segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Redação - Proposta 2014-10 - ética-imprensa - dissertação-carta pessoal

Proposta de redação

Texto 01.
A globalização da ética de imprensa

O fechamento do tabloide inglês The News of the World, que vendia 2,6 milhões de exemplares, deu a largada para a principal discussão sobre ética de imprensa no mundo globalizado. A partir de agora está claríssimo: a conduta dos órgãos encarregados de informar a sociedade é uma pauta supranacional. Não é apenas o capital que viaja em segundos de um continente para outro. Não são apenas as massas trabalhadoras que migram clandestinamente para disputar empregos em terras estrangeiras. Não é apenas a indústria da diversão que alcança simultaneamente os olhares de povos distantes entre si. Agora ficou evidente: a credibilidade dos órgãos jornalísticos não é meramente um assunto doméstico, ela floresce e sucumbe na arena global.
Já veremos por quê. Antes façamos uma recapitulação sumária do que se passou.
Esse jornal, The News of the World, tinha 168 anos de idade. Desde 1969 pertencia à News Corporation, o megaconglomerado internacional, com faturamento na casa dos US$ 33 bilhões ao ano, controlado pelo australiano Rupert Murdoch. Vivia de bisbilhotagem, luxúria e algum sangue. Vivia muito bem, apesar do lento declínio em circulação, que vinha de décadas. Sua fórmula editorial ia dos aposentos da família real em Londres às estripulias transoceânicas dos astros do show business, passando por bestialidades a granel.
Há poucos anos, seus métodos “jornalísticos” passaram a ser contestados. No site da Press Complaints Commission – instituição encarregada da autorregulamentação da imprensa britânica – há queixas de escutas clandestinas contra ele. Na esfera policial também houve investigações. Um jornalista do News of the World, Clive Goodman, chegou a ser preso em 2007.
Tudo isso não é novo, portanto. Mas até então se acreditava que os crimes registrados eram desvios individuais, casos isolados, como se diz. Agora se viu que não. Os crimes são mais sérios e muito mais numerosos. Segundo apontam as investigações, seriam mais de 4 mil os telefones grampeados pelo jornal. Estamos falando, portanto, da industrialização do grampo. Gerenciar milhares de escutas clandestinas é uma operação de monta: requer equipes treinadas, orçamentos bem planejados, estruturas próprias. Os inquéritos vão dando conta de que o News não era uma redação jornalística – era uma agência de arapongas assalariados.
(...)
Aí é que entram as razões da internacionalização desse debate. O escândalo dos grampos virou notícia no mundo todo porque o conglomerado de Murdoch está no mundo todo – e se ele faz por aí o que parece ter feito em Londres, isso diz respeito a todos nós. Ontem pela manhã a Rádio CBN noticiou em primeira mão no Brasil que o senador democrata Jay Rockefeller pretende investigar o grupo de Murdoch nos Estados Unidos. Um dos jornais que mais se destacaram na cobertura dos bueiros da News Corp. – depois do diário inglês The Guardian – é o americano The New York Times, que vem sofrendo uma concorrência frontal do Wall Street Journal, comprado, em 2007, por ninguém menos que Murdoch. Na Newsweek desta semana, o jornalista Carl Bernstein – autor, ao lado de Bob Woodward, da série de reportagens sobre o escândalo de Watergate, publicadas no Washington Post, que levaram a renúncia de Richard Nixon, em 1974 – lança a pergunta que só ele pode fazer: será que esse escândalo não é o Watergate de Murdoch?
O sentimento geral foi bem sintetizado pela revista The Economist de quinta passada: “Se ficar provado que os diretores da News Corporation agiram contra a lei, eles não deveriam mais comandar nenhum jornal ou estação de TV. Deveriam estar na cadeia”. Isso vale para qualquer país. No mundo de hoje, as práticas dos tabloides ingleses viraram tema do interesse público internacional.
Sim, isso mesmo. Existe um interesse público internacional, ainda que difuso, rarefeito, pouco institucionalizado. Não são apenas o capitalismo selvagem e a especulação financeira que rasgam fronteiras. As preocupações humanitárias em geral e a ética jornalística em particular também se globalizam como valores universais. É a isso que Murdoch terá de prestar contas. E com isso ele talvez não contasse.

