domingo, 21 de maio de 2017

Atualidades - Uniube-UFU - Temas mais prováveis para a prova de Redação




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Redação - UFU - Gêneros textuais (exemplos e quadro resumo)





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Redação - UFU - Compilação das respostas da UFU sobre a prova de redação

Seguem abaixo alguns oportunos esclarecimentos adicionais sobre a prova de redação da UFU oferecidos pela DIRPS-UFU por meio de suas redes sociais sobre o vestibular UFU-2017.

ESCLARECIMENTOS SOBRE A REDAÇÃO 
VESTIBULAR UFU 2017/2

Com o intuito de estabelecermos máxima transparência e objetividade de propósito em nosso processo seletivo, esclarecemos o que segue:
1) A exigência de paráfrase, cobrada em anos anteriores, será mantida no texto de opinião, na carta argumentativa, no relato e no texto dissertativo-argumentativo?
R: Em anos anteriores, dentre os critérios de redação da Universidade Federal de Uberlândia, o candidato deveria, obrigatoriamente, fazer uma paráfrase de um trecho do texto motivador. A paráfrase NÃO será mais exigida, embora possa ser um recurso utilizado pelo candidato na produção textual do candidato. Vale lembrar que o candidato não pode copiar trechos do(s) texto(s) motivador(es).
2) Haverá obrigatoriedade do título para o texto dissertativo-argumentativo, ou ele será facultativo, como no ENEM?
R: Apesar de importante, o título não é solicitado em algumas provas de redação – caso do Enem, em que ele é opcional. Na UFU, o título será exigido no texto dissertativo-argumentativo, no texto de opinião e no relato.
3) E a máscara, é obrigatória?
R: A máscara (lugar social que o sujeito ocupa) NÃO será exigida nos critérios de correção. No entanto, ela pode ser anunciada pelo elaborador da proposta de redação, como no exemplo a seguir:
"Suponha que você seja um aluno da rede municipal de ensino e tem sofrido bullying de alguns colegas. Escreva uma carta argumentativa para a direção da escola informando sobre os acontecimentos e solicitando a intervenção da direção para solução do problema".
Nesse caso, a máscara está dada: espera-se que o autor do texto seja um aluno da rede municipal, ou seja, o candidato deve-se colocar no lugar desse sujeito para cumprir o que se pede.
Se o candidato não se colocar como aluno da rede municipal, haverá a penalização cabível, de não atendimento à proposta.
Importante destacar que a máscara é um recurso de credibilidade, quem escreve é um sujeito inserido no contexto, sendo, portanto, um reforço argumentativo importante. Mesmo que não seja cobrado, o candidato poderá fazer uso desse recurso no texto de opinião, na carta argumentativa e no relato.
4) Por que a redação vale 20 pontos? É o valor de uma questão?
R: O valor da redação leva em conta score padronizado. Isto quer dizer que o fato de ela valer 20 pontos NÃO SIGNIFICA DIMINUIÇÃO DO SEU PESO na classificação final. Em termos matemáticos, a redação continua a ter mesmo peso/importância dos processos anteriores.
Entendemos que as novidades no vestibular podem gerar duvidas pontuais. Estamos à disposição para esclarecê-las todas.

E-mail: dirps@prograd.ufu.br
Prof. Dennys Garcia Xavier (Diretor-DIRPS)

Disponível em: https://www.facebook.com/dirps.ufu/?fref=nf&pnref=story

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Redação - UFU - Novo material sobre gêneros textuais (dissertação, artigo de opinião, carta argumentativa e relato.)

Redação
Gêneros textuais - UFU 2017 - prova de redação

1. Dissertação - é um gênero textual produto das interações entre certas tipologias textuais, em especial, a argumentação e a exposição, ainda que descrição e narração possam ser usadas como recursos para construção particularmente de argumentos. Este gênero textual é empregado de forma regular para comunicar e documentar debates de cunho científico, acadêmico, estético, etc., com o intuito de comunicar a posição de alguém sobre determinado tema de forma organizada, laica, contundente e respeitosa em relação a princípios do pensamento lógico, científico e formal. Em função disso, o meio mais tradicional de abordar a teoria de gêneros textuais em vestibulares é a dissertação argumentativa.

