segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Propostas feitas para simulados e outras atividades


Proposta 2014Sim1.1


Leia com atenção os textos abaixo.

Texto 01.
Dia Internacional do Deficiente Físico

No ano de 1982, a Assembleia Geral da ONU – Organização das Nações Unidas criou um programa que visa atender as necessidades das pessoas com qualquer tipo de deficiência física, o Programa de Ação Mundial para Pessoas com Deficiência.
Dez anos depois, no dia 14 de outubro, a Assembleia instituiu o dia 03 de dezembro como o dia internacional do deficiente físico, para que pudessem conscientizar, comprometer e fazer com que programas de ação conseguissem modificar as circunstâncias de vida dos deficientes em todo o mundo.
Podemos considerar como deficiência física, quando alguma parte do organismo humano não apresenta um funcionamento perfeito, porém isso não pode ser considerado como diferença, pois existem várias pessoas com os mesmos tipos de limitações que as tornam normais dentro de suas possibilidades.
Com o passar dos anos, a deficiência passou a ser vista como uma necessidade especial, pois as pessoas precisam de tratamentos diferenciados e especiais para viver com dignidade. Sabemos que isso não acontece, pois o mundo não é adaptado para essas pessoas, que sofrem muito em seu dia a dia.


Texto 02.
Infográfico Gazeta do Povo.
FONTE: IBGE
  
Texto 03.
LEI Nº 7.853 - DE 24 DE OUTUBRO DE 1989  
Alterada pela MEDIDA PROVISÓRIA Nº 437, DE 29 DE JULHO DE 2008 - DOU DE 30/07/2008

Dispõe sobre o apoio às pessoas portadoras de deficiência, sua integração social, sobre a Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência (CORDE), institui a tutela jurisdicional de interesses coletivos ou difusos dessas pessoas, disciplina a atuação do Ministério Público, define crimes, e dá outras providências.

Art. 1º Ficam estabelecidas normas gerais que asseguram o pleno exercício dos direitos individuais e sociais das pessoas portadoras de deficiência, e sua efetiva integração social, nos termos desta Lei.

§ 1º Na aplicação e interpretação desta Lei, serão considerados os valores básicos da igualdade de tratamento e oportunidade, da justiça social, do respeito e dignidade da pessoa humana, do bem-estar, e outros. indicados na Constituição ou justificados pelos princípios gerais de direito.
§ 2º As normas desta Lei visam garantir às pessoas portadoras de deficiência as ações governamentais necessárias ao seu cumprimento e das demais disposições constitucionais e legais que lhes concernem, afastadas as discriminações e os preconceitos de qualquer espécie, e entendida a matéria como obrigação nacional a cargo do Poder Público e da sociedade.

Art. 2º Ao Poder Público e seus órgãos cabe assegurar às pessoas portadoras de deficiência o pleno exercício de seus direitos básicos, inclusive dos direitos à educação, à saúde, ao trabalho, ao lazer, à previdência social, ao amparo a infância e à maternidade, e de outros que, decorrentes da Constituição e das leis, propiciem seu bem-estar pessoal, social e econômico.

Em função da leitura dos textos motivadores e dos conhecimentos assimilados ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre a integração dos deficientes físicos na sociedade brasileira. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Instruções:
1 - O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.
2 - O texto definitivo deve ser escrito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas.
3 - A redação com até 7 (sete) linhas escritas será considerada “insuficiente” e receberá nota zero.
4 - A redação que fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo receberá nota zero.
5 - A redação que apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos receberá nota zero.
6 - A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.

Proposta 2014Sim1.2
A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “A produção de lixo eletrônico no Brasil”, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Texto 01.
Em 2017, volume de lixo eletrônico no mundo aumentará 33%, alerta estudo
Volume de lixo eletrônico será igual a 200 edifícios como o Empire State.
China e EUA são os países que mais geram lixo eletrônico.
Da Agência EFE

A produção de lixo eletrônico no mundo todo alcançou quase 49 milhões de toneladas métricas, sete quilos por cada habitante do planeta, no ano passado. Para 2017 o número aumentará 33%, de acordo com um estudo publicado neste domingo (15) pela Universidade das Nações Unidas (UNU).
O estudo da iniciativa Step, uma aliança entre a Organização das Nações Unidas (ONU), empresas, governos e organizações não-governamentais (ONGs), é o primeiro mapa global de lixo eletrônico e mostra a quantidade de resíduos eletrônicos que cada país gera.
Para 2017 o volume anual de lixo eletrônico será de 65,4 milhões de toneladas, o equivalente a 200 edifícios como o Empire State de Nova York ou 11 construções como a Grande Pirâmide de Giza.
A pesquisa também assinalou que em 2012, China e Estados Unidos encabeçaram a lista dos países que mais fabricam equipamentos eletrônicos e elétricos (EEE), 11,1 e 10 milhões de toneladas, respectivamente, e os que geraram mais lixo eletrônico, 7,3 e 9,4 milhões.
Quando se analisa a produção per capita, os Estados Unidos geraram 29,8 quilos de lixo eletrônico por pessoa, seis vezes mais que a China. (...)