Prof. Eugênio Bucci
Colunista do jornal O Estado de São Paulo e professor da ECA, na USP

Texto 02.

Fonte: internet

Texto 03.


Texto 04.

Fonte:internet

Situação 2014/10/A – Dissertação (Enem)
Em função da leitura dos textos motivadores e dos conhecimentos assimilados ao longo de sua formação, faça uma dissertação argumentativa sobre o controle da imprensa no Brasil. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Instruções Enem:

1. O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.
2. O texto definitivo deve ser escrito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas.
3. A redação com até 7 (sete) linhas escritas será considerada “insuficiente” e receberá nota zero.
4. A redação que fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo receberá nota zero.
5. A redação que apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos receberá nota zero.
6. A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.

Situação 2014/10/B – Dissertação (USP, Unesp, etc.)
Faça uma dissertação argumentativa sobre a seguinte questão:

Liberdade de expressão e de imprensa são direitos absolutos?

Instruções Fuvest:

1. A redação deve obedecer à norma padrão da língua portuguesa.
2. Escreva, no mínimo, 20 e, no máximo, 30 linhas, com letra legível.
3. Dê um título a sua redação.

Situação 2014/10/C – Carta pessoal (UFU, UFGD, UEL, Unicamp, etc.)
Escreva uma carta pessoal para um amigo a respeito de um episódio em que a imprensa tenha cumprido ou não seu papel social com ética, transparência e imparcialidade.

Instruções UFU:

1. Após a escolha de uma das situações, assinale sua opção no alto da folha de resposta e, ao redigir seu texto, obedeça às normas do gênero selecionado.
2. Se for o caso, dê um título para sua redação. Esse título deverá deixar claro o aspecto da situação escolhida que você pretende abordar.
3. Se a estrutura do gênero selecionado exigir assinatura, escreva, no lugar da assinatura: JOSÉ OU JOSEFA. Em hipótese alguma escreva seu nome, pseudônimo, apelido, etc. na folha de prova.
4. Utilize trechos dos textos motivadores (da situação que você selecionou) e parafraseie-os.
5. Não copie trechos dos textos motivadores, ao fazer sua redação.
6. ATENÇÃO: se você não seguir as instruções da orientação geral e as relativas ao tema que escolheu, sua redação será penalizada.
7. Mínimo de 25 e máximo de 30 linhas.




Redação - Proposta 2014-9 - alimentação-obesidade - dissertação-carta

Proposta de redação

Texto 01.
Entrevista
Obesidade infantil
Sandra Villares é médica, coordenadora do Ambulatório de Obesidade Infantil do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo.

Ver os netos gordinhos era a alegria das avós do passado. Criança rechonchuda era sinônimo de criança saudável. De certa forma, havia lógica nesse conceito. Numa época em que não existiam antibióticos, crianças mais nutridas resistiam melhor aos processos infecciosos na infância.
Hoje, a obesidade infantil transformou-se num problema sério de saúde, numa epidemia que se alastra e já atinge parte expressiva da população nessa faixa de idade. As causas são muitas, mas pesam os hábitos alimentares baseados no fast food, salgadinhos e guloseimas e as horas passadas em frente da televisão ou jogando videogame.
A preocupação não é com a estética. Muitas crianças com excesso de peso apresentam alterações nos níveis de colesterol, são descriminadas pelos companheiros e alvo de brincadeiras de mau gosto.
O controle da obesidade infantil começa em casa, com refeições balanceadas, estímulo à atividade física e mudança dos hábitos alimentares de toda a família.

IMC INFANTIL
Drauzio – O que diferencia a criança gordinha da criança obesa?

Sandra Villares – Em geral, a mãe tem sensibilidade para notar que a criança está um pouco mais forte do que os coleguinhas de mesma idade. A mãe ou os familiares perceberem esse fato é o primeiro passo para estabelecer a distinção. Os médicos fazem cálculos um pouco mais complicados. Dividem o peso pela altura ao quadrado, obtêm o índice de massa corpórea (IMC) e utilizam gráficos que podem ser encontrados no site www.abeso.org.br. Resultado acima de 85 percentil caracteriza sobrepeso; acima de 95, obesidade. Abaixo de 85 percentil, indica que a criança não tem sobrepeso.
Essa curva não é igual a dos adultos porque as crianças crescem e os números variam conforme a idade.