Objetivo – defender uma tese por meio de argumentação científica e baseada em premissas lógicas e comprováveis.
Estrutura – tem três partes com objetivos bastante específicos: introdução, desenvolvimento e conclusão. -      Deve ser escrita sempre com o mínimo de quatro parágrafos.
Argumentação – baseada em diversos princípios retóricos como analogias, estatísticas, argumentos de autoridade, referências históricas, etc.
Pessoa do discurso - Linguagem impessoal (3ª pessoa do singular e plural).
Linguagem - objetiva, denotativa, adaptada ao Novo Acordo Ortográfico, compatível com a norma padrão prevista nas gramáticas normativas e com vocabulário ajustado ao Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (Volp).
Máscara – proibida em função da impessoalidade do texto.
Título - Enem (facultativo). Demais vestibulares (depende de orientações específicas). UFU (obrigatório).
Observação final - as considerações deste material são aplicáveis integralmente a textos de cerca de 30 linhas. Para os expressivamente menores ou maiores, é importante salientar que essas orientações devem ser flexibilizadas.

Texto 01.
Questão indígena: entre injustiças e negligências

As injustiças históricas relativas às questões indígenas são uma das discussões mais relevantes e ao mesmo tempo mais negligenciadas no Brasil contemporâneo, apesar dos inúmeros desafios urgentes relativos a esse assunto. Por isso, é fundamental para a existência futura das culturas indígenas que haja debates e ações públicas humanistas, tolerantes e respeitosas a fim de perpetuar essas importantíssimas matrizes da sociedade brasileira.
Para tanto, é imprescindível o reconhecimento da riqueza cultural multifacetada dos indígenas, com o objetivo de que, por meio de intervenções midiáticas permanentes, por exemplo, possa haver uma mudança significativa na visão que a maioria dos cidadãos brasileiros tem desses povos ainda muito submetida a ideias associadas ao preconceito e à desinformação. Tal fato é evidente por causa das muitas menções em livros, piadas, etc., a um “índio” visto como preguiçoso, sujo ou imoral. Isso ainda ocorre por causa da força das concepções surgidas muitas vezes na pseudociência cientificista do século XIX, que produziu um evidente paradoxo chamado Racismo Científico.
Outro aspecto relevante para a compreensão dessa complexa questão é a falta quase absoluta de representação política dos povos autóctones no Brasil, o que explica e mesmo fomenta o preconceito e a exclusão social dos quais esses grupos são vítimas. Isso se amplia quando até na Fundação Nacional do Índio (Funai), eles têm pouca ou nenhuma interferência direta nas decisões tomadas pelo órgão em relação a diversas causas muito importantes para eles, como no caso da demarcação de terras e dos conflitos que têm ocorrido no País por causa de disputas territoriais, que, aliás, acontecem ao menos desde o tempo das Capitanias Hereditárias.

Conclusão por meio de propostas de intervenção

Logo, para que possa ser revertida a situação desumana a que muitos desses povos estão submetidos, é fundamental que a Funai democratize suas instâncias decisórias a fim de ampliar a participação de índios no seu cotidiano institucional. Também é importante a criação de cotas para indígenas em Câmaras Legislativas de forma proporcional à presença deles na população brasileira, o que ficaria a cargo de medida provisória apresentada pelo governo federal à Câmara dos deputados.

Conclusão por meio de resumo e ratificação

Dessa forma, é evidente que há uma origem histórica para a discriminação sistemática sofrida pelos índios no Brasil, o que produziu uma visão estreita e anacrônica sobre esses povos por parte da ampla maioria dos brasileiros. Esse processo, enfim, desencadeou a quase total anulação das culturas dos povos autóctones brasileiros, por isso o respeito e a preservação do que restou delas devem ser prioridades absolutas dos órgãos responsáveis e da sociedade civil organizada.

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Redação - UFU - Todas as informações oficiais sobre o vestibular UFU 2017

Redação UFU
Professor Estéfani Martins

EDITAL UFU/PROGRAD/DIRPS Nº 07/2017
PROCESSO SELETIVO 2017-2
(Apenas os tópicos relativos à redação)

5.1 As provas do Processo Seletivo 2017-2 serão aplicadas:
b)  nos dias 03 de junho de 2017 (Primeira Fase + Redação, disciplina referente à Segunda Fase) e 04 de junho de 2017 (Segunda Fase)

6. DAS PROVAS MULTIDISCIPLINARES DA PRIMEIRA FASE
6.1.  Na  Primeira  Fase,  a  prova  será  formulada  com  7  (sete)  questões  objetivas  por disciplina, valendo 1 (um) ponto cada questão, totalizando 77 (setenta e sete) pontos.
6.2.  A  prova  será  realizada  em  um  único  dia  e  terá  duração  máxima  de  5h30m  para preenchimento  da  Folha  de  Respostas,  com  os  conteúdos  de  Biologia,  Física, Geografia, Língua Portuguesa, Literatura, Sociologia, Filosofia, História, Língua Estrangeira  (Espanhol  ou  Inglês),  Matemática  e  Química.  Inclui-se, no  tempo supracitado, a resolução da prova de Redação, disciplina referente à Segunda Fase, porém realizada no primeiro dia de provas (ver item 7).