 
Texto 02.


Texto 03.
 Lixo Extraordinário

Waldez

Texto 04.
Brasil deve gerar 1,1 mil toneladas de lixo eletrônico em 2014
Projeções são de estudo do MDIC e ABDI sobre logística reversa de eletroeletrônicos.
DA REDAÇÃO *


O Brasil deve gerar aproximadamente 1,100 mil toneladas de resíduos de equipamentos eletroeletrônicos (REEE) pequenos em 2014, número que deve aumentar para 1,247 mil toneladas em 2015. A previsão é do estudo Logística Reversa de Equipamentos Eletroeletrônicos – Análise de Viabilidade Técnica e Econômica encomendado pela Secretaria de Desenvolvimento da Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (SDP/MDIC) e pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).
O levantamento ainda mostra que os 150 maiores municípios brasileiros – a maioria nas regiões Sudeste e Sul – são responsáveis por aproximadamente dois terços de todo o lixo eletroeletrônico que se estima seja descartado no Brasil. Também há uma lista de iniciativas de coleta e reuso de REEE, um levantamento do ciclo de vida dos eletroeletrônicos e o mapeamento do consumo, por região e por tipo de produtos, de eletroeletrônicos em todo o país. (...)

INSTRUÇÕES:

·         O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.
·         O texto definitivo deve ser escrito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas.
·         A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.

Receberá nota zero, em qualquer das situações expressas a seguir, a redação que:

·         Tiver até 7 (sete) linhas escritas, sendo considerada “insuficiente”.
·         Fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo.
·         Apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos.
·         Apresentar parte do texto deliberadamente desconectada com o tema proposto.

Proposta 2014SIm1.3

PROPOSTA DE REDAÇÃO

            A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “O tráfico humano no Brasil”, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Leia os textos a seguir.

Texto 01. O que é tráfico de pessoas?
A Organização das Nações Unidas (ONU), no Protocolo de Palermo (2003), define tráfico de pessoas como “o recrutamento, o transporte, a transferência, o alojamento ou o acolhimento de pessoas, recorrendo-se à ameaça ou ao uso da força ou a outras formas de coação, ao rapto, à fraude, ao engano, ao abuso de autoridade ou à situação de vulnerabilidade ou à entrega ou aceitação de pagamentos ou benefícios para obter o consentimento de uma pessoa que tenha autoridade sobre outra para fins de exploração”.
Segundo a ONU, o tráfico de pessoas movimenta anualmente 32 bilhões de dólares em todo o mundo. Desse valor, 85% provêm da exploração sexual.

Quem são as pessoas em situação de tráfico humano?
Há tráfico de pessoas quando a vítima é retirada de seu ambiente, de sua cidade e até de seu país e fica com a mobilidade reduzida, sem liberdade de sair da situação de exploração sexual ou laboral ou do confinamento para remoção de órgãos ou tecidos.
A mobilidade reduzida caracteriza-se por ameaças à pessoa ou aos familiares ou pela retenção de seus documentos, entre outras formas de violência que mantenham a vítima junto ao traficante ou à rede criminosa.

Quem são os aliciadores? Quem faz a captação das pessoas em situação de tráfico humano?
Os aliciadores, homens e mulheres, são, na maioria das vezes, pessoas que fazem parte do círculo de amizades da vítima ou de membros da família. São pessoas com que as vítimas têm laços afetivos. Normalmente apresentam bom nível de escolaridade, são sedutores e têm alto poder de convencimento. Alguns são empresários que trabalham ou se dizem proprietários de casas de show, bares, falsas agências de encontros, matrimônios e modelos. As propostas de emprego que fazem geram na vítima perspectivas de futuro, de melhoria da qualidade de vida.
No tráfico para trabalho escravo, os aliciadores, denominados de “gatos”, geralmente fazem propostas de trabalho para pessoas desenvolverem atividades laborais na agricultura ou pecuária, na construção civil ou em oficinas de costura. Há casos notórios de imigrantes peruanos, bolivianos e paraguaios aliciados para trabalho análogo ao de escravo em confecções de São Paulo.