CAUSAS DA OBESIDADE
Drauzio – Por que alguns bebês que mamam no peito da mãe são gordinhos e outros são magrinhos? Existe tendência à obesidade que se manifesta desde o nascimento?

Sandra Villares – Existem muitas causas para a obesidade infantil, mas não podemos deixar de mencionar as características genéticas. Milhões e milhões de anos atrás, sobreviveram nossos ancestrais que tinham genes capazes de estocar calorias e transformá-las em energia. Os que não tinham, morreram cedo e provavelmente não deixaram descendentes.
Isso quer dizer que a grande maioria dos sobreviventes tem genes que favorecem o aparecimento da obesidade. Se o ambiente for favorável, ela irá manifestar-se.
Qual é o ambiente saudável para o bebê? É a mãe. Engordar muito durante a gestação, favorece o desenvolvimento de tecido adiposo, de gordura, no primeiro ano de vida da criança.

Drauzio – Esse é um dado importante, porque muitas mulheres engordam demais durante a gravidez.

Sandra Villares – Na literatura, há trabalhos mostrando que para o desenvolvimento do tecido adiposo no primeiro ano de vida é importante não só o peso com que a mãe inicia a gravidez, mas o peso que ganha durante a gestação.

Drauzio – Que curioso é esse mecanismo. A mãe acumula gordura no próprio corpo e passa para a criança a tendência a juntar tecido adiposo.

Sandra Villares – A mãe deve passar algum neuro-hormônio, que não sabemos qual é, mas que faz com que o hipotálamo mande uma mensagem para a criança armazenar mais energia e ela estoca gordura.

Drauzio – Então além das características genéticas, de alguma forma, a obesidade materna durante a gestação influencia a obesidade infantil.

Sandra Villares – O contrário também é verdadeiro. A falta de alimentação adequada durante a gestação para um bebê intraútero é fator para a obesidade no adulto. Prova disso são os indivíduos atualmente obesos que nasceram na Holanda, no período de falta de alimentação que marcou o pós Segunda Guerra Mundial.

Drauzio – É fácil de entender que a criança nasça subnutrida, porque não consegue os nutrientes necessários, quando a mãe passa fome durante a gravidez. Mas fica mais difícil de entender por que desenvolve obesidade depois como mecanismo compensatório.

Sandra Villares – Esse é um dado epidemiológico para o qual não se encontra explicação na literatura. Acredita-se que algum fator intraútero, ainda não determinado, estimule alimentação mais farta durante a vida e aumente a facilidade de estocar energia.

Drauzio – Resumindo: são fatores para a tendência à obesidade infantil a genética, o excesso de peso que a mãe ganhou durante a gestação e a desnutrição materna durante a gravidez. Há outro?

Sandra Villares – Mãe diabética é também é fator de risco para a obesidade infantil e para o desenvolvimento de diabetes na fase adulta. A hipoglicemia da mãe estimula o pâncreas da criança a liberar mais insulina e a tornar-se mais sujeita a desenvolver diabetes.

Drauzio – Filhos de mães diabéticas, geralmente, nascem com peso exagerado?

Sandra Villares – Nascem. O aumento da circulação de insulina na criança provoca aumento da adipogênese, ou seja, maior formação de células adiposas.

Drauzio – Acima de que peso nasce a criança que faz suspeitar ser a mãe diabética?

Sandra Villares – Acima de quatro quilos. Sempre que levanta o histórico de uma criança obesa, o médico deve perguntar como foi a gestação da mãe e com quantos quilos e centímetros o bebê nasceu.
A criança nasce com mais ou menos 17% de gordura no corpo. No final do primeiro ano de vida, esse índice sobe para 35% e o peso da criança triplica. A gordura que estocou nesse período vai ajudá-la a viver no ano seguinte, quando começa a andar e a brincar e garante a energia necessária para os anos subsequentes.

Drauzio – E elas precisam de muita energia…

Sandra Villares – As crianças não param quietas e consomem muita energia, mas por volta dos sete anos começam a fazer novamente tecido adiposo. Esse é um fato muito importante e a mãe precisa ficar atenta ao peso da criança nessa idade. Se o peso for normal, uma em dez crianças corre o risco de ficar obesa na fase adulta. Se for gordinha, esse risco sobe para quatro em cada dez crianças.

