quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Redação - Proposta de redação 2013-02-07

Leia com atenção os textos motivadores abaixo.

Texto 1

Programa que promove igualdade de oportunidades entre homens e mulheres tem adesão de mais de 90 empresas
5 de agosto de 2011

A Ministra Iriny Lopes, da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), homologou nesta sexta-feira (5), a inclusão de 95 novas empresas à 4ª Edição do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça para o período de 2011 a 2012. O programa é desenvolvido pela SPM em parceria com a ONU mulheres.
(...)
O Programa Pró-equidade de Gênero e Raça promove a igualdade de oportunidades entre homens e mulheres no âmbito das organizações públicas e privadas, baseado no desenvolvimento de novas concepções na gestão de pessoas e na cultura organizacional, com vistas à equidade de gênero e raça no mundo do trabalho.
Ao solicitar a inclusão ao programa, as empresas públicas ou privadas, se responsabilizam em desenvolver, no prazo de um ano, um processo de construção das condições de equidade em sua cadeia produtiva, através de adoção de práticas de equidade de gênero e raça de forma sistemática, como um instrumento de gestão, que contribua para o alcance de bons resultados em termos de qualidade do ambiente de trabalho e produtividade. Após esse prazo, as empresas passam por um processo de avaliação para receberem o Selo Pró-equidade, atestando que assumiram o compromisso com a equidade de gênero e raça.

Fontes:
Portal Brasil
Secretaria Geral da Presidência da República

Texto 2

ONU destaca avanços na igualdade de gêneros na América Latina

Nações Unidas, 6 jul (EFE).- A ONU assinalou nesta quarta-feira alguns dos grandes avanços registrados recentemente contra a discriminação das mulheres na América Latina, em particular no campo político e na luta contra a violência de gênero, mas pediu um maior compromisso na região para chegar a uma verdadeira igualdade.
A conclusão é apresentada no primeiro relatório mundial elaborado pela ONU Mulheres, a agência que vela pela igualdade dos gêneros, que assinala que as mulheres seguem discriminadas em boa parte do mundo apesar dos avanços obtidos em regiões como a América Latina e o Caribe.
Segundo o relatório, a América Latina pode se orgulhar do peso que a mulher alcançou no âmbito político em vários países da região e dos "grandes passos" dos últimos anos para combater a violência de gênero, apesar de ainda haver trabalho a ser feito.
A agência dirigida pela chilena Michelle Bachelet destacou a Costa Rica, país que em 2010 elegeu sua primeira presidente, Laura Chinchila, e "uma das quatro únicas nações do mundo onde as mulheres somam mais de 30% dos parlamentares, ministros e juízes do Supremo Tribunal".
Além da Costa Rica, a agência da ONU reconhece Argentina, Bolívia, Cuba, Equador e Guiana, países onde foi alcançada ou superada a barreira de 30% de representação feminina em seus Parlamentos.
A ONU Mulheres destaca que há quatro chefes de Estado ou Governo do sexo feminino: as presidentes Dilma Rousseff (Brasil), Cristina Kirchner (Argentina) e Laura Chinchila (Costa Rica), e a primeira-ministra de Trinidad e Tobago, Kamla Persad-Bissessar.
O relatório ressalta que 97% dos países da América Latina contam com leis que penalizam a violência de gênero, mas alerta que a violência doméstica ainda é "comum na região".
O estudo conta com dados de uma pesquisa realizada em 11 países da região, que assinala que um terço das mulheres sofreu violência física e 16% foram objeto de violência sexual em sua vida.
(...)
A América Latina é um exemplo na inclusão das mulheres nas forças de segurança e na promoção das delegacias de mulheres, instalações que existem em 13 países da região - sob a liderança do Brasil, com 450 delegacias - e um fator que aumentou o número de denúncias de ataques sexuais.
Quanto ao mercado de trabalho, o estudo destaca os avanços alcançados no reconhecimento dos direitos das trabalhadoras domésticas em países como o Brasil, mas assinala que o continente conta com "milhões de mulheres trabalhando em postos vulneráveis, desprotegidos das leis trabalhistas".
Entre as conclusões que apresenta em seu relatório, a ONU Mulheres destaca que no continente as mulheres podem chegar a ter vencimentos 40% menores que os dos homens, algo que o organismo convida a mudar.


Texto 3

Fonte: catracalivre.com.br

Texto 4


Situação A - Dissertação (USP, Unesp, Enem, etc.)

Em função da leitura dos textos motivadores e dos conhecimentos assimilados ao longo de sua formação, faça uma dissertação argumentativa que responda à pergunta: a igualdade de gênero como prática democrática da sociedade brasileira. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Instruções:

1 - O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.
2 - O texto definitivo deve ser escrito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas.
3 - A redação com até 7 (sete) linhas escritas será considerada “insuficiente” e receberá nota zero.
4 - A redação que fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo receberá nota zero.
5 - A redação que apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos receberá nota zero.
6 - A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.

Situação B - Gêneros textuais – Cartas (Uniube, Unicamp, UEL, etc.)

Com base nas ideias e sugestões presentes nos textos reunidos na coletânea, redija uma carta para uma autarquia pública que for pertinente em que você cobre medidas para combater algum aspecto da desigualdade de gênero no Brasil.

Instruções:

1 - Se sua escolha for a  carta argumentativa, não lhe dê um título, nem a assine, pois, nos exames seletivos das universidades, o candidato não deve ser identificado como autor da redação. No lugar da assinatura, deverá ser colocado apena um traço.
2 - A redação deve ser escrita a caneta azul ou preta, em prosa, com um mínimo  de  20 (vinte) linhas das 35 (trinta e cinco) linhas contidas na folha de redação. Antes de passá-la a limpo, faça revisão do texto, observando sua adequação à modalidade escrita culta. Escreva seu texto com letra legível.

Situação C – Outros gêneros textuais – anúncio (Unicamp, UEL, etc.)

Faça uma crônica a ser veiculada no caderno de cultura de um grande jornal sobre a desigualdade de gênero no Brasil.

Instruções:

1 - Não copie ou parafraseie trechos da coletânea de textos.
2 - Escreva, no mínimo, 25 linhas e, no máximo, 30.

3 - Dê um título para seu texto se for pertinente ao gênero textual em questão.