Fonte: http://www.cnj.jus.br/programas-de-a-a-z/cidadania-direito-de-todos/trafico-de-pessoas

Texto 02. Ivete Sangalo será embaixadora da ONU contra o tráfico humano

O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC, na sigla em inglês) anunciou nesta terça-feira (07) que decidiu nomear a cantora Ivete Sangalo como Embaixadora Nacional da Boa Vontade para o combate ao tráfico de pessoas no Brasil.
A nomeação será oficializada na próxima quinta-feira em Brasília, durante uma cerimônia liderada pelo diretor-executivo do UNODC, o russo Yury Fedotov, que se encontra no Brasil para a apresentação da campanha "Coração Azul" no país.
"Ivete Sangalo é uma das mais respeitadas, populares e bem-sucedidas artistas do Brasil, e sua música transcende as fronteiras brasileiras", disse Fedotov sobre a escolha da cantora, que em seus mais de 20 anos de carreira ganhou um Grammy Latino.
Mediante um comunicado, o UNODC explicou que com a campanha "Coração Azul", já apresentada em uma dezena de países, se propõe a sensibilizar e mobilizar a sociedade contra o tráfico humano, que define como uma "forma moderna de escravidão".
A cerimônia será realizada na sede do Ministério da Justiça, que, junto com as secretarias de Direitos Humanos e de Políticas para as Mulheres, se comprometeu a difundir os objetivos do UNDOC no Brasil.

Fonte: http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2013/05/07/325342-ivete-sangalo-sera-embaixadora-da-onu-contra-o-trafico-humano#0

Texto 03.

INSTRUÇÕES:

·         O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.
·         O texto definitivo deve ser escrito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas.
·         A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.

Receberá nota zero, em qualquer das situações expressas a seguir, a redação que:

·         Tiver até 7 (sete) linhas escritas, sendo considerada “insuficiente”.
·         Fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo.
·         Apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos.

·         Apresentar parte do texto deliberadamente desconectada com o tema propost

Proposta 2014SIm1.4

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “A participação dos jovens na política brasileira”, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Texto 01.
O lugar da política

“Passados os períodos de maior mobilização dos anos 60 e 70, em que movimentos de jovens, sobretudo estudantes, irromperam com força na cena política desempenhando papel importante no combate e resistência aos governos militares, para onde teriam ido os jovens brasileiros das gerações seguintes? Os jovens das décadas de 80 e 90 seriam mais alienados que os das gerações que os antecederam? Que lugar ocupa a política para o jovem brasileiro de hoje?  (...). Diante disso, cabe dizer que, se os jovens se mantêm distantes das formas tradicionais da política, a grande maioria acha que pode mudar o mundo (mudar muito, 54%; mudar um pouco, 30%). E a mudança que os jovens fariam no mundo poderia ser a erradicação de seus problemas mais pungentes, a violência, o desemprego, a fome, as injustiças sociais, as drogas, a pobreza e a miséria. Podemos, então, dizer que as energias utópicas não estão esgotadas, que os adolescentes têm o desejo de um mundo melhor e apostam em sua capacidade de transformação.”

Fonte: Teoria e Debate, revista da Fundação Perseu Abramo, nº 45.  www.fpa.org.br

Texto 02. 
Texto 03.


INSTRUÇÕES:

·         O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.
·         O texto definitivo deve ser escrito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas.
·         A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.

Receberá nota zero, em qualquer das situações expressas a seguir, a redação que:

·         Tiver até 7 (sete) linhas escritas, sendo considerada “insuficiente”.
·         Fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo.
·         Apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos.
·         Apresentar parte do texto deliberadamente desconectada com o tema proposto.

Proposta 2014Sim2.1

Proposta de redação

Leia atentamente os textos abaixo.

Texto 01.
“A qualidade de vida é um termo subjetivo e multidimensional que engloba características positivas e negativas da vida. É uma condição dinâmica que reflete os eventos da vida: a perda de um emprego, uma doença ou algum problema podem mudar a definição de qualidade de vida de forma rápida e drástica.
Ainda que mensurá-la seja difícil, a clareza é extremamente importante, especialmente para médicos que precisam levar a qualidade de vida em conta ao considerar o uso de intervenções para a manutenção da vida de pacientes gravemente doentes. Sob essas circunstâncias, criar uma definição distinta é eticamente importante e não um detalhe subjetivo.
A qualidade de vida engloba:
- A satisfação com a vida, que é subjetiva e pode mudar.
- Fatores multidimensionais que incluem saúde física, satisfação psicológica, independência pessoal, bem-estar familiar, educação, crença religiosa, senso de otimismo, serviços e transporte local, emprego, relacionamentos sociais, moradia e o ambiente em que se vive.
- Perspectivas culturais, valores, expectativas pessoais e objetivos em relação ao que se espera da vida.
- Não apenas a ausência de uma doença, mas a presença do bem-estar físico, mental e social. Os autores destacam a necessidade de uma equipe médica multidisciplinar capaz de desenvolver uma perspectiva sobre as necessidades psicossociais do indivíduo, não apenas os cuidados com a saúde.
- Nossa interpretação dos fatos e eventos que ajudam a explicar por que algumas pessoas com limitações físicas relatam uma qualidade de vida excelente, ao passo que outras, não.
- Nosso nível de aceitação da situação atual, bem como nossa capacidade de limitar os pensamentos e emoções negativas em relação a essa situação.
A subjetividade parece ser uma parte fundamental de nossa compreensão do significado de qualidade de vida. Os autores sugerem que outras variáveis, não apenas as relacionadas à saúde física, tais como a saúde psicológica e social, passem a ser avaliadas no futuro.”


