremamente populares, determinados gostos associados à música sertaneja, ao funk carioca, à culinária popular, à cultura indígena ou afro-brasileira, etc., continuarem sendo duramente criticados ou ignorados por diversos setores e indivíduos da sociedade brasileira.

Instruções:
1. Lembre-se de que a situação de produção de seu texto requer o uso da norma padrão da língua portuguesa.
2. A redação deverá ter entre 25 e 30 linhas.
3. Dê um título a sua redação.

Situação 2017Sub5-B – Outros gêneros textuais – Resenha crítica (UFU, Unicamp, UEL, etc.)
Faça uma resenha crítica a respeito de um disco, um filme, uma novela, etc., de origem brasileira e de sua preferência.

Instruções gerais:
1. Se for o caso do gênero textual em questão, dê um título para sua redação. Esse título deverá deixar claro o aspecto da situação escolhida que você pretende abordar.
3. Se a estrutura do gênero selecionado exigir assinatura, escreva, no lugar da assinatura: José ou Josefa. Em hipótese alguma escreva seu nome, pseudônimo, apelido, etc. na folha de prova.
4. Utilize trechos dos textos motivadores (da situação que você selecionou) e parafraseie-os.
5. Não copie trechos dos textos motivadores ao fazer sua redação.
6. Quanto ao número mínimo e máximo de linhas e de acordo com o vestibular pretendido, informe qual o vestibular que você irá prestar para que possamos adequar a correção às exigências do concurso escolhido.

Situação 2017Sub5-C - Carta argumentativa (UFU, Unicamp, UEL, etc.)
Escreva uma carta argumentativa para o ministro da cultura a fim de solicitar a ele medidas para combater o preconceito cultural no Brasil.

Situação 2017Sub5-D – Artigo de opinião (UFU, Unicamp, UEL, etc.)
Redija um artigo de opinião sobre as relações entre os seguintes conceitos: preconceito, periferia e identidade nacional.

Instruções UFU:
1. Após a escolha de uma das situações, assinale sua opção no alto da folha de resposta e, ao redigir seu texto, obedeça às normas do gênero selecionado.
2. Se for o caso, dê um título para sua redação. Esse título deverá deixar claro o aspecto da situação escolhida que você pretende abordar.
3. Se a estrutura do gênero selecionado exigir assinatura, escreva, no lugar da assinatura: JOSÉ OU JOSEFA. Em hipótese alguma escreva seu nome, pseudônimo, apelido, etc. na folha de prova.
4. Utilize trechos dos textos motivadores (da situação que você selecionou) e parafraseie-os.
5. Não copie trechos dos textos motivadores, ao fazer sua redação.
6. Mínimo de 25 e máximo de 34 linhas.
7. ATENÇÃO: se você não seguir as instruções da orientação geral e as relativas ao tema que escolheu, sua redação será penalizada.


Situação 2017Sub5-F - Dissertação (Enem)
A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “o preconceito cultural na atualidade brasileira”, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Instruções Enem:
1. O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.
2. O texto definitivo deve ser escrito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas.
3. A redação com até 7 (sete) linhas escritas será considerada “insuficiente” e receberá nota zero.
4. A redação que fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo receberá nota zero.
5. A redação que apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos receberá nota zero.
6. A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.


Proposta 2017Sub6

Leia atentamente os textos abaixo.

Texto 01.
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Texto 02.
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Texto 03.
O valor de cada um

Um famoso palestrante começou um Seminário segurando uma nota de 10 dólares. Numa sala, com 200 pessoas, ele perguntou:
- Quem quer esta nota de 10 dólares?
"Mãos começaram a se erguer." Ele disse:
- Eu darei esta nota a um de vocês, mas, primeiro, deixem-me fazer isto! Então ele amassou a nota. E perguntou, outra vez:
- Quem ainda quer esta nota?
As mãos continuaram erguidas.
Bom - ele disse - e se eu fizer isto? E ele deixou a nota cair no chão e começou a pisá-la e esfregá-la. Depois pegou a nota, agora imunda e amassada, e perguntou:
- E agora? Quem ainda quer esta nota? Todas as mãos permaneceram erguidas.
- Meus amigos, vocês todos devem aprender esta lição: Não importa o que eu faça com o dinheiro, vocês ainda irão querer esta cédula, porque ela não perde o valor, ela ainda valerá 10 dólares. Essa situação também se dá conosco. Muitas vezes, em nossas vidas, somos amassados, pisoteados e ficamos sujos, por decisões que tomamos e/ou pelas circunstâncias que vêm em nossos caminhos. E assim, ficamos nos sentindo desvalorizados, sem importância. Porém, creiam, não importa o que aconteceu ou o que acontecerá jamais perderemos o nosso valor ante o Universo. Quer estejamos sujos, quer estejamos limpos, quer amassados ou inteiros, nada disso altera a importância que temos. A nossa valia. O preço de nossas vidas não é pelo que fazemos ou sabemos, mas pelo que SOMOS! Somos especiais. VOCÊ é especial. Muito especial! amais se esqueça disso!
Quem sabe e não faz, no fundo não sabe. Quando queremos algo, encontramos um meio. Quando não queremos encontramos uma desculpa.


Texto 04.
“Já quebrei muito a cara por ser boazinha, por me doar demais à relação e por esquecer meu próprio valor. Foi difícil e dolorido ter que mudar. Mas aprendi a ser segura e a querer do meu lado só quem me faz bem. O livro Por que os Homens Amam as Mulheres Poderosas? me ajudou nessa empreitada e me fez enxergar a mulher incrível que existe dentro de mim. Veja como se tornar poderosa também!