Drauzio – Bebês gordinhos também correm mais esse risco?

Sandra Villares – A princípio, não, mas depende muito do tipo físico dos pais. Se os pais forem magros, criança fortinha, porém não muito obesa nos três primeiros anos de vida, não corre risco maior de obesidade na fase adulta. Ao contrário, se os pais forem obesos, o risco aumenta. No entanto, com o passar dos anos, essa relação vai perdendo força e desaparece na adolescência, quando tem importância o excesso de peso do próprio adolescente como determinante da obesidade na fase adulta.

EPIDEMIA DA OBESIDADE

Drauzio – Estamos vivendo uma verdadeira epidemia da obesidade. Na população brasileira, 40% dos adultos estão com excesso de peso, o que significa 50 milhões de pessoas aproximadamente.

Sandra Villares – E as crianças estão indo pelo mesmo caminho. Dados revelam que 17% dos adolescentes estão com sobrepeso atualmente. Já nos referimos às razões genéticas para o armazenamento de gordura. No entanto, a diminuição da atividade física e o aumento de ingestão de comida e de alimentos não saudáveis têm contribuído muito para a instalação do quadro de obesidade. (...)


Texto 02.
“Mudança de hábito

Nesses últimos 40 anos, a vida nas cidades mudou. As mulheres entraram no mercado de trabalho e o hábito de comer na rua se consolidou. Substituímos os alimentos tradicionais, com hidratos de carbono complexos, fibras, vitaminas e minerais, por outros com hidratos de carbono de absorção rápida: alimentos processados, refrigerantes, salgadinhos com alto teor de gordura saturada e gordura trans – a chamada junk food, a comida pré-fabricada turbinada por produtos químicos. Mais de 80% dos brasileiros, de todas as idades, seguem, hoje, dieta inadequada. Ao mesmo tempo, com a melhoria na distribuição de renda e o aumento da prosperidade, o consumo per capita de bovinos atingiu 37,5 quilos em 2010, 5% a mais do que em 2009, apesar de uma alta de 38% no preço.
Fiéis às nossas raízes, felizmente continuamos comendo o tradicional feijão com arroz, uma mistura proteica rica em minerais e vitaminas. Mas ingerimos carne vermelha em excesso, e apenas um em cada dez brasileiros se alimenta com frutas, legumes e verduras recomendáveis. Acrescente-se a isso doses excessivas de gordura saturada, sal e açúcar – este, usado e abusado no cafezinho, alimento mais ingerido no país. As informações são da Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na Pesquisa de Orçamentos Familiares (2008-2009).
As calorias baratas que lotam os supermercados contribuem com números recorde de doenças relacionadas à alimentação. “Há hoje mais obesos e pessoas com sobrepeso no mundo do que famintos. Os custos para o sistema de saúde e o comprometimento da qualidade de vida são imensos: será que as empresas não têm nada a ver com isso?”, pergunta o professor da FEA-USP Ricardo Abramovay, autor de Muito Além da Economia Verde. “Estamos plantando uma bomba-relógio nos corpos das crianças do mundo inteiro”, afirma Raj Patel, autor de Stuffed & Starved – The Hidden Battle for the World Food System (Cheios & Famintos – A Batalha Secreta Pelo Sistema Mundial de Alimentos), de 2007. ‘Hoje, os mexicanos tomam mais Coca-Cola que leite. O resultado é que um em cada dez mexicanos está diabético.’”


Texto 03.

Texto 04.

Texto 05.

Fonte:internet

Situação 2014/9/A – Dissertação (Enem)
Em função da leitura dos textos motivadores e dos conhecimentos assimilados ao longo de sua formação, faça uma dissertação argumentativa sobre como os hábitos de alimentação da sociedade brasileira podem tornar-se mais saudáveis e sustentáveis. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Instruções Enem:

1. O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.
2. O texto definitivo deve ser escrito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas.
3. A redação com até 7 (sete) linhas escritas será considerada “insuficiente” e receberá nota zero.
4. A redação que fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo receberá nota zero.
5. A redação que apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos receberá nota zero.
6. A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.

Situação 2014/9/B – Dissertação (USP, Unesp, etc.)
Faça uma dissertação argumentativa sobre a seguinte afirmação: “você é o que você come”.