Texto 02.

“O Brasil foi o quarto pior colocado e ficou na 33ª posição, de um total de 36, no ranking que mede bem-estar, progresso e felicidade da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE). A Austrália conquistou o pódio pelo terceiro ano seguido. O Brasil ficou a frente de Chile, Turquia e México.
No ano passado, o país havia conquistado o 34º lugar, mas passou o Chile e subiu na lista formada pelos 34 membros da OCDE, em sua maioria desenvolvidos, e dois parceiros: Brasil e Rússia.
Foram considerados 11 indicadores, incluindo os mais diretos, como educação, saúde, emprego, renda e meio ambiente (poluição e qualidade da água), aos mais subjetivos, como satisfação de vida, comunidade (ajudar amigos e estranhos em caso de necessidade) e engajamento cívico (confiança no poder público).
O estudo da OCDE parte do princípio de que apenas indicadores econômicos não medem a qualidade de vida da população. O objetivo declarado é ajudar os países a traçar políticas para o desenvolvimento.” (28/05/2013)


Dissertação (Enem)
A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “qualidade de vida, um direito de todos”, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Instruções Enem:

1. O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.
2. O texto definitivo deve ser escrito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas.
3. A redação com até 7 (sete) linhas escritas será considerada “insuficiente” e receberá nota zero.
4. A redação que fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo receberá nota zero.
5. A redação que apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos receberá nota zero.
6. A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção. 

Proposta 2014Sim2.3

Leia atentamente os textos abaixo.

Texto 01.

UFMG investiga trote com teor racista
Em foto que circula na internet, estudante aparece pintada de preto, acorrentada e com uma placa com a inscrição "caloura Chica da Silva"

UFMG repudiou trote com teor racista ocorrido na Faculdade de Direito (Reprodução internet)

A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) investiga os responsáveis por um trote com teor racista ocorrido na faculdade de Direito na última semana. Em imagem que se espalhou rapidamente pela internet na tarde de segunda-feira, uma estudante aparece pintada de preto, com as mãos acorrentadas e uma placa de papelão no pescoço com a inscrição: "caloura Chica da Silva". Outra foto mostra três estudantes - um deles com um bigode semelhante ao do ditador Adolf Hitler - sorridentes, fazendo saudações nazistas ao lado de um estudante preso com fita adesiva a uma pilastra. As imagens provocaram protestos e indignação nas redes sociais. (...)

http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/ufmg-investiga-trote-com-teor-racista

Texto 02.
São Paulo: Manifestantes promovem “beijaço” contra Marco Feliciano
Casais heterossexuais e homossexuais protestaram pela saída do deputado do PSC da presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara
Por Felipe Rousselet

No final da tarde deste sábado, 23, manifestantes realizaram mais um ato de repúdio contra a eleição do deputado federal e pastor Marco Feliciano (PSC) para presidir a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados. Os manifestantes se reuniram na Praça dos Ciclistas, na Avenida Paulista, e protagonizaram um “beijaço” contra o deputado.
Feliciano é acusado de ser homofóbico e racista pelos movimentos sociais. Ele já afirmou, através de redes sociais, que o continente africano é “amaldiçoado por Noé” e que “a podridão dos sentimentos dos homoafetivos levam ao ódio, ao crime e à rejeição”. Além disso, Feliciano responde a dois processos no STF (Superior Tribunal Federal): uma acusação de homofobia e uma ação penal por estelionato.
Um dos organizadores do ato, o historiador Augusto Patrini, explicou o intuito da manifestação. “São dois objetivos. O primeiro é fazer uma manifestação para o Feliciano sair da Comissão de Direitos Humanos, e o outro é mostrar que toda forma de amor vale a pena, é legitima, e não tem nada de vergonhoso como ele falou. Ele e outros políticos.”
Cerca de 60 pessoas participaram do “beijaço”. Os manifestantes começaram a se reunir na Praça dos Ciclistas por volta das 17 h e cerca de uma hora e meia depois deram início aos beijos. Parte dos manifestantes seguravam cartazes com frases como “Feliciano não representa nosso amor”, “Sou gay e Feliciano não me representa”, “Meu amor é maior que a sua intolerância”, entre outras.
Sofia Silveira e o seu namorado, David Araújo Martins, participaram da manifestação por também não se sentirem representados por Feliciano. “É um modo de exercer a cidadania, eu não me sinto representada, acho que as minorias não se sentem representadas. É uma questão de exercer a liberdade. Tenho a liberdade de protestar e por isso estou aqui”, disse Sofia.