1ª lição
Não se anule por ele
A mulher boazinha que existe em mim veio à tona quando me envolvi loucamente com um rapaz pela internet, aos 19 anos, em 2004. Nos apaixonamos e eu queria estar sempre ao lado dele. Como ele tinha uma carreira estável em Belo Horizonte e meu pai morava lá, me ofereci para sair do Rio de Janeiro e ir viver esse amor. Mudei de endereço, de rotina, de vida e de amigos, sem pensar duas vezes. Porém, em poucos meses percebi que eu me dedicava muito mais do que ele ao relacionamento.
Também deixei de sair e de cuidar dos meus interesses para ficar com ele. O resultado desse desequilíbrio eram brigas e muita mágoa dos dois lados. Nessas horas, eu me sentia em desvantagem. Afinal, tinha largado tudo por esse amor. Como ele era a minha vida, eu vivia aterrorizada pelo medo de perdê-lo e tinha muita dificuldade de dizer não.
Passava dos meus próprios limites para agradá-lo. Isso me esgotou. Depois de tentar de tudo por mais de um ano, me agarrei ao pouco amor próprio que ainda me restava e terminei a relação. Foi triste e difícil enxergar que eu gostava mais dele do que de mim. Esse era o problema do nosso relacionamento. Mas eu sabia que tinha potencial para ser feliz. Então, enfrentei meus medos, voltei para o Rio de Janeiro e recomecei do zero.

2ª lição
Valorize-se para ser valorizada
O tempo e a distância me ajudaram a esquecer aquele primeiro amor avassalador. Já me sentia segura e feliz quando ele me procurou de novo, em 2008, três anos depois de eu ter voltado para o Rio. Voltamos a nos falar, mas deixei bem claro que não iria mais abrir mão da minha vida por ele. E mais: se ele me quisesse ao seu lado, teria que fazer esforços por mim, como vir até a minha cidade. Só assim consegui mostrar a ele que eu tinha valor. Quando me valorizei, fui valorizada. Ele admirava a mulher segura que eu tinha me tornado. Quanto mais eu fugia dele, mais ele se dizia apaixonado.
Tentamos reatar o namoro, relembrar os bons momentos. Pensamos até em casamento, mas era tarde demais. No fundo, eu não sentia o mesmo amor por ele nem estava disposta a reconstruir essa história. Me sentia independente, forte. E optei por seguir meu caminho sem ele. Foi uma decisão madura. Terminamos em agosto de 2009.

3ª lição
Mulher madura atrai amor maduro
Conheci o livro Por que os Homens Amam as Mulheres Poderosas? em janeiro deste ano. Já tinha superado aquele relacionamento fracassado, mas, ainda assim, não enxergava com toda clareza os erros que cometi no passado. Só com o livro percebi a incrível diferença entre ser boazinha e ser poderosa.
A autora Sherry Argov explica: ''A poderosa não é uma mulher arrogante, cheia de si e orgulhosa, mas é aquela que se valoriza. Que pode amar muito alguém, mas que se ama em primeiro lugar''. Simples, né? Tinha tudo a ver com a minha nova fase. Esse livro virou item obrigatório na minha cabeceira. Desde que comecei a praticar as dicas que encontrei nele, sinto os resultados. O mais palpável é o (saudável) relacionamento que tenho com o João Carlos, meu namorado há quatro meses.

4ª e última lição
Conduza a relação para o que lhe faz bem
Hoje vivo um dia por vez, sem criar grandes expectativas ou depositar no outro a responsabilidade pela minha felicidade. Meu namoro atual é maduro e isso me dá tranquilidade para fazer planos a dois. Somos amigos, amantes e confidentes. Encontramos o equilíbrio entre os momentos em que estamos juntos e o tempo de cada um a sós. Ele me faz ir atrás dos meus objetivos. É essa a diferença: ao lado dele, sou a mulher que eu gostaria de ser, tenho a liberdade para ser eu mesma.
Minhas atitudes também mudaram muito. Eu só sei da vida dele o que ele me conta. Não fuço em nada nem me preocupo com besteiras. Sou segura e acredito em uma relação saudável. E se um dia ele quiser terminar, é um direito dele. Não tenho medo. Confio no nosso sentimento e, modestamente, no meu taco!”


Situação 2017Sub6 - A - Dissertação (USP, UFU, Unesp, Uniube, etc.)
Faça uma dissertação sobre o seguinte tema:

A autoajuda ajuda alguém? Como? Em que escala?

Instruções:
1. Lembre-se de que a situação de produção de seu texto requer o uso da norma padrão da língua portuguesa.
2. A redação deverá ter entre 25 e 30 linhas.
3. Dê um título a sua redação.