7. DAS PROVAS ESPECÍFICAS DA SEGUNDA FASE
7.1.  Conforme a Tabela 1, as provas:
a) serão específicas para cada grupo de cursos;
b) abordarão os conteúdos das disciplinas específicas; 
c) terão como disciplinas obrigatórias: Redação (que será aplicada junto às provas de Primeira Fase), Língua Portuguesa e Língua Estrangeira.
7.2.  As provas serão formuladas com quatro Questões Discursivas por disciplina, valendo 20 (vinte) pontos cada questão, e uma Redação em Língua Portuguesa, valendo 20 (vinte) pontos. A prova de Redação será realizada no primeiro dia de aplicação juntamente com as provas da Primeira Fase. 
7.3.  Na Prova de Redação serão apresentadas duas situações que apresentarão propostas para a produção de texto. O candidato deverá optar por uma delas. A Folha de Redação terá 19 (dezenove) cm na horizontal e 20,4 (vinte, vírgula quatro) cm na vertical, com 34 (trinta e quatro) linhas espaçadas de 0,6 (zero, vírgula seis) cm.
7.3.1.  O candidato deverá utilizar o espaço apropriado, na Folha de Redação, para a escrita da redação definitiva. Se desejar, poderá fazer rascunho no caderno de questões.

7.3.2.  O candidato não deverá realizar nenhuma marcação na Folha de Redação nos espaços reservados à UFU.
7.3.3.  O candidato automaticamente receberá nota zero nos seguintes casos:
a) fuga ao tema;
b) não atendimento ao gênero ou tipo de texto solicitado;
c) texto sob a forma de diálogos, versos ou outra que não a indicada;
d) texto em branco ou com menos de 12 (doze) linhas;
e) constatação  de  assinaturas,  recados,  nomes  ou  quaisquer  sinais  que possam identificá-lo.
7.3.4.  Será eliminado  o  candidato  que  obtiver  nota  zero  na  prova  de  Redação, conforme disposto na Portaria MEC nº 391, de 7 de fevereiro de 2002.
7.10. Correção das provas. Serão corrigidas apenas as provas discursivas e prova de Redação dos candidatos classificados para a Segunda Fase (subitem 6.9), observado o seguinte:
a) as provas de Redação e as questões discursivas serão corrigidas por duplas de corretores e de modo individual;
b) ao atribuir nota a uma questão discursiva ou à Redação, um corretor da dupla não terá conhecimento da nota atribuída pelo outro  corretor e a nota atribuída ao candidato na questão discursiva ou Redação será a média aritmética das notas atribuídas pelos dois corretores;
c) casos de discrepâncias, diferença de notas maior que 20% (vinte por cento) do valor total da questão ou redação, serão objeto de nova correção e a nota final atribuída ao candidato na questão discursiva  ou  Redação  será  a  nota  da  nova correção;
d) a Redação a que for atribuída nota zero por um ou pelos dois corretores será objeto de nova correção e a nota final atribuída ao candidato será a nota da nova correção.

8.11. Divulgar-se-ão os resultados da seguinte forma:
a)  as cópias digitalizadas das Folhas de Respostas das questões discursivas e da Redação e as notas obtidas por todos os candidatos na Segunda Fase estarão disponibilizadas no endereço eletrônico www.ingresso.ufu.br, sem necessidade de solicitação prévia, no dia 11 de julho de 2017, após as 17h;
b)  a relação definitiva dos candidatos aprovados no Processo Seletivo 2017-2 será divulgada no dia 20 de julho de 2017, após as 14h, nos murais da Diretoria de Processos Seletivos, no Campus Santa Mônica, bloco 1A, sala 111, e no endereço eletrônico www.ingresso.ufu.br.


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Atualidades - Leituras e indicações - Propostas 2017V29 (homofobia) e 2017V30 (corrupção)


Caras e caros,

Boa noite. Eis os textos e as indicações desta semana. Reforço que os temas desta semana têm chance considerável de serem aproveitados pelos vestibulares mais próximos como Uniube (27/05) e UFU (03/06). São também relevantes os dois pequenos vídeos sobre o corajoso ato de ler em função dos seus efeitos poderosos e transformadores.