Protestos
Desde que o deputado Marco Feliciano assumiu a presidência da CDHM, protestos são realizados contra o polêmico parlamentar. O “beijaço” deste sábado marcou o terceiro fim de semana consecutivo de protestos contra o atual presidente da Comissão de Direitos Humanos.
No sábado, 9, dez capitais brasileiras tiveram as ruas ocupadas por protestos contra o deputado. Em São Paulo, milhares de ativistas foram da Consolação até a Praça Roosevelt caminhando. A organização do evento e a Polícia Militar divergem sobre a quantidade de pessoas, os primeiros dizem que o total pode ter chegado a 20 mil. Para a PM, o número de manifestantes não passou de 1.200. No sábado seguinte, 16, os manifestantes voltaram a pedir a saída de Feliciano da CDHM em nova passeata entre a Praça dos Ciclistas, na Av.Paulista, e a Praça Roosevelt. De acordo com a CET (Companhia de Engenharia e Tráfego), mais de mil pessoas participaram do ato.
Além das passeatas que tomaram as ruas de várias cidades, o deputado também enfrenta protestos nas sessões que tenta presidir na CDHM. Na última quinta-feira, 20, Feliciano conseguiu presidir a sessão por apenas 8 minutos .
Diante de tamanha pressão da opinião pública e dos movimentos sociais, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB), disse que o impasse em torno da eleição do deputado Marco Feliciano para presidir a CDHM se tornou  “insustentável” e que vai tomar uma decisão até a próxima terça-feira (26).
Em caso de saída de Feliciano da presidência da CDHM, Patrini comentou sobre a expectativa em relação ao novo presidente do órgão. “Espero que ele não misture política com religião, que respeite o Estado laico”, declarou.
http://revistaforum.com.br/blog/2013/03/sao-paulo-manifestantes-promovem-beijaco-contra-marco-feliciano/

Dissertação (Enem)
A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “é possível combater a intolerância?”, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Instruções Enem:

1. O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.
2. O texto definitivo deve ser escrito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas.
3. A redação com até 7 (sete) linhas escritas será considerada “insuficiente” e receberá nota zero.
4. A redação que fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo receberá nota zero.
5. A redação que apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos receberá nota zero.
6. A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.

Proposta 2014Sim2.4

Leia atentamente os textos abaixo.

Texto 01.
“A partir da leitura do livro O Futuro da democracia, de Norberto Bobbio, foi possível verificar que o autor defende a democracia formada por um conjunto de regras. Na concepção de Bobbio, a regra da maioria é apenas um elemento utilizado para o cálculo dos votos em uma democracia real. Dada a impossibilidade de se instalar uma democracia direta nos Estados modernos por conta da complexidade da sociedade, a representatividade do poder torna-se necessária. Nesse passo, Bobbio sustenta que os representantes eleitos não podem exercer mandatos imperativos, isto é, não podem estar vinculados a interesses particulares e constata que esta proibição é explicitamente violada, pois os representantes eleitos ficam vinculados aos interesses das agremiações partidárias às quais são filiados. Norberto Bobbio ainda ressalta que a publicidade do poder é imprescindível, pois a visibilidade dos atos governamentais é o instrumento que os cidadãos têm para o controle e fiscalização dos atos de governo e, para que o poder estatal esteja em consonância com as vontades dos governados, é necessário que exista educação para a cidadania. Para Bobbio, não existe democracia representativa se o poder é escamoteado dos mandatários e se há cidadãos mal educados para as regras do jogo democrático.”

Texto 02.
“Democracia é uma forma de governo em que todos os cidadãos elegíveis participam igualmente — diretamente ou através de representantes eleitos — na proposta, no desenvolvimento e na criação de leis, exercendo o poder da governação através do sufrágio universal. Ela abrange as condições sociais, econômicas e culturais que permitem o exercício livre e igual da autodeterminação política.”

Texto 03.




Texto 04.


Texto 05.