Situação 2017Sub6 - B – Outros gêneros textuais - fábula (UFU, Unicamp, UEL, etc.)
Escreva uma fábula em que a moral da narrativa de forma explícita critique ou reforce algum aspecto do aforismo abaixo:

“Todos querem o perfume das flores, mas poucos sujam suas mãos para cultivá-las.” (Augusto Cury)

Instruções gerais:
1. Se for o caso do gênero textual em questão, dê um título para sua redação. Esse título deverá deixar claro o aspecto da situação escolhida que você pretende abordar.
3. Se a estrutura do gênero selecionado exigir assinatura, escreva, no lugar da assinatura: José ou Josefa. Em hipótese alguma escreva seu nome, pseudônimo, apelido, etc. na folha de prova.
4. Utilize trechos dos textos motivadores (da situação que você selecionou) e parafraseie-os.
5. Não copie trechos dos textos motivadores ao fazer sua redação.
6. Quanto ao número mínimo e máximo de linhas e de acordo com o vestibular pretendido, informe qual o vestibular que você irá prestar para que possamos adequar a correção às exigências do concurso escolhido.

Situação 2017Sub6 - C - Carta argumentativa (UFU, Unicamp, UEL, etc.)
Escreva uma carta argumentativa para um autor de autoajuda de sua preferência em que você discuta a importância de livros como os dele para as pessoas.

Situação 2017Sub6 - D – Artigo de opinião (UFU, Unicamp, UEL, etc.)
Redija um artigo de opinião em que você se posicione sobre a validade da informação qualificada como de autoajuda como forma de auxiliar alguém a melhorar de vida econômica, emocional ou socialmente.

Instruções UFU:
1. Após a escolha de uma das situações, assinale sua opção no alto da folha de resposta e, ao redigir seu texto, obedeça às normas do gênero selecionado.
2. Se for o caso, dê um título para sua redação. Esse título deverá deixar claro o aspecto da situação escolhida que você pretende abordar.
3. Se a estrutura do gênero selecionado exigir assinatura, escreva, no lugar da assinatura: JOSÉ OU JOSEFA. Em hipótese alguma escreva seu nome, pseudônimo, apelido, etc. na folha de prova.
4. Utilize trechos dos textos motivadores (da situação que você selecionou) e parafraseie-os.
5. Não copie trechos dos textos motivadores, ao fazer sua redação.
6. Mínimo de 25 e máximo de 34 linhas.
7. ATENÇÃO: se você não seguir as instruções da orientação geral e as relativas ao tema que escolheu, sua redação será penalizada.

Situação 2017Sub6-F - Dissertação (Enem)
A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “ler mais, nem que sejam livros de autoajuda”, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Instruções Enem:
1. O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.
2. O texto definitivo deve ser escrito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas.
3. A redação com até 7 (sete) linhas escritas será considerada “insuficiente” e receberá nota zero.
4. A redação que fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo receberá nota zero.
5. A redação que apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos receberá nota zero.
6. A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.


Proposta 2017Sub7

Texto 01.
(...)
Memória bagunçada
Se o “Efeito Google” não afeta nossa memória nem inteligência, por que ainda recorremos à internet ao tentar lembrar coisas simples? Segundo Alberto Dell'Isola, psicólogo e detentor de dois recordes latino-americanos de memorização, o problema é que nossa atenção está cada vez menos seletiva: tentamos fazer várias coisas ao mesmo tempo, sem nos concentrarmos em uma tarefa principal. O cérebro, que deveria selecionar as informações importantes e ignorar as irrelevantes, acaba “bagunçando” ambas.
“A geração Y [a geração da internet] está cada vez mais superficial. Ela quer as coisas imediatamente, não participa mais de processos em grupo e, pior, faz várias tarefas ao mesmo tempo. Mas nosso cérebro não é preparado para ser multitarefa”, explica.
Dell'Isola é autor de livros com técnicas de memorização, mas diz que não existe um segredo para memorizar. “Nossa memória visual e espacial é melhor que a memória de trabalho, que lida com dados”, comenta, acrescentando que guardar alguma informação (como por exemplo, a data de aniversário daquele seu amigo) fica mais fácil se você combiná-la com uma imagem e um local.
Mas o mais importante, antes de tentar gravar algo, é despertar o seu interesse para essas questões, diz o especialista em memorização. ''Homens em geral não lembram as datas porque não se preocupam com isso, já as mulheres, sim. Primeiro, tem que ter interesse.”(...)

Texto 02.
“Um estudo da Universidade Columbia provou na prática, pela primeira vez, um conceito que tem gerado polêmica nos últimos anos: o uso da internet pode reduzir a capacidade de memorização das pessoas. Um grupo de 106 voluntários foi submetido a 4 baterias de testes de memória - sendo que, na metade dos casos, tinham um computador para ajudar. Esses voluntários ficaram dependentes da máquina e se saíram mal quando não tinham acesso a ela. Segundo os cientistas, isso acontece porque as pessoas delegam ao Google a obrigação de se lembrar das coisas.”

Texto 03.
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Texto 04.
Resultado de imagem para memória

Situação 2017Sub7-A - Dissertação (USP, UFU, Unesp, Uniube, etc.)
Faça uma dissertação argumentativa sobre o seguinte tema:

A era da virtualização da memória.

Instruções:
1. Lembre-se de que a situação de produção de seu texto requer o uso da norma padrão da língua portuguesa.
2. A redação deverá ter entre 25 e 30 linhas.
3. Dê um título a sua redação.

Situação 2017Sub7-B – Outros gêneros textuais - verbete (UFU, Unicamp, UEL, etc.)
Faça um verbete a fim de explicar o seguinte conceito: virtualização da memória.