Tx2017-152

Tx2017-153

Tx2017-154

Corrupção - Proposta 2017V30
Tx2017-155
Tx2017-156
Tx2017-157
http://www.dezmedidas.mpf.mp.br/
Proposta de redação

Homofobia - Proposta 2017V29
Tx2017-158
Tx2017-159
Tx2017-160
Proposta de redação

Indicação In2017-31

Nota: sobre a importância de ler e de ser autônomo intelectualmente. 

Indicação In2017-32
Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=CVFTC5B895A
Nota: sobre a dificuldade, a importância e a necessidade absoluta da leitura.

Abraços,

Professor Estéfani Martins

Redação - Proposta 2017V29 - homofobia (UFU, Uniube, Enem e demais vestibulares.)

Leia atentamente os textos abaixo.

Texto 01.
“A homofobia é o termo usado para designar o preconceito e aversão aos homossexuais. Atualmente a palavra é usada para indicar a discriminação às mais diversas minorias sexuais, como os diferentes grupos inseridos na sigla LGBTI (lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, transgêneros, travestis e intersexuais). A repulsa e o desrespeito a diferentes formas de expressão sexual e amorosa representam uma ofensa à diversidade humana e às liberdades básicas garantidas pela Declaração Universal dos Direitos Humanos e pela Constituição Federal.  
Muitas vítimas de homofobia sentem-se impelidas a reprimir sua orientação sexual, seus hábitos e seus costumes, sendo freqüente a ocorrência de casos de depressão. É importante salientar que todo ser humano, independente de sua sexualidade, tem o direito ao tratamento digno e a um modo de vida aberto à busca de sua felicidade. A procura de ajuda psicológica e da Justiça é essencial para que a discriminação homofóbica afete da menor maneira possível a vida das vítimas.
A Constituição Federal brasileira não cita a homofobia diretamente como um crime. Todavia, define como “objetivo fundamental da República” (art. 3º, IV) o de “promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade, ou quaisquer outras formas de discriminação”.  É essencial ter consciência de que a homofobia está inclusa no item “outras formas de discriminação” sendo considerada crime de ódio e passível de punição.
Através da Lei Estadual 10.948/2001, o estado de São Paulo estabeleceu diferentes formas de punição a diversas atitudes discriminatórias relacionadas aos grupos de pessoas que tem manifestação sexual perseguida por homofóbicos e intolerantes. Atualmente está em tramitação no Congresso o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/2006 que tem como proposta a criminalização da discriminação gerada por diferentes identidades de gênero e orientação sexual.”

Texto 02.
“Como você se comporta diante da diferença? Se vê algo ou alguém que foge muito do que você considera “padrão”, qual é a sua atitude? E no caso da orientação sexual, o que você pensa a respeito? Tais perguntas, embora bem disseminadas de modo geral, continuam mostrando que ser diferente ainda é um problema para muitos. Pelo respeito à diversidade e conscientização da causa é que dia 17 de maio marca o Dia Internacional Contra a Homofobia.
A data passou a existir em homenagem à retirada do termo “homossexualismo” da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID) da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 17 de maio de 1990, e visa conscientizar a população sobre a luta dos homossexuais, transexuais e transgêneros. Infelizmente, em pleno século XXI ainda há quem ignore, discrimine e até agrida fisicamente representantes dessa classe, baseado em algo irracional e sem sentido: o ódio à diferença.
Em 2016, por exemplo, o Grupo Gay da Bahia, por meio de um levantamento divulgado no blog Homofobia Mata, mostrou que mais de 343 mortes no Brasil foram causadas por crimes de homofobia. Todos os dias as pessoas acompanham casos e mais casos das mais diversas formas de discriminação à população LGBT.”

Texto 03.