Dissertação (Enem)
A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “a democracia no Brasil da atualidade”, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Instruções Enem:

1. O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.
2. O texto definitivo deve ser escrito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas.
3. A redação com até 7 (sete) linhas escritas será considerada “insuficiente” e receberá nota zero.
4. A redação que fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo receberá nota zero.
5. A redação que apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos receberá nota zero.
6. A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.

Proposta 2014Sim3.1
Proposta de redação

Leia atentamente os textos abaixo.

Texto 01. (fragmento)

1 – O Estado brasileiro, de acordo com a sua Constituição, deve dispensar tratamento igualitário a todas as crenças religiosas, incluindo a não crença, sem adotar nenhuma delas como sua religião oficial;

2 – A inexistência de religião oficial no Estado não significa que o Estado seja partidário da não crença (ateísmo e assemelhados), pois, com base no princípio da liberdade religiosa, esta deve ser posta ao lado das demais religiões, não podendo junto com qualquer uma delas ser também considerada oficial;

3 – Em caso de situações em que o Estado tenha que optar por favorecer uma determinada crença religiosa ou a não crença, o critério de escolha deve ser o princípio democrático da preferência da maioria, exprimida diretamente pelo povo ou através de seus representantes, ao contrário do que ocorre nos Estados que adotam religião oficial, que prevalecerá ainda que a maioria da população prefira outra;

4 – Não há qualquer inconstitucionalidade no fato do Estado, instituir um feriado, construir um monumento em logradouro público, fazer referências a Deus, bem como elaborar sua legislação tomando como base as orientações doutrinárias de um determinado credo, tendo em vista que se presume nesta atitude a expressão da livre vontade popular, que pode se modificar em favor de outra crença religiosa, sem que isto implique em modificação constitucional.

5 – Com base no artigo 19, inciso I da Constituição da República, o Estado não pode intervir nas religiões de forma a compelir que ajam em desconformidade com a sua doutrina, sendo que, qualquer cerceamento à liberdade de culto, deve ser feita com base na interpretação sistemática da Constituição da República, de forma a harmonizar as suas disposições.

Nota: conclusões do artigo sobre estado laico do membro do Ministério Público Victor Mauricio Fiorito Pereira em artigo publicado no link abaixo.


Texto 02. (fragmento)

“Na sua formação, o Estado brasileiro nada tinha de laico. A Constituição do Império (1824) foi promulgada por Pedro I "em nome da Santíssima Trindade". O catolicismo era religião oficial e dominante. As outras religiões, quando toleradas, eram proibidas de promoverem cultos públicos, apenas reuniões em lugares fechados, sem a forma exterior de templo. As práticas religiosas de origem africana eram proibidas, consideradas nada mais do que um caso de polícia, como até há pouco tempo. O clero católico recebia salários do governo, como se fosse formado de funcionários públicos. O Código Penal proibia a divulgação de doutrinas contrárias às "verdades fundamentais da existência de Deus e da imortalidade da alma". Os professores das instituições públicas eram obrigados a jurarem fidelidade à religião oficial, que fazia parte do currículo das escolas públicas primárias e secundárias. Só os filhos de casamentos realizados na Igreja Católica eram legítimos, todos os outros eram "filhos naturais". Nos cemitérios públicos, só os católicos podiam ser enterrados. Os outros tinham de se fingir católicos ou procurarem cemitérios particulares, como o "dos ingleses" (evangélicos), no Rio de Janeiro.
A situação de hoje é bem diferente daquela, mas ainda está longe de caracterizar um Estado laico. As sociedades religiosas não pagam impostos (renda, IPTU, ISS, etc) e recebem subsídios financeiros para suas instituições de ensino e assistência social. O ensino religioso faz parte do currículo das escolas públicas, que privilegia o Cristianismo e discrimina outras religiões, assim como discrimina todos os não crentes. Em alguns estados, os professores de ensino religioso são funcionários públicos e recebem salários, configurando apoio financeiro do Estado a sociedades religiosas, que, aliás, são as credenciadoras do magistério dessa disciplina. Certas sociedades religiosas exercem pressão sobre o Congresso Nacional, dificultando a promulgação de leis no que respeita à pesquisa científica, aos direitos sexuais e reprodutivos. A chantagem religiosa não é incomum nessa área, como a ameaça de excomunhão. Há símbolos religiosos nas repartições públicas, inclusive nos tribunais.”


Texto 03.


Dissertação (Enem)
A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “estado laico: impactos e desafios”, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Instruções Enem:

1. O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.
2. O texto definitivo deve ser escrito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas.
3. A redação com até 7 (sete) linhas escritas será considerada “insuficiente” e receberá nota zero.
4. A redação que fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo receberá nota zero.
5. A redação que apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos receberá nota zero.
6. A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.