Instruções gerais:
1. Se for o caso do gênero textual em questão, dê um título para sua redação. Esse título deverá deixar claro o aspecto da situação escolhida que você pretende abordar.
3. Se a estrutura do gênero selecionado exigir assinatura, escreva, no lugar da assinatura: José ou Josefa. Em hipótese alguma escreva seu nome, pseudônimo, apelido, etc. na folha de prova.
4. Utilize trechos dos textos motivadores (da situação que você selecionou) e parafraseie-os.
5. Não copie trechos dos textos motivadores ao fazer sua redação.
6. Quanto ao número mínimo e máximo de linhas e de acordo com o vestibular pretendido, informe qual o vestibular que você irá prestar para que possamos adequar a correção às exigências do concurso escolhido.

Situação 2017Sub7-C - Carta argumentativa (UFU, Unicamp, UEL, etc.)
Escreva uma carta argumentativa para o presidente da Alphabet em que você discuta e posicione-se sobre o impacto dos serviços dessa empresa para que as pessoas tenham maior ou menor qualidade na forma como lidam com suas memórias íntimas e mesmo as compartilhadas.

Situação 2017Sub7-D – Artigo de opinião (UFU, Unicamp, UEL, etc.)
Redija um artigo de opinião sobre os riscos e os benefícios da virtualização da memória para a sociedade.

Instruções UFU:
1. Após a escolha de uma das situações, assinale sua opção no alto da folha de resposta e, ao redigir seu texto, obedeça às normas do gênero selecionado.
2. Se for o caso, dê um título para sua redação. Esse título deverá deixar claro o aspecto da situação escolhida que você pretende abordar.
3. Se a estrutura do gênero selecionado exigir assinatura, escreva, no lugar da assinatura: JOSÉ OU JOSEFA. Em hipótese alguma escreva seu nome, pseudônimo, apelido, etc. na folha de prova.
4. Utilize trechos dos textos motivadores (da situação que você selecionou) e parafraseie-os.
5. Não copie trechos dos textos motivadores, ao fazer sua redação.
6. Mínimo de 25 e máximo de 34 linhas.

7. ATENÇÃO: se você não seguir as instruções da orientação geral e as relativas ao tema que escolheu, sua redação será penalizada.

Situação 2017Sub7-F - Dissertação (Enem)
A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “a importância da memória nos estudos e no trabalho”, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Instruções Enem:
1. O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.
2. O texto definitivo deve ser escrito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas.
3. A redação com até 7 (sete) linhas escritas será considerada “insuficiente” e receberá nota zero.
4. A redação que fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo receberá nota zero.
5. A redação que apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos receberá nota zero.
6. A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.

Proposta 2017Sub8

Leia atentamente os textos abaixo.

Texto 01.
Um museu de grandes novidades (velhas)
(fragmento)
O professor de pesquisa social da Universidade de Loughborough (Inglaterra) Alan Bryman explica, em “A Disneyficação da Sociedade” (2004), que o processo “retromaníaco” tem razões econômicas. Em um estágio do capitalismo dominado cada vez mais por serviços semelhantes, a economia passa a funcionar como “economia de experiências, em que os consumidores buscam serviços que os entretenham e sejam memoráveis. Do ponto de vista dos prestadores de serviços, eles sabem que muitos consumidores estão se cansando dos serviços e ambientes padronizados que encontram o tempo todo. A tematização ajuda a diferenciar um serviço, ou contexto, dos demais”.
O resultado é a disseminação do espírito de Las Vegas em mares nunca dantes imaginados. Você pode ir para Paris e, além de conhecer o Louvre, transportar-se, como em um passe de mágica, ao reino encantado de Walt Disney, sem sair do Velho Continente. Basta escolher um hotel, como o Cheyenne, e você já estará no “lendário Velho Oeste” – norte-americano, of course – apesar de estar na Europa no século 21. Se não apetecer, pode escolher o Santa Fé, que promete “noites estreladas do Novo Mundo entre conquistadores espanhóis e índios americanos”. Imperdível.
Emerge daí um presente não necessariamente assombrado pelo fake e pelo vintage, mas um processo de esvaziamento da história, em que ao passado cumpre apenas a função de fornecer uma capa divertida ao presente. Restaura-se tudo, de GIFs animados – tecnologia de animação da primeira época da internet – a filmes clássicos e blockbusters, a estéticas do VHS e games populares dos anos 1980, como o Atari. Entre lixos e obras-primas, fica a pergunta: do que sentiremos saudade no futuro, se o nosso presente é pura “re”produção do passado? (Giselle Beiguelman)
Fonte: http://www.select.art.br/article/reportagens_e_artigos/um-museu-de-grandes-novidades-velhas?page=5