Texto 04.
“Você pode já ter ouvido esta frase: "Prefiro filho ladrão a ter filho gay". O que você não imagina é que esse pensamento é mais antigo do que parece, e que sua origem é reveladora. "Isso vem do Brasil Colônia, quando havia o crime de sodomia. Enquanto o ladrão respondia sozinho por sua pena, os familiares do sodomita também eram punidos e perdiam todos os seus pertences", explica a pesquisadora Érika Pretes.
A descoberta foi feita quando Érika produziu o estudo ‘História da Criminalização da Homossexualidade no Brasil: da Sodomia ao Homossexualismo’. Nesse trabalho, foi verificada a atuação de instituições como o Estado e a Igreja na criação e perpetuação de discursos e práticas homofóbicas.
Inicialmente, a relação sexual ente pessoas do mesmo sexo era tida como pecado-delito. Segundo o orientador da pesquisa, o professor Túlio Vianna, quando a homossexualidade deixou de ser crime, houve apenas a substituição de uma forma de preconceito por outra, e o preconceito em forma de lei passava agora a vir sob forma de falsa análise médico-científica.
"As relações foram encaradas como um desvio biológico da sexualidade humana. A ciência buscava se distanciar da imagem criminalizada e pecadora produzindo denominações, daí surge o termo homossexualismo", conta Érika. Para Vianna, a mudança parecia falsamente progressista, e não mudou em nada o preconceito. "Os homossexuais continuavam sendo discriminados, e passaram a ser tratados à força", explica o professor.
Assim, ambos verificaram a homofobia como efeito de uma construção secular. "São preconceitos que foram criados, impostos e mantidos pela sociedade. E isso pode e deve ser mudado", afirma Érika. O trabalho foi publicado pela Editora PUC Minas este ano, e valeu a Érika uma bolsa CNPQ para desenvolvimento de nova pesquisa, sobre a criminalização da homofobia, atualmente em andamento.”

Texto 05.

Situação 2017V29-A - Dissertação (USP, UFU, Unesp, Uniube, etc.)
Faça uma dissertação argumentativa a respeito das origens do preconceito e especialmente da violência contra homossexuais.

Instruções:
1. Lembre-se de que a situação de produção de seu texto requer o uso da norma padrão da língua portuguesa.
2. A redação deverá ter entre 25 e 30 linhas.
3. Dê um título a sua redação.

Situação 2017V29-B – Outros gêneros textuais – carta de leitor (Unicamp, UEL, etc.)
Escreva uma carta de leitor em que você apresente argumentos com ratificações ou refutações dos argumentos presentes no texto quatro destinada à editoria do Jornal O tempo.

Instruções gerais:
1. Se for o caso do gênero textual em questão, dê um título para sua redação. Esse título deverá deixar claro o aspecto da situação escolhida que você pretende abordar.
3. Se a estrutura do gênero selecionado exigir assinatura, escreva, no lugar da assinatura: José ou Josefa. Em hipótese alguma escreva seu nome, pseudônimo, apelido, etc. na folha de prova.
4. Utilize trechos dos textos motivadores (da situação que você selecionou) e parafraseie-os.
5. Não copie trechos dos textos motivadores ao fazer sua redação.
6. Quanto ao número mínimo e máximo de linhas e de acordo com o vestibular pretendido, informe qual o vestibular que você irá prestar para que possamos adequar a correção às exigências do concurso escolhido.

Situação 2017V29-C - Carta argumentativa (UFU, Unicamp, UEL, etc.)
Escreva uma carta argumentativa para o prefeito de Fortaleza em que você se posicione em relação à campanha institucional contra a homofobia da prefeitura dessa cidade.

Situação 2017V29-D – Artigo de opinião (UFU, Unicamp, UEL, etc.)
Escreva um artigo de opinião se há algum tipo de padrão entre pessoas homofóbicas.

Situação 2017V29-E – Relato (UFU, Unicamp, UEL, etc.)
Escreva um relato sobre um caso de homofobia que tenha acontecido em seu colégio ou em alguma instituição que você frequente.

Instruções UFU:
1. Após a escolha de uma das situações, assinale sua opção no alto da folha de resposta e, ao redigir seu texto, obedeça às normas do gênero selecionado.
2. Se for o caso, dê um título para sua redação. Esse título deverá deixar claro o aspecto da situação escolhida que você pretende abordar.
3. Se a estrutura do gênero selecionado exigir assinatura, escreva, no lugar da assinatura: JOSÉ OU JOSEFA. Em hipótese alguma escreva seu nome, pseudônimo, apelido, etc. na folha de prova.
4. Utilize trechos dos textos motivadores (da situação que você selecionou) e parafraseie-os.
5. Não copie trechos dos textos motivadores, ao fazer sua redação.
6. Mínimo de 25 e máximo de 30 linhas.
7. ATENÇÃO: se você não seguir as instruções da orientação geral e as relativas ao tema que escolheu, sua redação será penalizada.

Situação 2017V29-F - Dissertação (Enem)
A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “homofobia: origens e propostas de enfrentamento dessa prática”, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Instruções Enem:
1. O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.
2. O texto definitivo deve ser escrito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas.
3. A redação com até 7 (sete) linhas escritas será considerada “insuficiente” e receberá nota zero.
4. A redação que fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo receberá nota zero.
5. A redação que apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos receberá nota zero.
6. A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.

Redação - Proposta 2017V30 - corrupção (UFU, Uniube, Enem e demais vestibulares.)