Proposta 2014Extra1.1
A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “o bullying nas escolas brasileiras”, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Texto 01. 
Texto 02. 

 Texto 03.
“Bullying é um termo da língua inglesa (bully = “valentão”) que se refere a todas as formas de atitudes agressivas, verbais ou físicas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente e são exercidas por um ou mais indivíduos, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa sem ter a possibilidade ou capacidade de se defender, sendo realizadas dentro de uma relação desigual de forças ou poder.
O bullying se divide em duas categorias: a) bullying direto, que é a forma mais comum entre os agressores masculinos e b) bullying indireto, sendo essa a forma mais comum entre mulheres e crianças, tendo como característica o isolamento social da vítima. Em geral, a vítima teme o(a) agressor(a) em razão das ameaças ou mesmo a concretização da violência, física ou sexual, ou a perda dos meios de subsistência.
O bullying é um problema mundial, podendo ocorrer em praticamente qualquer contexto no qual as pessoas interajam, tais como escola, faculdade/universidade, família, mas pode ocorrer também no local de trabalho e entre vizinhos. Há uma tendência de as escolas não admitirem a ocorrência do bullying entre seus alunos; ou desconhecem o problema ou se negam a enfrentá-lo. Esse tipo de agressão geralmente ocorre em áreas onde a presença ou supervisão de pessoas adultas é mínima ou inexistente. Estão inclusos no bullying os apelidos pejorativos criados para humilhar os colegas.
As pessoas que testemunham o bullying, na grande maioria, alunos, convivem com a violência e se silenciam em razão de temerem se tornar as “próximas vítimas” do agressor. No espaço escolar, quando não ocorre uma efetiva intervenção contra o bullying, o ambiente fica contaminado e os alunos, sem exceção, são afetados negativamente, experimentando sentimentos de medo e ansiedade.
As crianças ou adolescentes que sofrem bullying podem se tornar adultos com sentimentos negativos e baixa autoestima. Tendem a adquirir sérios problemas de relacionamento, podendo, inclusive, contrair comportamento agressivo. Em casos extremos, a vítima poderá tentar ou cometer suicídio.
O(s) autor(es) das agressões geralmente são pessoas que têm pouca empatia, pertencentes à famílias desestruturadas, em que o relacionamento afetivo entre seus membros tende a ser escasso ou precário. Por outro lado, o alvo dos agressores geralmente são pessoas pouco sociáveis, com baixa capacidade de reação ou de fazer cessar os atos prejudiciais contra si e possuem forte sentimento de insegurança, o que os impede de solicitar ajuda.
No Brasil, uma pesquisa realizada em 2010 com alunos de escolas públicas e particulares revelou que as humilhações típicas do bullying são comuns em alunos da 5ª e 6ª séries. As três cidades brasileiras com maior incidência dessa prática são: Brasília, Belo Horizonte e Curitiba.
Os atos de bullying ferem princípios constitucionais – respeito à dignidade da pessoa humana – e ferem o Código Civil, que determina que todo ato ilícito que cause dano a outrem gera o dever de indenizar. O responsável pelo ato de bullying pode também ser enquadrado no Código de Defesa do Consumidor, tendo em vista que as escolas prestam serviço aos consumidores e são responsáveis por atos de bullying que ocorram dentro do estabelecimento de ensino/trabalho. (Orson Camargo para o “site” Brasil Escola)

Instruções Enem:

1. O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.
2. O texto definitivo deve ser escrito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas.
3. A redação com até 7 (sete) linhas escritas será considerada “insuficiente” e receberá nota zero.
4. A redação que fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo receberá nota zero.
5. A redação que apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos receberá nota zero.
6. A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.

Proposta 2014Extra1.2
Proposta de redação

Leia atentamente os textos abaixo.

Texto 01.
Consumo de álcool no Brasil cai, mas ainda supera média mundial, diz OMS