Texto 02.
Resultado de imagem para retromania
Autor: Simon Reynolds

Texto 03.
A retromania nas artes

Falando de modo geral, é possível que a mais velha forma de manipulação do passado consista em sua utilização religiosa ou ideológica com fins políticos (entendendo por “fins políticos” se manter ou afirmar-se no poder), dado que o relato que se faça do ocorrido exerce um papel crucial na interpretação do presente e em sua possível legitimação. E ainda que tenham ocorrido muitos outros tipos de poetização do passado com intenções de autolegitimação, por exemplo, no campo da estética (a reconstrução da Idade Média durante o romantismo, sem ir mais além), também é quase certo que a última e hoje mais corrente destas manipulações é a que tem objetivos econômicos: converter o passado não apenas em um país estrangeiro – como sugeriu precocemente David Lowenthal – mas em um parque temático virtual, cujas atrações são as diferentes épocas (não apenas a antiguidade ou o feudalismo, mas os alegres anos 20, os obscuros anos 30, os dourados 60, os gélidos 80…) e cujos clientes potenciais são os turistas midiáticos a quem é servida um dia após outro esta mercadoria com o prestígio do sucesso já pré-cozido.
Não em vão escreveu o mal-humorado Heidegger que a historiografia se estava convertendo, no século XX, “na ciência que explora e administra o passado em benefício do presente”. E, mais próximo de nós, o pensador Fredric Jameson considera que esta transformação do passado numa coleção de pastiches esclerosados que se repetem como clichês é um dos rasgos culturais do capitalismo pós-moderno.
A propósito da retromania que inunda a cultura popular nos últimos tempos, o crítico musical Simon Reynolds chegou a considerar esta necrofilia da história recente como um obstáculo objetivo para a criatividade artística.
O fenômeno que assim se aponta, não obstante, difere das manipulações do passado com fins políticos ou econômicos, e tem a ver com o fato de que as novas tecnologias da comunicação colocaram ao alcance de um clique toda uma série de sedimentos culturais, acesso que incluía, até há não muito tempo, longos protocolos que agora ficaram em curto-circuito. Isto quer dizer que agora acessamos o passado do mesmo modo que o legista acessa um cadáver, de maneira desnuda, literal e imediata, mas sem saber absolutamente nada de quem foi em vida o finado que estamos dissecando na mesa de misturas. Ou, dito de outra maneira, sem considerá-lo em absoluto como passado (pois o passado não é reprodutível tecnologicamente, reside exclusivamente na memória e tem como essência justamente sua irreversibilidade).
De maneira que o problema – o problema que lastreia a criatividade da cultura popular contemporânea – não é tanto a moda dos revivals que Reynolds não aprecia, não é a inflação do passado, mas sim a hipertrofia do presente, um presente que ficou ao mesmo tempo sem passado e sem futuro ao ultrapassar todos os limites.
A comparação do passado com um país estrangeiro volta a ser aqui frutífera: a possibilidade de obter facilmente dados diretos e em tempo real do lugar mais afastado e exuberante da terra, ainda que resulte fascinante e até vertiginosa à primeira vista, não é finalmente mais do que algo superficial, uma vez que essa velocidade diminui nossa ignorância do lugar no qual fazemos turismo informático, como a fotografia do visitante ocasional não elimina seu desconhecimento do fotografado; da mesma forma, a disponibilidade técnica do passado musical ou literário não nos diz nada acerca de suas condições de gestação, não nos mostra como tradição nem nos faz seus herdeiros, mas apenas nos converte em espectadores complacentes de fetiches infrutíferos cujo retorno periódico e fantasmagórico celebramos sem produzir nenhuma novidade. Porque esta total disponibilidade (que o passado e o futuro já estejam reduzidos ao presente pela tecnologia), se não aumenta nosso conhecimento, nos faz mais ignorantes de nossa própria ignorância, pois confundimos a facilidade e o acesso imediato com o conhecimento ou a criação cultural, quando estes últimos apenas podem ter lugar ali onde cabem a estranheza e a interrogação, que são os incentivos do saber e do fazer criador. E o mais gracioso é que isto mesmo – que sem memória os arquivos estão mortos e sempre repetem o mesmo – é justamente o que dizia o Fedro de Platão há mais ou menos 2.500 anos. (José Luis Pardo)

Situação 2017Sub8-A - Dissertação (USP, UFU, Unesp, Uniube, etc.)
Após ler atentamente os textos acima e refletir sobre o assunto comum a eles, redija sua dissertação sobre as principais razões segundo sua opinião para existir a retromania ou o culto no presente ao passado que domina grande parte da produção cultural da atualidade.

Instruções:
1. Lembre-se de que a situação de produção de seu texto requer o uso da norma padrão da língua portuguesa.
2. A redação deverá ter entre 25 e 30 linhas.
3. Dê um título a sua redação.

Situação 2016Esp8-B – Outros gêneros textuais - Crônica (Unicamp, UEL, etc.)
Faça uma crônica sobre o seguinte tema: “cultuar o passado para gerar o futuro.”.

Instruções gerais:
1. Se for o caso do gênero textual em questão, dê um título para sua redação. Esse título deverá deixar claro o aspecto da situação escolhida que você pretende abordar.
3. Se a estrutura do gênero selecionado exigir assinatura, escreva, no lugar da assinatura: José ou Josefa. Em hipótese alguma escreva seu nome, pseudônimo, apelido, etc. na folha de prova.
4. Utilize trechos dos textos motivadores (da situação que você selecionou) e parafraseie-os.
5. Não copie trechos dos textos motivadores ao fazer sua redação.
6. Quanto ao número mínimo e máximo de linhas e de acordo com o vestibular pretendido, informe qual o vestibular que você irá prestar para que possamos adequar a correção às exigências do concurso escolhido.

Situação 2017Sub8-C - Carta argumentativa (UFU, Unicamp, UEL, etc.)
Escreva uma carta argumentativa para um secretário de cultura de uma cidade brasileira a sua escolha a fim de defender investimentos maciços em produções culturais originais e focadas em novas linguagens, temas contemporâneos, etc. como forma de criar uma contraposição à “retromania”.

Situação 2017Sub8-D – Artigo de opinião (UFU, Unicamp, UEL, etc.)
Escreva um artigo de opinião em que seja abordada a questão da “retromania”.