Leia atentamente os textos abaixo.

Texto 01.
“‘Quando Portugal começou a colonização, a coroa não queria abrir mão do Brasil, mas também não estava disposta a viver aqui. Então, delegou a outras pessoas a função de ocupar a terra e de organizar as instituições aqui’, afirma a historiadora.
‘Só que como convencer um fidalgo português a vir para cá sem lhe oferecer vantagens? A coroa então era permissiva, deixava que trabalhassem aqui sem vigilância. Se não, ninguém viria.’
Assim, a um oceano de distância da metrópole, criou-se um clima propício à corrupção, em que o poder e a pessoa se confundiam e eram vistos como uma coisa só, de acordo com Denise, que é professora de História do Brasil na Unesp.
No entanto, a historiadora deixa claro que a corrupção não é uma exclusividade do Brasil, é só uma peculiaridade da formação dessa característica no país.
‘Temos enraizado uma tradição muito forte de poder relacionado ao indivíduo que o detém’, avalia Denise. ‘E isso até hoje interfere na maneira como vemos os direitos e deveres desse tipo de funcionário.’.”

Texto 02.
“No fundo, por trás da questão da corrupção, encontraremos o velhíssimo e sempre presente tema do entrechoque - quase dialeticamente inevitável - do bem individual e do bem comum.
É próprio da natureza humana que cada indivíduo busque, acima de tudo, o seu próprio bem pessoal. Isso decorre da essência racional e livre do homem e constitui o fundamento do trabalho, da riqueza, do bem-estar, enfim, de tudo aquilo que significa dignidade. Uma sociedade em que os indivíduos fossem coagidos no seu legítimo direito de procurar seus próprios bens pessoais, seria, sem dúvida, um agrupamento doente, um imenso cárcere, odioso e antinatural. O bem individual, entretanto, não pode ser entendido sob um prisma extremado, a ponto de lesar o bem dos outros indivíduos, nem o bem da comunidade como um todo, também chamado de bem comum.
À primeira vista, pareceria que, se cada qual desejasse o próprio bem, todos lucrariam e o bem comum já estaria suficientemente atendido. Essa ótica é um tanto simplista, já que o bem comum não é a mera soma dos bens individuais, mas algo que transcende muito tal resultado.
Se quisermos procurar os fundamentos desta afirmação, não será difícil achá-los nos três grandes mestres da Filosofia grega - Sócrates, Platão e Aristóteles - que assentaram as bases de todo o pensamento ocidental e que ainda hoje, decorridos bem mais de dois milênios, conservam impressionante atualidade.”

Texto 03.
“Fenômeno pelo qual um funcionário público é levado a agir de modo diverso dos padrões normativos do sistema, favorecendo interesses particulares em troco de recompensas. Corrupto é, portanto, o comportamento ilegal de quem desempenha um papel na estrutura estadual. Podemos encontrar três tipos de corrupção: a prática de recompensa para mudar em seu favor o sentir de um funcionário público, o nepotismo que é a concessão de empregos ou contratos públicos, baseando não no mérito, mas sim na parentela e o peculato, que é o desvio ou apropriação e destinação de fundos públicos ao uso privado.” (Dicionário de Política, Norberto Bobbio)

Texto 04.
“O poder tende a corromper, e o poder absoluto corrompe absolutamente, de modo que os grandes homens são quase sempre homens maus.” (Lord Acton, John Emerich Edward Dalberg-Acton, 1º barão Acton)

Texto 05.
‘’O Estado de direito não sobrevive sem que todos os atores envolvidos no processo sejam responsabilizados e sem a afirmação da superioridade do bem público sobre o bem privado. ’’ (Newton Bignotto, “Corrupção e estado de direito”)

Situação 2017V30-A - Dissertação (USP, UFU, Unesp, Uniube, etc.)
Faça uma dissertação argumentativa sobre as origens da corrupção no Brasil.

Instruções:
1. Lembre-se de que a situação de produção de seu texto requer o uso da norma padrão da língua portuguesa.
2. A redação deverá ter entre 25 e 30 linhas.
3. Dê um título a sua redação.

Situação 2017V30-B – Outros gêneros textuais – manifesto (Unicamp, UEL, etc.)
Escreva um manifesto para propor uma mobilização permanente de todos os brasileiros contra a corrupção em todos os aspectos dessa prática que assolam a sociedade brasileira.