Instruções Fuvest:

1. A redação deve obedecer à norma padrão da língua portuguesa.
2. Escreva, no mínimo, 20 e, no máximo, 30 linhas, com letra legível.
3. Dê um título a sua redação.

Situação 2014/9/C – Carta argumentativa (UFU, UFGD, UEL, Unicamp, etc.)
Faça uma carta argumentativa destinada a um deputado de sua escolha com argumentos sobre o que o Estado deve fazer para combater a “epidemia” de obesidade infantil em curso no Brasil.

Instruções UFU:

1. Após a escolha de uma das situações, assinale sua opção no alto da folha de resposta e, ao redigir seu texto, obedeça às normas do gênero selecionado.
2. Se for o caso, dê um título para sua redação. Esse título deverá deixar claro o aspecto da situação escolhida que você pretende abordar.
3. Se a estrutura do gênero selecionado exigir assinatura, escreva, no lugar da assinatura: JOSÉ OU JOSEFA. Em hipótese alguma escreva seu nome, pseudônimo, apelido, etc. na folha de prova.
4. Utilize trechos dos textos motivadores (da situação que você selecionou) e parafraseie-os.
5. Não copie trechos dos textos motivadores, ao fazer sua redação.
6. ATENÇÃO: se você não seguir as instruções da orientação geral e as relativas ao tema que escolheu, sua redação será penalizada.
7. Mínimo de 25 e máximo de 30 linhas.

Atualidades - Coletânea 2014-4

Caras e caros,

Eis a lista desta semana:








(leiam os comentários)

Abraços,

Abraços a todos,

Professor Estéfani Martins

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Atualidades - Coletânea 2014-3

Boa leitura.








Abraços a todos,

Professor Estéfani Martins

Redação - Proposta 2014-8 - beijo gay-homofobia - dissertação-editorial

Proposta de redação

Texto 01.
“Os atores Daniel Barcelos e Rai Alves, que protagonizaram um beijo gay pioneiro na TV brasileira em 1990 em uma minissérie da TV Manchete, dizem ter ficado decepcionados com a reação de parte do público ao beijo entre os personagens Félix e Niko da novela Amor à Vida.
Segundo Alves, a cena da novela da Globo, que acontece cerca de 24 anos após o beijo de seu personagem, respondeu à pressão da sociedade. "A Globo não fez isso de bobeira. O mercado impôs, a sociedade impôs".
"É muito triste num país como esse, com uma diversidade tão grande, ainda estarmos falando sobre isso como algo curioso. Pessoas são pessoas. Não fomos educados para conviver com as diferenças, este é o problema", disse à BBC Brasil.
"Acho uma perda de tempo discutirmos a homossexualidade. Temos que discutir, sim, o combate à homofobia."
Para Daniel Barcelos, chamou atenção o "radicalismo" de muitos comentários em portais de notícias e redes sociais. "Fiquei chocado com alguns comentários ultra-religiosos, que falavam como se aquilo fosse coisa do demônio."
Na série Mãe de Santo, que relacionava os orixás de religiões afro-brasileiras com histórias do cotidiano, os personagens de Barcelos e Alves se apaixonaram e viveram um romance.”


Texto 02.
“O beijo gay protagonizado pelos atores Mateus Solano (Félix) e Thiago Fragoso (Niko) no capítulo final da novela “Amor à vida”, da Rede Globo, foi comemorado nas redes sociais por famosos. A cena foi ao ar nesta sexta-feira (31).”

Veja abaixo a repercussão da cena no Twitter:

Preta Gil
“Foi lindo!!! Parabéns Mateus e Thiago pela excelente, doce e amorosa cena, o beijo foi tão natural”
“Aí o beijo mais lindo !!! Amei”

Jean Wyllys
“Estrou em prantos! Amor à vida! Que emocionante essa cena! Que redenção linda! Parabéns Mateus Solano!”
“Rolou! Viva! Ainda não foi aquele beijo molhado! Mas foi, sim, o beijo do casal gay protagonista! Parabéns!”
"Hoje é um dia histórico. Marca a história da televisão; de LGBTs e do Brasil. E sou feliz de fazer parte dessa história! E de contribuir!"