Instruções UFU:
1. Após a escolha de uma das situações, assinale sua opção no alto da folha de resposta e, ao redigir seu texto, obedeça às normas do gênero selecionado.
2. Se for o caso, dê um título para sua redação. Esse título deverá deixar claro o aspecto da situação escolhida que você pretende abordar.
3. Se a estrutura do gênero selecionado exigir assinatura, escreva, no lugar da assinatura: JOSÉ OU JOSEFA. Em hipótese alguma escreva seu nome, pseudônimo, apelido, etc. na folha de prova.
4. Utilize trechos dos textos motivadores (da situação que você selecionou) e parafraseie-os.
5. Não copie trechos dos textos motivadores, ao fazer sua redação.
6. Mínimo de 25 e máximo de 34 linhas.
7. ATENÇÃO: se você não seguir as instruções da orientação geral e as relativas ao tema que escolheu, sua redação será penalizada.

Situação 2017Sub8-F - Dissertação (Enem)
A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “o culto extremado do passado e as consequências para o futuro”, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Instruções Enem:
1. O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.
2. O texto definitivo deve ser escrito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas.
3. A redação com até 7 (sete) linhas escritas será considerada “insuficiente” e receberá nota zero.
4. A redação que fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo receberá nota zero.
5. A redação que apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos receberá nota zero.
6. A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.

Proposta 2017Sub9


Leia com atenção os textos abaixo.

Texto 01.
“A política como espetáculo nos meios de comunicação tornou-se rotineira, especialmente quando se trata da televisão. Em momentos mais dramáticos, como os atuais, o problema se agrava. O espaço para a reflexão desaparece e ganham destaque as cenas mais sensacionais como gravações ocultas, bate-boca entre parlamentares, acusações bombásticas emitidas em encenações teatrais e assim por diante.
Há duas explicações básicas para que isso ocorra: o lucro como objetivo único das emissoras comerciais e, em decorrência, a visão da TV como fonte prioritária de entretenimento. Comecemos destrinchando a primeira explicação. No Brasil, diferentemente da maioria dos países europeus, a televisão foi concebida desde a sua origem como um empreedimento comercial, voltado para a obtenção de riquezas. Aqui não se pensou na TV como serviço público, com a responsabilidade social de, em primeiro lugar, se dirigir ao cidadão e dar a ele instrumentos para viver melhor na sociedade.
Seguindo o exemplo do rádio, a televisão brasileira surgiu para – antes e acima de tudo – acelerar o processo de acumulação capitalista com a oferta diária de uma alta dose de bens e serviços. Para dar conta dessa missão ela precisava conquistar a audiência a qualquer preço e ai entra a segunda explicação para a situação atual da TV brasileira e da espetacularização da notícia.
Trata-se da aposta no entretenimento tornado centro de todas as programações em detrimento da informação e da educação. Nos veículos de comunicação impressos – salvo algumas exceções – a notícia é o seu principal produto. Compra-se o jornal ou a revista esperando em primeiro lugar a informação e não a diversão (infelizmente hoje isto está se confundindo também em alguns meios impressos, mas trata-se de uma outra discussão). Na TV, fonte única de informação para a maioria absoluta da população brasileira, o principal produto é o entretenimento e a sua prática contamina todas as demais esferas da programação não deixando escapar nem o jornalismo. Estão aí as raízes da espetacularização das notícias.
O raciocínio é simples: a televisão foi feita para vender e para vender é necessário fazer ofertas ao maior número possível de compradores em potencial. Para tanto é preciso obter grandes audiências que só serão conseguidas com programas espetaculares que surpreendam o telespectador a todo o momento, não permitam que ele reflita sobre o que está vendo, o emocionem em doses equilibradas de alegria e tristeza, não o deixem mudar de canal e, por fim, sem pensar muito, comprem os produtos anunciados.
É assim que funcionam os programas de auditório, as novelas, os shows policialescos do final de tarde e os anúncios comerciais em suas diferentes versões (entre os programas, nos intervalos ou mesmo dentro deles, os chamados merchadisings). Há toda uma lógica para conquistar audiência, mantê-la a qualquer custo e graças a isso empurrar fogões, geladeiras, xampus, cervejas em doses maciças sobre o telespectador.”

Texto 02.
“Mais importante obra teórica produzida no contexto que precedeu os acontecimentos de Maio de 1968, A sociedade do espetáculo é um livro genial e único, precursor de toda análise crítica da moderna sociedade de consumo. Para Antonio Negri, é um dos dez livros mais importantes do século. Para Jean–Jacques Pauvert, “não antecipou 1968, como normalmente se diz; antecipou o século XXI”. Está certo: nunca a tirania das imagens e a submissão alienante ao império da mídia, denunciadas por Debord, foram tão fortes como agora. Nunca os profissionais do espetáculo tiveram tanto poder: invadiram todas as fronteiras e conquistaram todos os domínios — da arte à economia, da vida cotidiana à política —, passando a organizar de forma consciente e sistemática o império da passividade. O livro é, sem dúvida, a mais aguda crítica à sociedade que se organiza em torno dessa falsificação da vida comum.”

Texto 03.
“Nosso tempo, sem dúvida ... prefere a imagem à coisa, a cópia ao original, a representação à realidade, a aparência ao ser. . . O que é sagrado não passa de ilusão, pois a verdade está no profano. Ou seja, à medida que decresce a verdade a ilusão aumenta, e o sagrado cresce a seus olhos de forma que o cúmulo da ilusão é também o cúmulo do sagrado.” (Ludwig Feuerbach, “A essência do Cristianismo”)

Texto 04.