O abuso no consumo de álcool no Brasil caiu nos últimos dez anos, mas ainda supera a média mundial. Os dados fazem parte de um levantamento de dados de 194 países divulgado nesta segunda-feira pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo o órgão, o consumo excessivo de bebida alcoólica causou 3,3 milhões de mortes no mundo em 2012 — ou 5,9% de todos os óbitos no ano.
De acordo com dados mais recentes da OMS, o consumo médio de álcool no mundo entre pessoas acima de 15 anos em 2010 era de 6,2 litros por ano por indivíduo. Já no Brasil, uma pessoa dessa faixa etária ingere, em média, 8,7 litros de álcool por ano — há dez anos, o índice era de 9,8 litros. A OMS prevê, no entanto, que a ingestão no Brasil pode voltar a crescer, ultrapassando 10 litros por ano por pessoa. Nas estimativas, é considerado apenas o volume de álcool ingerido, não o volume total da bebida.
O consumo de álcool entre os brasileiros é maior entre os homens. Em média, eles bebem 13 litros por ano, ante 4 litros anuais entre mulheres. Cerca de 60% do consumo total de álcool entre os brasileiros é representado pela cerveja.
Comparação — A Europa é a região do mundo com maior consumo de álcool por pessoa: 10,9 litros ao ano. No Leste Europeu, esse consumo ultrapassa os 12,5 litros anuais. Alguns dos países que mais ingerem álcool no mundo são Bielorrússia (17,5 litros por pessoa por ano), Lituânia (15,4 litros) e Rússia (15,1 litros).
A segunda região do globo que apresenta o consumo mais elevado de álcool é a América Latina — são 8,4 litros por pessoa anualmente, em média. Os países com a maior ingestão de álcool por pessoa na região são Chile (9,6 litros ao ano), Argentina (9,3 litros), Venezuela (8,9 litros), Paraguai (8,8 litros) e, em quinto lugar, o Brasil (8,7 litros).
Excesso — O que mais preocupa a OMS são os casos de abuso no consumo. Segundo a OMS, a bebida alcoólica não apenas pode provocar dependência, mas também levar ao desenvolvimento de outras 200 doenças. "É preciso fazer mais para proteger a população das consequências negativas à saúde do consumo de álcool", disse Oleg Chestnov, especialista em doenças crônicas e saúde mental da entidade.

Consumo total de álcool per capita, em litros de álcool puro, em 2010 (pessoas acima de 15 anos)

Fonte: OMS - Organização Mundial de Saúde


Texto 02.
Viva saúde adverte: beba com moderação
Os adolescentes estão cansados de ouvir ou ler esta tarja preta e séria que aparece minúscula nas propagandas de bebidas alcoólicas. Infelizmente, poucos levam a recomendação a sério. Resultado: 78% dos jovens brasileiros bebem regularmente e 19% deles já são dependentes do álcool
Por Adriano Catozzi

Os jovens estão bebendo mais e cada vez mais cedo, o que aumenta o risco de boa parte desta juventude desenvolver o alcoolismo. Esta equação se repete em praticamente todo o mundo, inclusive no Brasil, apesar de as pesquisas sobre o tema ainda serem bem escassas por aqui.
O último Levantamento Nacional sobre o Uso de Drogas, realizado pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid) e pela Secretaria Nacional Antidrogas (Senad), revela que o consumo de álcool por adolescentes de 12 a 17 anos já atinge 54% dos entrevistados e desses, 7% já apresentam dependência. O estudo foi realizado em 2004 e mostrou que entre jovens de 18 a 24 anos, 78% já fizeram uso da substância e 19% deles são dependentes. Para se ter uma idéia de como o consumo de bebidas alcoólicas na adolescência aumentou, no levantamento anterior, realizado em 2001, apenas 5% dos adolescentes pesquisados preenchi am os critérios para dependência do álcool. Segundo recente estudo divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU), em comparação com os países da América Latina, o Brasil aparece em terceiro lugar no consumo de álcool entre os adolescentes. A pesquisa foi feita com estudantes do ensino médio e incluiu 347.771 meninos e meninas, de 14 a 17 anos, do Brasil, da Argentina, da Bolívia, do Chile, do Equador, do Peru, do Uruguai, da Colômbia e do Paraguai. Entre os brasileiros, 48% admitiu consumir álcool.
Os dados são ainda mais alarmantes, porque o levantamento do Cebrid, que envolveu estudantes do Ensino Fundamental e Médio da Rede Pública, mostrou que a idade de início do consumo fica em torno dos 12 anos. "E, sabe-se, que o uso precoce de álcool aumenta o risco de alcoolismo em idade adulta", alerta o psiquiatra Arthur Guerra, doutor no assunto e fundador do Grupo Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Drogas, da Universidade de São Paulo (Grea-USP). De acordo com dados do livro Sóbrio - Vença a Dependência do Álcool e Mantenha a Dignidade (Ed. Nova Era), "os jovens que começam a beber antes dos 15 anos são muito mais propensos a desenvolver dependência alcoólica do que aqueles que começam a beber aos 21 anos".


Texto 03.


Texto 04.

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “o consumo de álcool por adolescentes brasileiros na atualidade”, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Instruções Enem:

1. O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.
2. O texto definitivo deve ser escrito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas.
3. A redação com até 7 (sete) linhas escritas será considerada “insuficiente” e receberá nota zero.
4. A redação que fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo receberá nota zero.
5. A redação que apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos receberá nota zero.
6. A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.