Luciano Huck
"Pronto. Assunto beijo gay, resolvido. Vamos ao próximo. #AmorAVida"
“Lindo final. Parabens Walcyr Carrasco, Maurinho, Wolf, toda a equipe & elenco impecável”

Bruno Gagliasso
"A arte e o amor venceram. Mt bom. Parabens!!!! #mateus #felix #thiago #nico"

Serginho Groisman
"Histórico esse último capítulo. Qualidade e audiência podem sim se abraçar"

Pitty
"Gente, tô emocionada até agora, juro #beijogaynanovelaeufui"

Giovanna Lancellotti ‏
"Boaaaaaaaaaaaaaa!!!!! Realidadeeee !!!! Felix e Niko lindos de mais !!!"
"Walcyr Carrasco parabéns parabéns parabéns pela iniciativa!!!!"

Daniela Mercury
"Que arraso!!!! Orgulho de Walcyr. Viva o amor!!!!"

José de Abreu
"Beijo! @mateusolano @fragosothiago"

Thiago Fragoso
"Muito feliz! Obrigado pelas mensagens, obrigado por tudo..."

Glória Perez
"Parabens querido! Finalmente o beijo gay desencantou! :-))) @WalcyrCarrasco"


Texto 03.


Texto 04.


Texto 05.


Situação 2014/8/AEnem – Dissertação (Enem)
Em função da leitura dos textos motivadores e dos conhecimentos assimilados ao longo de sua formação, faça uma dissertação argumentativa sobre homofobia na sociedade brasileira. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Instruções Enem:

1. O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.
2. O texto definitivo deve ser escrito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas.
3. A redação com até 7 (sete) linhas escritas será considerada “insuficiente” e receberá nota zero.
4. A redação que fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo receberá nota zero.
5. A redação que apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos receberá nota zero.
6. A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.

Situação 2014/8/AFuvest – Dissertação (Fuvest)
Faça uma dissertação argumentativa sobre a importância da mídia como agente de mudança na sociedade brasileira.

Instruções Fuvest:

1. A redação deve obedecer à norma padrão da língua portuguesa.
2. Escreva, no mínimo, 20 e, no máximo, 30 linhas, com letra legível.
3. Dê um título a sua redação.

Situação 2014/8/B – Editorial (UFU, UFGD, UEL, Unicamp, etc.)
Escreva editorial sobre a repercussão do beijo "gay" na internet e nos meios de comunicação de massa.

Instruções UFU:

1. Após a escolha de uma das situações, assinale sua opção no alto da folha de resposta e, ao redigir seu texto, obedeça às normas do gênero selecionado.
2. Se for o caso, dê um título para sua redação. Esse título deverá deixar claro o aspecto da situação escolhida que você pretende abordar.
3. Se a estrutura do gênero selecionado exigir assinatura, escreva, no lugar da assinatura: JOSÉ OU JOSEFA. Em hipótese alguma escreva seu nome, pseudônimo, apelido, etc. na folha de prova.
4. Utilize trechos dos textos motivadores (da situação que você selecionou) e parafraseie-os.
5. Não copie trechos dos textos motivadores, ao fazer sua redação.
6. ATENÇÃO: se você não seguir as instruções da orientação geral e as relativas ao tema que escolheu, sua redação será penalizada.

7. Mínimo de 25 e máximo de 30 linhas.

Redação - Proposta 2014-7 - justiceiros - dissertação-artigo de opinião

Proposta de redação

Texto 01.
Fonte: https://juventudedominicana.files.wordpress.com/2014/02/1607005_412628832206156_1356819092_n.jpg

Texto 02.

Texto 03.
Sobre Rachel Sheherazade, justiceiros e "marginaizinhos"
Porque não é cristão estimular a justiça com as próprias mãos
Por Ricardo Alexandre 5/fev 14:33