Texto 05.


Texto 06.
‘O espetáculo – diz Debord – consiste na multiplicação de ícones e imagens, principalmente através dos meios de comunicação de massa, mas também dos rituais políticos, religiosos e hábitos de consumo, de tudo aquilo que falta à vida real do homem comum: celebridades, atores, políticos, personalidades, gurus, mensagens publicitárias – tudo transmite uma sensação de permanente aventura, felicidade, grandiosidade e ousadia. O espetáculo é a aparência que confere integridade e sentido a uma sociedade esfacelada e dividida. É a forma mais elaborada de uma sociedade que desenvolveu ao extremo o ‘fetichismo da mercadoria’ (felicidade identifica-se a consumo). Os meios de comunicação de massa – diz Debord – são apenas ‘a manifestação superficial mais esmagadora da sociedade do espetáculo, que faz do indivíduo um ser infeliz, anônimo e solitário em meio à massa de consumidores.” (José Arbex Jr, “Showrnalismo: a notícia como espetáculo”)

Texto 07.
“Os homens criam as ferramentas, as ferramentas recriam os homens.” (atribuído a Malcolm McLuhan)

Texto 08.
“Quando o mundo real se transforma em simples imagens, as simples imagens tornam-se seres reais e motivações eficientes de um comportamento hipnótico. O espetáculo, como tendência a fazer ver (por diferentes mediações especializadas) o mundo que já não se pode tocar diretamente, serve-se da visão como sendo o sentido privilegiado da pessoa humana – o que em outras épocas fora o tato; o sentido mais abstrato, e mais sujeito à mistificação, corresponde à abstração generalizada da sociedade atual. Mas o espetáculo não pode ser identificado pelo simples olhar, mesmo que este esteja acoplado à escuta. Ele escapa à atividade do homem, à reconsideração e à correção de sua obra. É o contrário do diálogo. Sempre que haja representação independente, o espetáculo se reconstitui.” (Guy Debord, “A sociedade do espetáculo”)

Situação 2017Sub9-A - Dissertação (USP, Unesp, Uniube, etc.)
Faça uma dissertação sobre a seguinte afirmação.

Na sociedade atual, tudo pode tornar-se “espetáculo” por meio da imprensa, dos meios de comunicação de massa e das tecnologias da informação e comunicação.

Instruções:
1. Lembre-se de que a situação de produção de seu texto requer o uso da norma padrão da língua portuguesa.
2. A redação deverá ter entre 25 e 30 linhas.
3. Dê um título a sua redação.

Situação 2017Sub9-B – Outros gêneros textuais - Discurso (Unicamp, UEL, etc.)
Crie um discurso para ser lido por um importante político brasileiro sobre a Sociedade do Espetáculo. É importante que se faça um panorama a respeito dela. Além disso, defenda uma opinião a respeito desse conceito.

Instruções gerais:
1. Se for o caso do gênero textual em questão, dê um título para sua redação. Esse título deverá deixar claro o aspecto da situação escolhida que você pretende abordar.
3. Se a estrutura do gênero selecionado exigir assinatura, escreva, no lugar da assinatura: José ou Josefa. Em hipótese alguma escreva seu nome, pseudônimo, apelido, etc. na folha de prova.
4. Utilize trechos dos textos motivadores (da situação que você selecionou) e parafraseie-os.
5. Não copie trechos dos textos motivadores ao fazer sua redação.
6. Quanto ao número mínimo e máximo de linhas e de acordo com o vestibular pretendido, informe qual o vestibular que você irá prestar para que possamos adequar a correção às exigências do concurso escolhido.

Situação 2017Sub9-C - Carta argumentativa (UFU, Unicamp, UEL, etc.)
Faça uma carta para o Ministério da Cultura em que você informe e defenda a sua opinião sobre a chamada Sociedade do Espetáculo.

Situação 2017Sub9-D – Artigo de opinião (UFU, Unicamp, UEL, etc.)
Redija um artigo de opinião sobre a seguinte relação: sociedade do espetáculo e banalização da vida.

Instruções UFU:
1. Após a escolha de uma das situações, assinale sua opção no alto da folha de resposta e, ao redigir seu texto, obedeça às normas do gênero selecionado.
2. Se for o caso, dê um título para sua redação. Esse título deverá deixar claro o aspecto da situação escolhida que você pretende abordar.
3. Se a estrutura do gênero selecionado exigir assinatura, escreva, no lugar da assinatura: JOSÉ OU JOSEFA. Em hipótese alguma escreva seu nome, pseudônimo, apelido, etc. na folha de prova.
4. Utilize trechos dos textos motivadores (da situação que você selecionou) e parafraseie-os.
5. Não copie trechos dos textos motivadores, ao fazer sua redação.
6. Mínimo de 25 e máximo de 34 linhas.
7. ATENÇÃO: se você não seguir as instruções da orientação geral e as relativas ao tema que escolheu, sua redação será penalizada.

Situação 2017Sub9-F - Dissertação (Enem)
A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “os dilemas da espetacularização da violência e do sofrimento do outro nos meios de comunicação de massa”, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Instruções Enem:
1. O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.
2. O texto definitivo deve ser escrito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas.
3. A redação com até 7 (sete) linhas escritas será considerada “insuficiente” e receberá nota zero.
4. A redação que fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo receberá nota zero.
5. A redação que apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos receberá nota zero.
6. A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.