Instruções gerais:
1. Se for o caso do gênero textual em questão, dê um título para sua redação. Esse título deverá deixar claro o aspecto da situação escolhida que você pretende abordar.
3. Se a estrutura do gênero selecionado exigir assinatura, escreva, no lugar da assinatura: José ou Josefa. Em hipótese alguma escreva seu nome, pseudônimo, apelido, etc. na folha de prova.
4. Utilize trechos dos textos motivadores (da situação que você selecionou) e parafraseie-os.
5. Não copie trechos dos textos motivadores ao fazer sua redação.
6. Quanto ao número mínimo e máximo de linhas e de acordo com o vestibular pretendido, informe qual o vestibular que você irá prestar para que possamos adequar a correção às exigências do concurso escolhido.

Situação 2017V30-C - Carta argumentativa (UFU, Unicamp, UEL, etc.)
Escreva uma carta argumentativa na condição de um eleitor de um político que tenha sido alvo de múltiplas investigações de corrupção com o intuito de questioná-lo sobre tais acusações.

Situação 2017V30-D – Artigo de opinião (UFU, Unicamp, UEL, etc.)
Escreva um artigo de opinião sobre a relação entre a corrupção do dia a dia praticada por uma parte dos brasileiros com a exposta no conceito do pensador e jurista Norberto Bobbio em seu “Dicionário de Política” (texto 03.).

Situação 2017V30-E – Relato (UFU, Unicamp, UEL, etc.)
Faça um relato a partir do ponto de vista de eleitor em que se relate como a corrupção sistêmica e em enorme escala afetou suas expectativas sobre o futuro do Brasil.

Instruções UFU:
1. Após a escolha de uma das situações, assinale sua opção no alto da folha de resposta e, ao redigir seu texto, obedeça às normas do gênero selecionado.
2. Se for o caso, dê um título para sua redação. Esse título deverá deixar claro o aspecto da situação escolhida que você pretende abordar.
3. Se a estrutura do gênero selecionado exigir assinatura, escreva, no lugar da assinatura: JOSÉ OU JOSEFA. Em hipótese alguma escreva seu nome, pseudônimo, apelido, etc. na folha de prova.
4. Utilize trechos dos textos motivadores (da situação que você selecionou) e parafraseie-os.
5. Não copie trechos dos textos motivadores, ao fazer sua redação.
6. Mínimo de 25 e máximo de 30 linhas.
7. ATENÇÃO: se você não seguir as instruções da orientação geral e as relativas ao tema que escolheu, sua redação será penalizada.

Situação 2017V30-F - Dissertação (Enem)
A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “a corrupção como maior entrave para o desenvolvimento social e econômico do Brasil”, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Instruções Enem:
1. O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.
2. O texto definitivo deve ser escrito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas.
3. A redação com até 7 (sete) linhas escritas será considerada “insuficiente” e receberá nota zero.
4. A redação que fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo receberá nota zero.
5. A redação que apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos receberá nota zero.
6. A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Redação - Proposta 2016-5 - adolescência (proposta especial - 3ª anos - Gabarito Uberaba)

Leia atentamente os textos abaixo.

Texto 01.
"Está verificado que o dilatar da adolescência prolonga a vida."
[Will Durant (1885-1981), historiador e escritor americano.]

Texto 02.
"-Você sabe o que eu quero ser? - perguntei a ela. Sabe o que é que eu queria ser? Se pudesse fazer a merda da escolha?" Seja lá como for, fico imaginando uma porção de garotinhos brincando de alguma coisa num baita campo de centeio e tudo... E eu fico na beirada de um precipício maluco. Sabe o que eu tenho de fazer? Tenho que agarrar todo mundo que vai cair no abismo. Quer dizer, se um deles começar a correr sem olhar onde está indo, eu tenho que aparecer de algum canto e agarrar o garoto. Só isso que eu ia fazer o dia todo. Ia ser o apanhador no campo de centeio."  (J.D. Salinger em “O apanhador no campo de centeio”)

Texto 03.
"O que se aprende na juventude dura a vida inteira."
[Francisco Gómez de Quevedo y Villegas (1580-1645), escritor espanhol.]

Texto 04.
"A generosidade da juventude é um encanto, mas não vale um vintém. Por que não vale? Porque não lhe custa nada, não resultou do fato de ter vivido, tudo são, por assim dizer, as primeiras impressões da existência."
[Fiodor Dostoievski (1821-1881), escritor russo.]