Sobre o editorial de Rachel Sheherazade no “SBT Repórter”, no qual a jornalista defende o grupo que amarrou um “marginalzinho” nu em um poste no Rio de Janeiro, gostaria de excepcionalmente usar deste espaço semi-musical para dizer o seguinte:
A teologia da libertação católica e a teologia da missão integral protestante celebrizaram o conceito do “pecado estrutural” que, apesar de ganhar corpo no século 20, remonta a São Basílio Magno (que dizia que “a fome é inadmissível, assim como indigência causada pela tua abundância” lá no século quarto) e, claro, à Bíblia e aos apóstolos. Basicamente, o conceito de pecado estrutural defende que, além dos pecados pessoais (roubar, matar, praticar a imoralidade, mentir etc.) há certo tipo de desvio da vontade de Deus que diz respeito à estrutura das coisas. Ao jeito que a sociedade se organiza, à forma com que o egoísmo, a violência e a maldade está entranhada na estrutura das nossas relações.
A bancada evangélica, por exemplo, embora julgue-se porta voz da justiça divina defendendo os valores da família (ou seja, em tese, lutando contra o pecado pessoal) cai no pecado estrutural de usar de espaço público para legislar em causa própria, ou atuar em defesa do grupo que o elegeu a custa da sociedade como um todo. Não é um conceito liberal ou marxista; pelo contrário, é um conceito muito ortodoxo teologicamente, a ponto do papa Francisco se referir a ele diversas vezes nos últimos tempos.
Provavelmente, Rachel Sheherazade, que se diz cristã, nunca ouviu falar em pecado estrutural. Não deve ter lhe ocorrido que “o marginalzinho” nu em um poste é tão vítima da estrutura corrompida quanto aquele de quem roubou. O justiceiro, cuja atitude a jornalista chama de “compreensível”, também é vítima do pecado estrutural, assim como o infeliz que foi deixado amarrado com uma trava de bicicleta no Flamengo.
Por isso, entre outros motivos, não devemos tomar a vingança em nossas mãos. Por isso não devemos estimular o ódio como paga pelo ódio. Por isso, a única saída é romper o ciclo de maldade, e não estimulá-lo.
Ela termina o texto com um sorriso sarcástico nos lábios, se dirigindo "aos que se apiedaram do marginalzinho": "Faça um favor ao Brasil, adote um bandido", disse ela, com a força e eloquência dos que já ouvem a claque imaginária ao fundo. Adotar um bandido é o que Jesus Cristo mais espera que seus seguidores façam. Que não sejamos cristãos o bastante para isso, é tristemente compreensível. Orgulhar-se disso em rede nacional, já é triste demais.
Em resumo: gostaria que meus amigos não caíssem na facilidade de acreditar que Sheherazade diz o que diz porque é evangélica. Ela diz o que diz porque é ignorante sobre as raízes de sua própria fé, e está entorpecida com a possibilidade de ser usada pelo SBT para ser “porta voz” de certo segmento da sociedade.
O segmento ignorante.


Situação 2104-7A - Dissertação (USP, Unesp, Enem, etc.)
A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre a ação de justiceiros como forma de combater a violência nas cidades brasileiras, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Instruções Enem:

1. O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.
2. O texto definitivo deve ser escrito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas.
3. A redação com até 7 (sete) linhas escritas será considerada “insuficiente” e receberá nota zero.
4. A redação que fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo receberá nota zero.
5. A redação que apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos receberá nota zero.
6. A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.

Situação 2014-7B - Gêneros textuais – artigo de opinião (UFU, Uniube, Unicamp, UEL, etc.)
Faça um artigo de opinião sobre a sua concordância ou não a respeito da ação dos justiceiros contra potenciais ou reais criminosos em cidades brasileiras.

Instruções UFU:
1. Após a escolha de uma das situações, assinale sua opção no alto da folha de resposta e, ao redigir seu texto, obedeça às normas do gênero selecionado.
2. Se for o caso, dê um título para sua redação. Esse título deverá deixar claro o aspecto da situação escolhida que você pretende abordar.
3. Se a estrutura do gênero selecionado exigir assinatura, escreva, no lugar da assinatura: JOSÉ OU JOSEFA. Em hipótese alguma escreva seu nome, pseudônimo, apelido, etc. na folha de prova.
4. Utilize trechos dos textos motivadores (da situação que você selecionou) e parafraseie-os.
5. Não copie trechos dos textos motivadores, ao fazer sua redação.
6. ATENÇÃO: se você não seguir as instruções da orientação geral e as relativas ao tema que escolheu, sua redação será penalizada.
7. Mínimo de 25 e máximo de 30 linhas.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Atualidades - Textos sobre fundamentalismo e extrema-direita











Redação - Proposta 2014-6 - falta de professores - dissertação-notícia

Proposta de redação

Texto 01.
"O material escolar mais barato que existe na praça é o professor." (Jô Soares)

Texto 02.