Proposta 2017Sub10

Proposta de redação

Texto 01.
“O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.” (Fernando Sabino)

Texto 02.
“Se quiser derrubar uma árvore na metade do tempo, passe o dobro do tempo amolando o machado.” (Provérbio chinês)

Texto 03.
“O tempo é teu capital; tens de o saber utilizar. Perder tempo é estragar a vida.” (Franz Kafka)

Texto 04.
O tempo acaba o ano, o mês e a hora,
a força, a arte, a manha, a fortaleza;
o tempo acaba a fama e a riqueza,
o tempo o mesmo tempo de si chora.

O tempo busca e acaba o onde mora
qualquer ingratidão, qualquer dureza;
mas não pode acabar minha tristeza,
enquanto não quiserdes vós, Senhora.

O tempo o claro dia torna escuro,
e o mais ledo prazer em choro triste;
o tempo a tempestade em grã bonança.

Mas de abrandar o tempo estou seguro
o peito de diamante, onde consiste
a pena e o prazer desta esperança. (Luis de Camões)

Texto 05.
“Os relógios mecânicos dos séculos XV e XVI eram  engenhos bastante complexos e traziam uma inovação em seu mecanismo: graças ao emprego do foliot e da roda de escape, eram sensivelmente mais precisos do que as máquinas antigas de movimento contínuo. Esse sistema interrompia regularmente a decida do peso do relógio, transformando as horas em medidas praticamente idênticas. Com isso, o tempo passou a ser percebido como algo isolado da vida, em sua forma pura. Foi a partir do relógio mecânico, precisamente através do uso desse instrumento de medida, que a idéia de exatidão tomou posse desse mundo, transformando-o no mundo da precisão.  O relógio é essencialmente o instrumento da modernidade.
Essa nova maneira de medir o tempo, por meio de um engenho, uma engrenagem, era muito diverso daquele escorrido pela areia ou pela água, ou medido pela sombra. O nascimento do tempo mecanizado coincide com o advento de uma nova mentalidade, que traz para o homem a medida de todas as coisas. Durante gerações o relógio da cidade, normalmente uma enorme estrutura instalada em uma das torres principais, foi o único mecanismo complexo que as pessoas viam e ouviam todos os dias repetidamente; ele lhes ensinou que o tempo, invisível, inaudível e ininterrupto, podia ser composto de quantidades.” (“A reflexão sobre a passagem do tempo e suas representações no Renascimento”, Isabel Hargrave Gonçalves Da Silva)

Situação 2017Sub10-A - Dissertação (USP, Unesp, etc.)
Aparentemente, o tempo tem passado de maneira mais veloz, ao menos segundo a percepção de muitas pessoas. A partir dessa constatação, faça uma dissertação sobre o seguinte tema:

O tempo dos séculos XX e XXI parece ter ganhado não só em velocidade, mas também passou a ser um veículo de dominação, de controle e de opressão. Discuta como o tempo passou a ser usado com esses propósitos.

Instruções:
1. Lembre-se de que a situação de produção de seu texto requer o uso da norma padrão da língua portuguesa.
2. A redação deverá ter entre 25 e 30 linhas.
3. Dê um título a sua redação.

Situação 2017Sub10-B  – Outros gêneros textuais - Relato (UFU, Unicamp, UEL, etc.)
Escreva um relato em que um dos aforismos dos textos motivadores seja o tema de sua narrativa. Lembre-se que esse aforismo deve ser usado em seu texto como pensamento ou fala de algum personagem.

Situação 2017Sub10-C - Carta argumentativa (UFU, Uniube, Unicamp, UEL, etc.)
Escreva uma carta argumentativa para um diretor de uma escola na condição de pai de um(a) aluno (a) com o objetivo de convencê-lo a criar espaço, evento ou outro tipo de atividade que possa preparar os alunos a lidar melhor com o tempo.

Situação 2017Sub10-D – Artigo de opinião (UFU, Unicamp, UEL, etc.)
Faça um artigo de opinião em que seja discutida como um controle do tempo estabelece relações de poder entre as pessoas.

Instruções UFU:
1. Após a escolha de uma das situações, assinale sua opção no alto da folha de resposta e, ao redigir seu texto, obedeça às normas do gênero selecionado.
2. Se for o caso, dê um título para sua redação. Esse título deverá deixar claro o aspecto da situação escolhida que você pretende abordar.
3. Se a estrutura do gênero selecionado exigir assinatura, escreva, no lugar da assinatura: JOSÉ OU JOSEFA. Em hipótese alguma escreva seu nome, pseudônimo, apelido, etc. na folha de prova.
4. Utilize trechos dos textos motivadores (da situação que você selecionou) e parafraseie-os.
5. Não copie trechos dos textos motivadores, ao fazer sua redação.
6. Mínimo de 25 e máximo de 34 linhas.
7. ATENÇÃO: se você não seguir as instruções da orientação geral e as relativas ao tema que escolheu, sua redação será penalizada.

Situação 2017Sub10-F - Dissertação (Enem)
A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “a gestão do tempo na atualidade”, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Instruções Enem:
1. O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.
2. O texto definitivo deve ser escrito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas.
3. A redação com até 7 (sete) linhas escritas será considerada “insuficiente” e receberá nota zero.
4. A redação que fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo receberá nota zero.
5. A redação que apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos receberá nota zero.
6. A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.