Texto 05.
“A adolescência é uma fantasia e como tal necessita de uma hermenêutica. Muito se falou sobre a invenção da infância desde a pesquisa de Philippe Áries em ‘História Social da Criança e da Família’. Raramente se fala da invenção da adolescência. A novidade é a ideia de invenção que até os dias de hoje não foi suficientemente assimilada pela cultura cotidiana acostumada a pensar de modo conservador, ou seja, reafirmando o axioma impotente “a vida como ela é” pelo qual se depreende que a vida não seria produção pessoal e coletiva, mas algo pronto em que se tornar adulto significaria necessariamente sucumbir ontologicamente a um modo de ser. Também a adolescência inventada para se contrapor ao ideal “a vida como ela é” tornou-se a norma e assim perdeu seu poder revolucionário.
A adolescência foi neutralizada. O ideal que se fez como imagem contracultural foi reduzido à norma conservadora plena dos efeitos práticos que vão do consumismo à depressão epidêmica – também ela derivada da indústria cultural da doença – nestes tempos que, sem medo, posso chamar de sombrios. Assim a adolescência é uma narrativa e um mito destes tempos. Qual seria a base profunda da adolescência que, aflorada, nos faria ver além do mito?”

Texto 06.

Situação 2016-5A - Dissertação (USP, Unesp, Uniube, etc.)
Faça uma dissertação sobre as razões que tornam a adolescência um tempo normalmente de tantas tensões, crises e dificuldades para a maioria das pessoas.

Instruções:
1. Lembre-se de que a situação de produção de seu texto requer o uso da norma padrão da língua portuguesa.
2. A redação deverá ter entre 25 e 30 linhas.
3. Dê um título a sua redação.

Situação 2016-5B – Outros gêneros textuais – publicação em rede social (UFU, Unicamp, UEL, etc.)
Faça um texto a ser publicado em uma rede social com o intuito de comunicar na visão de um adolescente os principais conflitos pelos quais ele passa ao completar 15 anos.

Instruções gerais:
1. Se for o caso do gênero textual em questão, dê um título para sua redação. Esse título deverá deixar claro o aspecto da situação escolhida que você pretende abordar.
3. Se a estrutura do gênero selecionado exigir assinatura, escreva, no lugar da assinatura: José ou Josefa. Em hipótese alguma escreva seu nome, pseudônimo, apelido, etc. na folha de prova.
4. Utilize trechos dos textos motivadores (da situação que você selecionou) e parafraseie-os.
5. Não copie trechos dos textos motivadores ao fazer sua redação.
6. Quanto ao número mínimo e máximo de linhas e de acordo com o vestibular pretendido, informe qual o vestibular que você irá prestar para que possamos adequar a correção às exigências do concurso escolhido.

Situação 2016-5C - Carta argumentativa (UFU, Unicamp, UEL, etc.)
Escreva uma carta argumentativa para o diretor de uma escola de Ensino Médio, na condição de um aluno dessa instituição, a fim de propor medidas que façam com que esse ambiente escolar seja sempre um espaço capaz de promover um adolescer saudável e produtivo para os estudantes.

Situação 2016-5D – Artigo de opinião (UFU, Unicamp, UEL, etc.)
Redija um artigo de opinião sobre como a escola pode ser transformadora na vida de um jovem nos aspectos econômicos, psicológicos, sociais e culturais de sua vida.

Situação 2016-5E – Editorial (UFU, Unicamp, UEL, etc.)
Faça um editorial sobre a visão e as expectativas que a sociedade brasileira tem a respeito dos adolescentes da atualidade.

Instruções UFU:
1. Após a escolha de uma das situações, assinale sua opção no alto da folha de resposta e, ao redigir seu texto, obedeça às normas do gênero selecionado.
2. Se for o caso, dê um título para sua redação. Esse título deverá deixar claro o aspecto da situação escolhida que você pretende abordar.
3. Se a estrutura do gênero selecionado exigir assinatura, escreva, no lugar da assinatura: JOSÉ OU JOSEFA. Em hipótese alguma escreva seu nome, pseudônimo, apelido, etc. na folha de prova.
4. Utilize trechos dos textos motivadores (da situação que você selecionou) e parafraseie-os.
5. Não copie trechos dos textos motivadores, ao fazer sua redação.
6. Mínimo de 25 e máximo de 30 linhas.
7. ATENÇÃO: se você não seguir as instruções da orientação geral e as relativas ao tema que escolheu, sua redação será penalizada.


Situação 2016-5F - Dissertação (Enem)
A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “os desafios da adolescência no século XXI”, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Instruções Enem:
1. O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.
2. O texto definitivo deve ser escrito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas.
3. A redação com até 7 (sete) linhas escritas será considerada “insuficiente” e receberá nota zero.
4. A redação que fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo receberá nota zero.
5. A redação que apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos receberá nota zero.
6. A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.