Texto 03.
















Texto 04.


Texto 05.
Falta de interesse pela carreira de professor é comum em todo o País
Número de alunos que entraram em cursos de Licenciatura e Pedagogia caiu 7,5% de 2006 a 2011
31 de agosto de 2013 | 18h 13
Paulo Saldaña

A questão docente não é uma preocupação apenas do Estado de São Paulo, mas um drama vivido em todo o País. Estimativa recente aponta déficit de 170 mil professores de Matemática, Física e Química. Mas estatísticas do Ministério da Educação (MEC) revelam uma situação ainda mais grave: o número de interessados em ser professor está caindo a cada ano, o que torna mais difícil suprir as demandas.
De 2006 a 2011, o número de alunos que entraram em Licenciatura e Pedagogia caiu 7,5%. Em 2011, último ano em que os dados estão disponíveis, foi registrado o menor volume de pessoas que ingressaram nesses cursos desde 2004. Foram 662 mil matriculados em cursos presenciais e na modalidade a distância em todo País.
O total de diplomados interrompeu crescimento registrado entre 2000 e 2009. Desde então, já apresentou queda de 11%. Em 2011, 358 mil pessoas formaram-se em Licenciatura ou Pedagogia, formação padrão para atuação na educação básica (do ensino infantil ao médio). Apesar de desaceleração no ritmo de formação, o número de professores no País tem aumentado nos últimos três anos. Em 2012, existiam 2,1 milhões de docentes de educação básica.
A superintendente do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação (Cenpec), Anna Helena Altenfelder, lembra de pesquisa recente da Fundação Carlos Chagas (FCC) que mostra que os jovens não querem ser professores. "O estudante do ensino médio respeita o professor, mas diz ‘eu não quero’, porque ele vê a dificuldade e a vida dos docentes", afirma. "Há uma questão da precarização da atividade: do salário, progressão na carreira à valorização social do magistério."
Perfil. Com esse contexto negativo, a carreira docente não tem atraído, em geral, os alunos com melhor desempenho no ensino médio. "O Estado de São Paulo, por exemplo, tem 98% de seus professores formados nas instituições privadas, que em geral têm as piores condições, professores menos qualificados e formam mal o aluno", diz o professor de Educação da USP Romualdo Portella.
Dados de levantamento da FCC revelam que 39,2% dos professores do País são de famílias de baixa renda (de até 3 salários). Além disso, 45,6% dos professores têm mães com nenhuma escolaridade ou que cursaram apenas até a 4.ª série.


Situação A - Dissertação (USP, Unesp, Enem, etc.)

A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema a falta de professores na educação básica brasileira, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Instruções:

1.    O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.
2.    O texto definitivo deve ser escrito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas.
3.    A redação com até 7 (sete) linhas escritas será considerada “insuficiente” e receberá nota zero.
4.    A redação que fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo receberá nota zero.
5.    A redação que apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos receberá nota zero.
6.    A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o
7.    número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.

Situação B - Gêneros textuais – Notícia (UFU, Uniube, Unicamp, UEL, etc.)

Com os dados presentes na coletânea, escreva uma notícia a respeito da falta de professores nas escolas brasileiras.

Instruções UFU:

1.      Após a escolha de uma das situações, assinale sua opção no alto da folha de resposta e, ao redigir seu texto, obedeça às normas do gênero selecionado.
2.      Se for o caso, dê um título para sua redação. Esse título deverá deixar claro o aspecto da situação escolhida que você pretende abordar.
3.      Se a estrutura do gênero selecionado exigir assinatura, escreva, no lugar da assinatura: JOSÉ OU JOSEFA. Em hipótese alguma escreva seu nome, pseudônimo, apelido, etc. na folha de prova.
4.      Utilize trechos dos textos motivadores (da situação que você selecionou) e parafraseie-os.
5.      Não copie trechos dos textos motivadores, ao fazer sua redação.
6.      ATENÇÃO: se você não seguir as instruções da orientação geral e as relativas ao tema que escolheu, sua redação será penalizada.

7.      Mínimo de 25 e máximo de 30 linhas.